quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

ओवो उमा ova

Um ovo.
É um ser.
Um ovo faz uma lagarta, uma lagarta faz um casulo e uma borboleta nasce.
Um ovo faz um feto, um feto faz uma pessoa e a pessoa faz uma casa.
Um ovo faz um peixe, um peixe não faz nada e nada, mas não voa nem anda.
A lagarta rasteja, constrói, ou seja, anda, e voa, e até nadam, ela e a borboleta que dela se faz. A borboleta voa, a lagarta não. O bebê não anda, o humano sim.
Um ovo faz uma aranha, uma aranha constrói, com o corpo, suas armas, casas, e construções, e uma aranha nada, também anda, e pode-se dizer que quase voa. Aliás voa mesmo, porque se jogada de um avião é provável que chegará ao chão ainda tranquila e pousará agarrada a uma árvore. Seu tempo é outro, além do peso, forma e habilidades.
O ovo que faz o ser humano também tem, dentro de si, grande parte das mesmas instruções que tem o ovo da aranha, do peixe e da lagarta.
Também da árvore posso dizer, com razoavel aproximação, que uma semente é um ovo de árvore.
Uma semente de árvore faz uma árvore gigantesca cheia de sementes iguais e até mais bonitas, fortes e modernas, que ela própria.
Há algo mais a sabermos a respeito do ovo que apenas o seu DNA.
Afinal... se o DNA é um monte de letras formando palavras, e se tantas são as similaridades entre todos os filhos nascidos de ovos, é natural que um ovo mais inteligente que os outros tente saber como é que os ovos fazem para depois de terem ensinado aos fetos a nadarem debaixo d'água, e por tanto tempo, para aprender a respirar fora d'água sem perder a capacidade de voltar a se alimentar só no fundo do mar, assim não teríamos, talvez, tantos problemas com inundações, e ninguém mais morreria afogado.
Deve haver uma maneira de se ensinar ao pulmão a triturar água vitaminada e tirar dela o necessário e devido proveito em favor de nós próprios.
Acho que deviamos nos empenhar mais nisso, para aprendermos a voar temos que esquecer que sabemos andar. Talvez. Mas possível é.
Vai ver os Maias aprenderam, se não a voar, a nadar.
Fato é que sumiram.
Deixando memórias e cartas de aviso.
Não estariam com isso prevendo uma nova evolução ao ... terem mudado seus destinos ao evoluirem? Nâo é em degraus que Darwin disse que a vida evolue?
A um degrau é um abismo o que o separa do outro. Uma parede, reta e alta, mas se inalcançável, ao menos visualizável mentalmente e compreensivel também à mente, deve ser.
A evolução humana, segundo essas previsões, mudará, radicalmente, em 21/12/2012.
É o que dizem.
Acredito plausível.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Obama, Hu Jintao, América, China, Copenhage, Lula... Kyoto...

Soberanias. Disso quero falar.
Sou soberano de meu corpo e o ar que respiro me é direito ser limpo e fresco.
O planeta, apesar das divergências culturais, é um só a todo mundo. Acabando, ou poluindo, o ar, todo mundo sofre. Nem todo mundo morre, entretanto esquentando o planeta, todo mundo, ou corre, ou escorre. Inundando as terras mais populosas, ocupam-se as vazias e ocupando-se as vazias, esvazia-se o campo. Campo vazio, comida vadia, e lá estamos nós de volta à ancestralidade lutando uns contra os outros com pedaços de pau. É bom que não nos esqueçamos que assim como nós nos livramos de um pernilongo que nos ataca, pode ser que a Terra resolva conosco fazer o mesmo, e se de lá ainda um fogo vier do céu, saibamos ao menos que o sol é mais 'amigo' da Terra que de nós e que de lá essa faísca veio.
Se não compreendemos que nossa Natureza é a de amarmos uns aos outros, como vamos nos livrar da hipocrisia de ter que ouvir o homem mais influente do planeta ser censurado pelo homem mais rico do planeta?
Acaso o homem que mais ganha dinheiro no Universo não gasta?
E quem sofre quando ele o guarda ou desvia para longe do povo a quem pertence?
O povo?
É hora de acabarmos com isso.
Ou o país trata seus seres humanos como humanos ou não faz parte da ONU pois não respeita seus direitos.
Radical? Não. Penso que é apenas lúcido e justo.
Sabemos que as sociedades sofrem, e sabemos que podem mudar.
Basta que saibamos ser honestos, nós conosco mesmos, e demonstremos, publicamente, nossos atos indicando nossas intenções.
Não se sorri a um criminoso quando nos ataca.
Só sorrimos se o queremos bem. Ou falseando nossos verdadeiros sentimentos.
Isso é um convite à reflexão.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

उम होमेम sábio नो Paraíso

Um dia um homem veio à Terra e em aqui chegando disse a todos os demais:

- Eu sei tudo o que se há para saber.

Adão olhou para Eva, soslaiou para a cobra e apanhou uma maçã.
Eva nada fez, descoberta estava, descoberta permaneceu olhando curiosa ao estranho ali parado a lhe sorrir malicioso. E ela ainda não sabia, é claro, o que era malícia.
Ou sabia, e eu até hoje não sei se mesmo veio a saber um dia.
A cobra sorriu, evidentemente a brincadeira agora ia ser muito melhor.
A cobra sabia da cobiça e do desejo humano, mas calou-se. Não ia dar conversa para homem. Gostava mesmo era de conversar com a morena bonita.
E põe bonita, porque se todos somos oriundos desse casal, pode ter certeza que eram lindos de morrer, senão não seriam tão copiados.

- Me dê uma razão para Deus ter nos banido do Paraíso.

À pergunta de Adão, sorriu mesmo como se já soubesse qual seria, o homem dito-se sábio pigarreou e respondeu:

- O Paraíso, Adão, é aqui. Você crê que Deus te abandonou. Não me reconheces porque agora me fiz igual a ti.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Um blog pouco falado

O Google serve pouco às palavras chaves em serem mostradas.
Penso que escrever sobre ciência, fé, Deus, filosofia, sejam assuntos em grandes temas de relevância mundial e sinto que sou pouco exibido, ou pouco lido.

referente a: A Barra de Ferramentas Google foi instalada (ver no Google Sidewiki)

देवनेइओस

Se o imprevisível pode ser previsto, é de se premonizar que o previsível termine por deter o improvável antes que se possa realizar. Ou seja, poder-se-ia acabar com as mortes antes de se aprender a não mais envelhecermos. Pensando nisso, melhor desaprendermos o que nunca deixamos de saber para assimilarmos então a fonte da juventude, a longevidade, a nossas células, uma por uma, para que parem de se dividir. Uma maneira boa seria ingerindo algo que elas gostem de comer, como açucar, ou álcool, já marcados com a letra certa. Afinal se o DNA é uma frase comprida, o tecido é um livro de vida, o órgão uma biblioteca maior que a de Constantinopla, e o corpo um Universo tão ou mais rico que o conhecido nosso. Apenas em menor escala. Pode muito bem aprender como ensinavam os antigos, com reflexos de luz ou com sinais de fumaça. Tanto faz, aprendendo a não mais morrer, teremos tempo para experimentar além dessas duas, outras maneiras mais eficientes de chamar a atenção dos extra-terrestres para aparecerem por aqui e nos darem umas aulas de evolução.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

फोरम ऐ dimensõएस दो उनिवेर्सो conhecido

O elétron se une ao átomo para formar o ser, mas une-se sem se tocar. Ele não se funde ao átomo, ele o nutre, com informações, sentimentos, emoções, pensamentos e mesmo parte de nossos sonhos individuais. É ele, o elétron, o ser que se alimenta do núcleo e é ele, o elétron, o ser que dá proteção e calor ao núcleo. Assim a vida é um compromisso, inabalável não, mas compreensível, da necessidade de um para aplacar a solidão do outro, da importância em que um ser, sozinho, e incapaz de produzir ao mesmo tempo a si alimento e proteção. Sem se alimentar de luz nem mesmo o elétron seria capaz de girar em torno de si. O fóton tem essa capacidade, a mesma humana, de se enrolar, tanto em torno de si, que chega a insanidade de não mais se compreender a si. Ainda bem. Um fóton como origem do todo é razoável para que possamos compreender que o Universo é plano e sim, infinitamente grande, mas contido num Infinito, esse sim, imensurável e imponderável entre duas rochas inigualáveis, uma excessivamente quente e outra opostamente fria. Nós, nosso Universo conhecido e imaginado amorfo e circular, é plano e finito. Não completamente plano, um pouco elevado ao centro, como qualquer poça d'água em lâmina já avermelhada. Não tenho a menor dúvida disso. Assim sendo, sou um fóton e meu destino é apagar-me. Como me construí e colossalmente ponderável em relação a minha origem primária, é de se considerar a possibilidade de que eu possa alongar-me nessa estada, mas tenho certeza, absoluta, que vou incomodar muita gente nessa minha pretensão. Provando-se a sapiência da luz, prova-se, a mim ao menos, a existência de Deus, a fonte dessa sapiência. Como provar isso? Medindo, evidentemente, as extremidades mais distantes e as mais próximas e dando forma, a nossos olhos, além de explicar o movimento, ao Universo já conhecido.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

इन्दिविदुअलिस्मो ऐ कोमुनिस्मो

Penso que o saber cresce, que a ignorância é praticamente estagnada, mas cresce também, embora menos acentuadamente, e que por essa falta de equilíbrio, o final que vemos é o da estupidez dar lugar à razão e de tempos em tempos algo na humanidade acaba sendo tão mais importante que os seres humanos que esses se destróem, com alianças, entre si.
Considero que nada no Universo se repete. Absolutamente nada. A posição do objeto é relevante e o objeto que estiver no ponto 1,1 jamais estará no ponto 1,2 nem 2,1, podendo, entretanto, dados nomes aos pontos, estarem em 2,2 da mesma maneira e na exata proporção em que estaria em 1,1.
Pura matemática. Podemos fazer com os números o que quisermos.
Podemos demonstrar que uma possibilidade em infinitas ocorre da mesma maneira que infinitas possibilidades em infinitas possibilidades podem não ocorrer jamais e assim analiso a certeza de que um dia o Universo foi apagado, sem luz. É uma possibilidade, mas essa possibilidade é a mesma de ter sido eternamente iluminado e só agora está escurecendo.
Considero inteligente admitir que houve um começo e considero adequado que esse princípio tenha sido a origem de tudo.
O próprio DNA, uma sequencia mensurável é demonstrável de que na origem de qualquer vida há uma ordem a ser obedecida.
O fato de nada no céu estar onde parece estar também é um indicador de que não estão onde os vemos e cremos estar. Nunca.
Que seguem padrões todos sabemos, e que quase infinitas possibilidades distintas de movimento todas as matérias já evoluíram. É possível, portanto, reconhecermos dados os movimentos anteriores, e aí estampados no céu, nos determinando o que há por vir e se pode-se ler o passado, pode-se prever o futuro, também pode-se mudar o passado e, isso fazendo, podemos trazer ao presente o eldorado sempre buscado.
O tempo, inexistindo como é da matemática, não pode ser maior que o presente tanto que impeça o futuro de chegar ao mesmo tempo em que nos invadirá o passado.
Assim, sabendo que de cada mente cada vida depende, podemos compreender, finalmente, que a vida é um pensamento, e colorido, além de que em assim sendo, todo o Universo, e com ele nossos sonhos mais ... amalucados, é individualmente o mesmo para todo mundo, embora não seja possa ser único para cada ser, é único, e individual, a cada ser da mesma maneira que é único, e o todo, no Todo Ser.
E esse ou admitimos que é Deus, ou chamamos de Luz inteligente, o que, a mim, dá no mesmo, com a diferença que em nomeando essa inteligência superior, mostramos a ela mais respeito que banalizando-a como se nada fosse.
Compartilhamos o sonho coletivo e dele somos a parte única a nos permitir vê-lo.
Não sei se me entenderam, mas ... o Universo sendo fruto do meu pensamento, Deus me torno, a mim.
E somos todos assim.
Não sou louco sozinho, tenho certeza disso.
A insanidade coletiva é a origem da minha, assim somos.
Quanto mais se aprende, mais se sabe ...
Infalível.
Quanto menos se aprende, menos se sabe.
Matemático.
Como se aprende? Acreditando no que se lê.
Quando? Séculos depois de escrito.
Porque séculos?
Porque o ser humano não consegue admitir, cara a cara, que o outro está lhe ensinando algo que ele nunca soube.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

वेन्हामोस ऐ convenhamos

Quais são nossas certezas?
Nascemos.
Surgimos.
Nos criamos.
Que somos?
A palavra humana foi criada por humanos.
A palavra animal foi criada pelo animal e é o animal que a compreende, mas o homem também compreende bem o que diz um cão. As conversas não são completamente audíveis ou afirmáveis, pois o cão não fala, mas se expressa, e demonstra sentimentos.
Sabemos disso ou apenas cremos nisso?
Um ser humano tem asas longas e totalmente invisíveis, tão naturais lhes são.
O ser humano, que eu saiba, não sabe disso, mas eu sou humano e sei.
Posso demonstrar. Nasci no dia 08, sendo o zero o espírito do nada, o vazio, o incompreensível tentando-se descobrir. O que a tudo atrai, o buraco-negro em plena evolução. Esse é o espírito. O oito representa o equilíbrio e num grupo de 30 dias, meu mes é maio, outro espírito e agora 5, de fé e lutando contra a morte, o corte.
1954 foi um ano onde o uno, o corpo, a generosidade da entrega de duas células a um só ser, nasceu sábio, o nove é o completo, o pleno saber. Depois dele vem o zero, o espírito em um novo corpo, o 10. Meu ano tinha além do cinco, a fé de novo, e a morte, o quatro, que é o amor, e a vida, a certeza de sabê-la bem dividida.
Nossa data de nascimento nos diz quem somos.
Essa é uma certeza que tenho. O espírito que nos dá vida não pode se comunicar conosco por palavras. Elas saem de nossa boca.
Isso precisamos, convenhamos, compreender.
Para quem quiser se divertir, a receita:
0 - espírito
1 - corpo (e generoso)
2 - corpo (e vaidoso)
3 - corpo (e justo)
4 - corpo (e vivo)
5 - corpo (e frágil)
6 - corpo (e racional)
7 - corpo (e lutador)
8 - corpo (e equilibrado, pacífico)
9 - corpo (e sábio)
No Excel, a data de seu nascimento é relacionada como um número com referência a 1º de janeiro de 1900. Assim, no dia 8/5/1954, o meu número é o 19.852, o que quer dizer que eu sou um corpo sábio equilibrado na fé da vaidade. Podem me condenar, mas quem nasceu na fé da generosidade apenas teve mais sorte na vida do que eu.
(Suponho que o segundo do nosso nascimento contenha, cifrado, a data e o momento exato da nossa morte). Não sei o meu. Acredito que exato, exato mesmo, ninguém sabe.
Ou quase. Hoje em dia a Ciência sabe.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

100 postar

Há praticamente um mes sem postar...
Que posso dizer aos meus amigos?
Que falo pouco.
Ao menos comigo mesmo.
Quero dizer, quando venho aqui blogar o que na verdade faço é lembrar-me de meus amigos e por saudades deles venho aqui desabafar.
Acho que é isso, afinal... que outro motivo poderia levar alguém a escrever senão para outra pessoa, e com certeza uma pessoa conhecida e querida.
Não me imagino escrevendo para multidões.
Me sinto falando comigo, e de mim.
Pode parecer egoísmo, pode parecer que estamos sós...
Antes de amar ao outro, temos que ter amado a nós.
Aliás, esse amor, como disse Jesus, é o que nos dá vida.
Ah sim... posso falar de minhas andanças e agora já estou pensando de novo nos amigos coletivamente.
Se fosse escrever a um só, citemos um exemplo: Rá.
Eu poderíamos escrever, como penso que fazem os poetas, louvar a Deus, idolatrando o amor que lhe deu na Terra... na forma de uma mulher. Imagem e semelhança. Homem é mais igual a homem e mais semelhante à imagem da mulher. E mulher a mesma coisa, é muito mais igual a mulher que a homem, convenhamos.
O amor é universal, e o universo ainda pouquíssimo compreendido.
Pouquíssimo é bondade minha, devo sugerir.
Acredito ... olhem só que prepotência ... que ninguém mais no Universo sabe o que eu sei ... e tenho absoluta certeza disso.
Quem sabe de mim sou eu, e Deus. Mais ninguém.
Claro que todo mundo é assim, mas acredito, olhem a arrogância, que sou o único ser no Universo diferente dos outros.
Mas... enfim, não é nem ao menos presunçoso, ou digno de ser chamado assim. Somos todos iguais. Sei tudo de mim (quase, ou deveria) e nada, absolutamente nada (quase, porque algo sei) dos outros.
E acredito que vai continuar assim sendo apenas pelo resto da eternidade.
Mas... é possível que eu esteja errado, afinal... Compreender Deus não me dá o poder de ... xingar o Lula.

terça-feira, 21 de julho de 2009

coisas frágeis: amigos....

coisas frágeis: amigos....

Coisa frájil é uma maneira estranha de se mostrar que palavra também tem fragilidade e se quebra, com excessiva facilidade, tanto escrita quanto falada.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Bolhas e luz

O fóton é uma bolha, admita-se.
É rápido, sabe-se. É instantâneo, percebe-se da luz ao acender-se que ocupa todo o derredor, mensurável entretanto essa instantaneidade, visto que do sol até aqui leva oito minutos, o que não impede que em oito minutos uma chama nos atinja saída de lá.
Não há muito o que fazer se isso acontecer, a não ser ser lançado, em luz esse fóton inflado dentro de mim, ao interior e de volta à minha origem, do que consideramos planeta, essa bola de matéria a nos impedir de realizarmos esse sonho de retorno ao sossego da eternidade.
Pois bem, o fóton cresce, toma a forma que quer, e aceita nomes e denominações, tem regras e leis, e é forte o suficiente para manter um corpo como o nosso aceso por bem mais tempo que imaginamos.
É uma criatura divina, capaz de agrupar-se por si só dentro de um útero e de lá sair um infinito de vezes maior que si próprio infinitamente já ampliado em uma célula com a aparência de uma lua e fecundado por um dinossauro sem pernas e faminto.
Também esse ser fotogênico que me dá vida é capaz de dar toda a vida em volta de mim e assim o faz.
Não sou o que penso ser, não sou o que creio ser, e sei que sou o ser que me deu vida, desde fóton até aqui. Vou me apagar não me é uma questão, é uma resposta, e definitiva apenas quando ocorrer. Considerando que o tempo não existe, apago-me quando alguém outro me matar. A morte não é a incumbência da vida, penso comigo. Não nasci para morrer. Falta-me esse saber e algas já o conhecem, e também árvores vivem milhões de vezes mais que humanos. Possível é e concebível que Deus esteja presente na origem, no momento e no futuro de nossas vidas.
A Ciência, até aqui inapta ao maiúsculo no nome, por incapaz de nos demonstrar de onde saiu essa luz que nos alimenta a todos e a tudo, há de reconhecer que há inteligência na criação.

domingo, 5 de julho de 2009

ओ ओवो ऐ अ casca

Um ovo, ao invés de quebrar-se aos 27 dias pode amolecer a casca aos 18 e dele nasce, ao invés de um pássaro, borboleta ou lagarta, um bebê que não sabe o que é. A mulher, uma casca mole duas vezes mais dura que o homem, uma casca mole, se unem, e formam outro ser igual e idêntico a cada metade de si. É sabido que a primeira célula nossa se divide exatamente ao meio, mas também sabido é que um esperma é menor que um óvulo e tem muito mais esperma que óvulo na natureza. O desequilíbrio do ovo de pé é o que mantém o equilíbrio dos seres deitados. Unidos somos a vida, todos nós e cada pedacinho de cálcio como casca e cada pedacinho de matéria como luz. É inacreditável a mim compreender-me uma casca viva, cheia de vida dentro e fora de mim, mas é o que sou. Sou uma frágil e tênue membrana de ovo, nem casca nem filhote, nem ave, nem borboleta, nem lagarto nem lagarta, eis aqui o bicho que sou. Nem vegetal nem animal, luminoso, isso é o que sou, luminoso e sujo, feito apenas de excrementos de vidas passadas todas elas antes, e dentro de mim de passagem, uma luz, apenas uma luz e brilhando presa a um corpo de mãos e pés tão separados quanto continentes de minha cabeça pensante.
A vida é maior, anterior e causadora da luz que passa através de nós, tão rapidamente que não percebemos, nem nós nem ninguém, nada mais atraente e prazeroso, delicioso, de se deixar seduzir, a luz nos encanta, e encantando a todos e a tudo, e nenhum de nós igual a outro, nos permite a ilusão de que existimos, e existimos, isso, nossa vida, não é uma ilusão, é uma incompreensão, jamais antes compreendida.
Ao contrário, penso também. Se já construíram tótens, pirâmides, imagens, livros, Bíblias, e grandes, consistentes, verdadeiras, literárias, obras ímpares, nobres, beirando à verbalização da metáfora como do sonho a realidade, enfim... se já sabiam da existência de Deus, porque seguimos com dúvidas?
Deus é uma bolha de luz e cada um de nós é uma bolha de água.
Supondo que uma mente caiba em um oxigênio, dois hidrogênios nos dão sustentação. Que tamanho tem cada uma de minhas invisíveis asas?
Se ninguém teve essa curiosidade, ela cresce 2 kilos por dia, em média, e se espalha saindo de poros de meu corpo. Poros grandes e poros pequenos, poros pares e poros ímpares, contáveis e insondáveis, entretanto todos perfeitamente encaixáveis uns nos outros. Enrolado, mas luminoso.
Sou uma libélula e todos voamos, não apenas pássaros e pirilampos.
Formiga, mosquito sem asa, está aí e não me deixa mentir, se uma mosca perde a asa, cai no chão em forma de ovo, uma formiga rainha o acolhe, e ela nasce formiga.
Sou um galho saído de meu pai, um tronco saído de seu pai, uma raiz saída de seu avô, uma semente oriunda de seu avô, e ascendentes, vinda de Deus.
Não consigo compreender a Ciência. Honestamente.
Qual é a diferença entre Deus e Allah? Entre Jeová e Belzebu?
Deus é luz, em movimento, gerando vida.
Amar a luz não somente é uma boa idéia como amar a si como se ama a Deus.
Amar ensina-se, luz aquece, amor também.
Um ovo, como a mulher, capaz de não quebrar-se, para permitir dentro de si uma nova casca a nascer é uma eternidade que apenas muda de lados, e se repete, sim, desde o princípio até o fim. Nós somos o meio, e ambiente, andamos e caminhamos por dentro de nós. Somos, como dizia Jesus, os filhos de Deus no Reino Encantado de Deus. Encantado Ele não sei se disse, mas encanta até hoje e assim perdurará.
A eternidade, além de eterna, como já disse antes, é permanente e passa por aqui.
Só não vê quem não quer.

sábado, 4 de julho de 2009

ओ ट्विट्टर ऐ ओ blog

O Twitter, ao permitir ao blogueiro o acesso ao blog, ao aviso do lançamento, e o contar da novidade, num só e único lugar, um monitor de infinitas (contáveis) telas a frente de duplo infinito (contável, mutante e gerenciável) de olhos, distrai a mente e une a vista, tornando-se claro o foco e a presença da unidade no tempo que se estica e parar não para, mas presente está e fica, além de escuro, mais colorido.
Complicado, sim, admito.
Como disse a Anie(http://aniedrops.blogspot.com/2009/07/orkutizacao-do-twitter.html), "orkutizou-se" o Twitter.
O blogueiro, passado de orkuteiro, passa então a fase de cancioneiro, canteiro e terreiro.
Complicado ainda, explico:
O escritor, que escrevia à mão, e entregava a uma outra, passado pela fase de aprender a escrever para muitos, em comunidades espalhadas e unindo em redes amplas pares e ímpares díspares outros escritores, e opinistas, passa a, no Twitter, escrever, alardear, convidar, oferecer e resolver, ali mesmo, todos os seus anseios e desejos. A fantasia corre solta e o sonho nunca de pequeno pode ser chamado, por mais curto que tenha sido o sono que o causou.
O tempo não existe e o tempo passa, algo deve mudar no momento que alguém se der conta de que não temos cinco dedos àtoa.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Origens

A vida no mundo é ruim.
Povo sofre, povo outro dá ordens para matar.
Pove morre, povo outro esconde um bocado.
Talvez seja tempo de darmos uma pausa, tempo para reflexão, para repensarmos nossos próprios seres.
Somos lindos, conquistamos o corpo que temos.
Nós o amamos, e não queremos morrer, nem ricos, nem pobres.
Um escritor deveria saber escrever, um pintor deveria reconhecer de suas pinturas anciãs memórias, também o leão não deveria comer de homens.
Um homem pode se tornar um amigo do leão, e isso sabemos por certeza.
Um homem tem escolhas a tomar frente à suas crenças, sentimentos, intenções, propósitos.
Por falar nisso, a vida tem um propósito. Nós não apenas nascemos para morrermos.
Nascemos, construimos esse corpo nosso, unindo duas células de dois seres diferentes. Não sabemos como o fizemos, mas sabemos que o fizemos.
Ganhamos, de quase nada, esse imenso ser, e pensante.
Leões pensam, matam humanos, mas não amigos.
Leões estão vivos também, também eles uniram duas células e maiores que as nossas.
Eles são fortes, vivem como reis, mas seus reinos tem melhores sociedades.
Eles são felizes, é como vejo, com seus números, mas eles estão morrendo também, e não é por suas culpas, sabemos disso.
A vida veio da escuridão, a vida voltará à escuridão.
Enquanto brilhante, deveríamos aceitar melhor nossas similaridades.
Paz é uma questão de consciência e cada um de nós tem uma.
Ato é questão de afirmação, e cada um de nós é capaz de afirmar que compreende e respeita o outro. Não somos macacos. Somos borboletas por sermos, lagartas construindo lares.
Não somos apenas a mesma alma, somos o mesmo corpo.
Tudo o que nos mantém vivos é a incompreensão das injustiças.
Não precisamos ser ricos para sermos felizes. Precisamos ser ricos para conhecer quão melhor é do que ser pobre. Precisamos ser pobres para sermos generosos. Precisamos aprender sobre a modéstia, para sermos humildes.
Precisamos, talvez, de sermos poderosos para construir beleza, para espalhar prosperidade, para irmos à tv, para comprarmos câmeras, computadores, equipamentos, para nos informarmos que somos a luz que alimenta os nossos entornos. Estamos aqui para limparmos as sujeiras dos outros e precisamos de alguém atrás de nós para limpar as nossas. Ninguém vive só. Ninguém sobrevive após o nascimento sem uma mãe, um pai, um irmão, irmã ou amigo.
Ninguém. Nem mesmo a luz sobreviveria sem a escuridão.
Iguais aprendermos a respeitar
Iguais aprendemos que todos temos tarefas, necessidades.
Iguais nós compreendemos que somos todos diferentes, todos, não há nada, nem um único ponto de luz identico a outro.
Iguais nós compreendemos que todos sabemos falar, compartilhar, sorrir.
Iguais nós respeitamos - completamente - nossas mútuas dúvidas.
Iguais nós compreendemos que nenhum de nós sabe sobre a vida e podemos atingir o ponto onde realmente compreendemos que iguais sabemos mais que nada e poderemos concluir que o maior sábio é o aquele que sabe muito, não todos sabendo nada. Quem sabe nada, de passagem, sabe menos que quem sabe seu nome.
Uma célula, uma luz, um ser... uma maneira inteligente de começarmos a pensar sobre nossas origens. Porque origens? Para encontrarmos nossos destinos.
Não aprendemos da vida apenas para morrermos.
Precisamos aprender a voar.
Manteiga não voa.
Precisamos aprender a voar com borboletas, para entendermos a nós mesmos no caminho de virmos a nascer.

Origins

Life in the world is bad.
People suffer, people other give orders to kill.
People die, people other hide quite a few.
Maybe is time to give time a break, time for wondering, to rethink on our own selves.
We are beautiful, we conquered the body we have.
We love it, we do not want to die, nor rich, nor poor.
A writer should know how to write, a painter should recognize from his paints ancient memories, so should the lion eat not from men.
A man can become a friend of the lion, and that we all know for sure.
A man has choices to make up on his believes, feelings, intentions, purposes.
By the way, life has a purpose. We did not just born to die.
We did born, we did build this body of ours, from uniting two cells of two different beens. We don’t know how we did it, we know we did it.
We gained, from almost nothing, to this huge been, and thinker.
Lions do think, do kill man, but not a friend.
Lions are alive to, they too united two cells, and bigger than ours.
They are strong, they live as kings, but their kindgons do have better societies.
They are happy, look that way to me, with their numbers, but they are dying too, and it is not their fault, we all know that.
Life came out the dark, life will go back then to dark.
While lighted, we should agree better on our similarities.
Peace is a matter of conscience and each of us has one.
Act is a matter of affirmation, and each of us is capable to affirm that comprehends and respect the other. We are not monkeys. We are butterflies to be, larves building homes.
We are not just the same soul, we are the same body.
All that maintain ourselves alive is the incomprehension of injustices.
We don’t need to be rich to be happy. We need to be rich to know how better it is from being poor. We need to be poor to be generous. We need to learn about modesty, to be humble. We need, maybe, to be powerful to build beauty, to spread welfare, to go to tv, to buy the cameras, the computers, the equipments, to inform us that we are the light that feeds our surroundings. We are here to clean the dirty of others and we do need someone else behind us to clean up ours. Nobody lives alone. Nobody survive after birth without a mother, a father, a brother, sister, or a friend.
Nobody. Not even light would survive without darkness.
Equal we learn how to respect.
Equal we learn we all have tasks, needs.
Equal we comprehend that we are all different, all, there is nothing, not a single dot of light identical to other.
Equal we comprehend we all know how to talk, to share, to smile.
Equal we respect – completely – each others doubts.
Equal we comprehend none of us know about life and we may all come to the point of actually comprehend that equal we know more than nothing and we may conclude that the wiser man is the one who knows a lot, not everyone knowing anything. Who knows nothing, by the way, knows less than who knows his name.
A cell, a light, a been… an intelligent way of start thinking about origins.
Why origins? To find out destinies.
We didn’t learn about life just to die.
We need learn to fly.
Butter doesn’t fly.
We shall learn with butterflies, to understand ourselves on our way to born.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Fé, crença e ciência. Saber... o que é?

Há duas hipóteses, e razoáveis de serem discutidas, dado o saber atual sobre tudo o que se diz, afirma, prova, demonstra, saber.
Uma premissa: eu existo e comigo tudo o que existe, mesmo o que não sei se existe.
Primeira hipótese: sou um fruto do acaso, e vim do nada, passei pela luz, me tornei átomo, aprendi, me associei em moléculas, dividi, construímos célula, nos dividimos, aprendemos a absorver dos amigos, nos tornamos tecidos, construímos órgãos, e corpos. Nesse caso sou uma gota de luz, esfriei, me contraí, conquistei uma célula, chamaram de esperma, um planeta todo se uniu, nos jogou para fora, entramos em outro mundo e aos milhões lutando por um objetivo, eu consegui conquistar um ovo, dobrei-o ao meio e ninguém mais conseguiu entrar, eduquei o ovo e dele muito aprendi, e hoje estou aqui.
Uma hipótese além do razoável, na minha opinião. Sou luz e vim do nada. Vou me apagar, é o que se espera de mim enquanto corpo, mas nada há que me indique que não vou apenas me reduzir e reconquistar minha jornada.
Segunda hipótese: sou um filho de Deus e assim também é todo o resto. Deus é um ser etéreo, apenas imaginávelmente concebível, por excesso de grandeza, e nosso objetivo é nos tornarmos capazes de fazer um mundo melhor que o que Ele nos deu.
Uma hipótese compreensível.
Em qualquer das duas hipóteses, a luz surge constantemente e não para, ao que temos notícia de mais de dez bilhões de anos sem se apagar.
Pode ser que tenha apagado, mas isso é uma outra questão, e cabe à Ciência nos demonstrar, da mesma maneira que à Natureza tal evento possa, tranquilamente, ocorrer, longe das previsões científicas... mas aí seremos obrigados a considerar que o Apocalipse virá.
A maior qualidade da luz, pode não ser a mais estudada, ou considerada, mas certamente a mais importante, é que, além de se acender, ela apaga.
Porque insisto tanto em uma coisa assim?
Ora. Eu era uma célula dentro de meu pai, morava sossegado e feliz, fui expulso, conquistei um planeta, dobrei-o ao meio, e hoje produzo infinitas delas e muito melhores e maiores que a mim, mereço, creio, alguma glória. Quero ter o direito de receber algo por elas, afinal elas dão consistência ao planeta onde vivo. E como vou morrer antes de dobrá-lo de novo, gostaria de receber minha parte em dinheiro, se ninguém se incomoda.
Resumindo, Deus ou luz, o que importa é que há leis a serem seguidas e essas leis são comportamentais. Luz não as define, ao que sabemos.
E é necessário ao saber humano o conhecimento de quais as leis e como funcionam.
Não matar é uma lei, e da natureza, se assim considerarmos que o humano é o único animal, ou ser, que mata por prazer. E isso está errado, na minha opinião.
A luz mata tanto quanto dá vida.
A luz pensa?
Porque tanta resistência em admitir que um pensamento pode produzir eletricidade?

sábado, 6 de junho de 2009

अ fé, सेम ओ होमेम, nãओ एक्सिस्ते

Eu diria que é preciso um ser para ter fé e é preciso um ser para crer. Aí vou pensar que um ser vive, e nasceu, e não deve ter sido para morrer. Então eu diria que para ter um corpo é preciso uma célula e dento da célula uma luz, um fogo, uma vida, inteligente, para ser capaz de me fazer.
Uma fé é um fogo, uma vida, é inteligenre, capaz, pode gerar luz, luz gera célula... então uma fé é capaz de me fazer.
Estou certo disso?
Claro que não, mas não fui eu quem fiz o Universo para mim.
E nasci de algo pequeno, muito pequeno, e dentro da minha mãe.
Que já estava aqui antes de mim.
Assim como meu pai e todo o resto.
Logo, eu... não criei o Universo. Sou parte dele.
Importante, porque sem eu, eu não sei dele.
Sem mim, eu sei que ele sabe de mim.
Para que me fez? Para brigar com o mundo?
Não é o que penso.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

मु अमिगो astrôनोमो é biólogo

No topo de uma montanha, ao lado de um Cristo enorme de pedra, e iluminado às nossas costas, eu e dois amigos conversávamos sobre luz e pedras.
Luz brilha distante e reflete em pedras que brilham próximo e defletem.
Meu amigo ateu, que é esse biólogo me diz que Deus é a Natureza e eu defendo a idéia de que é um gigante, de muitos dedos, 6,75 bilhões, aproximadamente, e cada um sem compreender as incontáveis patas que saem de Sua majestosa cabeça.
Então começamos a entoar cânticos, e palavras de sabedoria esplendorosa, de Cazuza a Raul Seixas, com a colaboração de Beatles, Roberto e Erasmo Carlos, Milton e Lô, nem Chico ou Caetano ficaram distantes. Até o Tom apareceu e com ele o John, e nos brindou com a surpresa de não aparecer o Ringo nem o Harrison, ocupados em outras bandas.
A beleza da beleza dessa cabeça nos entontece.
Não há muito o que dizer, cantamos, rodopiamos, rodopiei ao menos eu, eles ficaram lá, não compreendendo a vontade que tem de voar e falando de borboletas, de múltiplas cores e tamanhos, com formas diversas, de tubarão a escorpião, de baleia a morcego, só não vi lacraia, até zebra, leão e onça apareceram, isso sem falar no grilo, no macaco que mandou em seu lugar um gambá.
Um local bonito, encantado, mágico mesmo de cantar.
No fim escolhi a Xuxa, como melhor compositora, além de filósofa e professora, pois ensina a crianças.
Sei que depois de passarmos por Piaff, acabamos cruzando com Adamo e logo toda a italianada estava solta.
Os bichos não aplaudiram, e nem todos sobreviveram, infelizmente meu amigo biólogo acabou por excesso de amor a uma borboleta tigre pisando em outra, com forma e nem vi que forma tinha, tão preocupado eu com toda essa gente.
Enfim... uma noitada no topo de mais uma montanha na minha vida.
Encantada, e iluminada. Inspirada, inspiradora, e, espero, inspirante.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

मिंह múसिका प्रेफेरिदा, लोरीना McKennitt

ओ वाई ऐ वेम दा vida

Há no mundo dominadores, dominantes, que determinam os eventos antes que eles ocorram. Aliás escrevem leis para tal. Há eventos inesperados, indesejados e fortuitos, não nos negamos a essa evidência. Minha proposta é um debate onde possamos determinar, a partir de nossos pensamentos, um ideal que pudesse por fim (utopicamente) às mazelas de nossa sociedade.
Já publiquei antes algo falando disso, em francês.
Eu penso, e a idéia aqui é reunir idéias, que há todos os tempos se busca uma verdade, e que se essa Verdade puder ser escrita em maiúsculos e confrontar todas as teorias até hoje em nível de igualdade de argumentos, ou em superação... (sim, porque há teorias que são a expressão da verdade, mas não são mais teorias, são verdades, equacionadas) ... poderemos compreender quem nós somos, porque nascemos e morremos sem sabermos se morrer é mesmo necessário. Eu tenho para mim, e com argumentos convincentes a um cético dos mais céticos, que Deus existe, e pode, dentro da razão humana, ser compreendido. Se isso conseguirmos provar com não mais hipotética teoria, mas com equações e regras estabelecidas (só que agora conhecidas) ... tenho para mim que resolvemos o problema da fome e das guerras. Também imagino que poderemos solucionar uma pá de outros custosos materiais que consumimos ... Vamos passar, penso eu, finalmente, à era do uso da inteligência humana. Saber que existe, sabemos, mas não sabemos quanto ainda pode brilhar.
Quem sou, senão uma pessoa, e errada, como tantas quaisquer?
Que importa isso a quem não é uma pessoa como eu?
Nada. Se eu morro, passam comigo essas informações para o outro lado.
Na fase seguinte, a da troca da minha energia vital para energia alimentar do meu outro ser que é o planeta, como um todo e ser vivo, apenas o mundo de lá poderá avançar mais que o daqui, afastando ainda mais a minha vida de mim.
Não há lógica que não me compreendam. Filosofia, me dizem, não leva a lugar algum.
Uma luz, que se repete, sem jamais se repetir, vive dentro de mim. Ela escapará, se eu não a conseguir compreender e ela se negará a sair, contra todas as forças do universo, se eu aprender a parar de morrer.
A morte é uma doença que mata quem desconhece, na natureza, o seu predador.
O predador de homens é homem, e não há nada mais inequívoco à inteligência individual que isso. Se os outros animais sabem disso ou não, é apenas uma questão de observação: eles se aproximam, expontaneamente da gente em que situações? Quando lhes demonstramos amor?
Então que sentimento é esse, de que tanto se fala?
Veja bem:
Não posso amar a alguém outro mais que a mim, conscientemente, se não souber o tamanho do amor que tenho por mim. Nâo posso e não devo adorar a nada nem a ninguém, mas sou obrigado a reconhecer que não sou uma célula, não sou um fóton, não sou uma coisa. Sou parte de algo e não fui eu, por mais que tenha me apegado ao óvulo, o esperma que tanto lutou para construir todo esse Universo que é a mim o meu corpo. E é evidente que, se não fui eu, ninguém outro, que não Deus foi.
Paremos com essa conversa de que só um é filho d’Ele.
Somos frutos, pronto, e acaba a conversa. Mas... pelo amor de algo, da vida, vamos cuidar melhor de nosso planeta, ué.
Todos nós, humanos, temos o direito de saber que eu sujando ele, morro eu.
Posso compreender-me como um esperma comendo óvulo, mas não consigo entender porque os humanos têm tamanha voracidade em comer a Terra.
A gente é luz, esperma e óvulo são amor, semente que se faz, célula também, e o ser que vive em nós nos unindo, o amor, não pode acabar.
Não podemos seguir nos desunindo. Nosso objetivo é cada um cuidar do planeta como se fosse um bebê. É esse o espírito do ser, da humanidade, de se entender, cada um, um tipo diferente de luz. O capim não pode, nós sim. Célula o capim é. Quando pequeno eu pensava que era cabelo. Acreditava que vivia na cabeça de Deus, porque não posso seguir pensando assim:
eu sou um neurônio do cérebro de Deus e fico do lado de fora para vigiar que não o matem, mas... não posso lutar contra os outros todos contra mim.
A vida não é um vai e vai e vai e vai e segue indo. A vida vai e volta. Se a gente não encontrar o lugar certo para entrar, não entra, morre.
O tempo não existe, nós é que nos balançamos ao longo da ignorância, por puro prazer.
Somos todos luxuriosos, todos, sem exceção. O Papa que não seja na cama, mas na glória, os presidentes, que não sejam nos seus excessos, mas no carinho pelo povo podem ser, e há entre nós gente que sabe ensinar. A boa vontade, lá venho eu de pregador, está dentro de nós. O olho está fora da gente, mas inteiramente afeito pelo Universo todo aí afora. Não nos adianta buscarmos vida lá fora. Temos que encontrar o nosso planeta onde ele está. Aqui.
Alguém acaso já explorou o centro dele?
Sabe mesmo se tem um diamante lá ou um fogão apenas de uma inacreditável explosão?
Um buracão, por exemplo, redondo e perfeito, único, capaz de tamanha perfeição que toda a vida, jamais conhecida no Universo, nada é que apenas a nossa, cá embaixo, a se refletir por todos os céus acima de nós?
Bom... que reflita mais.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

बरैक ओबामा अत नोट्रे Dame

थे मन स्पोके अबाउट थौघ्ट्स, कल्तुरेस, एंड बेलिएवेस, विच मैं फैठेस, एंड इन्तेंड्स, अस हे तौघ्त, अच्चिएवे फॉर थे नेवेर जेनरेशन ओने ह्यूमन फॅमिली।
इ बेलिएवे थिस विडियो टेप शौल्ड बे स्प्रेअद अल ओवर, नोट ओनली अत नोट्रे डेम।
थैंक्स, न्यू यार्क टाईम्स।
यू स्टील देसेर्वेस, आफ्टर सो मानी येअर्स एंड वरोंग एक्ट्स ओं ओउर वर्ल्ड, यू स्टील अरे थे फर्स्ट तो कामे विथ थे एक्स्सलेंत न्यूज़।
अ ग्रेटर कोऑपरेशन एंड ग्रेट उन्देर्स्तान्डिंग... ओबामा'स वोर्ड्स, इ'म जुस्त रेपेअतिंग।
प्लेअसे, फोल्लो थे लिंक एंड वॉच थे विडियो।
कांग्रतुलाशन्स, मर। प्रेसिदेंते। यौर देसेर्वे मोरे थान ओने आउट ऑफ़ तवो होमेनागेस फ्रॉम ह्यूमन बीन्स।
कांग्रतुलाशन्स.

sábado, 9 de maio de 2009

Meus presentes do 55º aniversário

"O Segredo colocado em prática". (Michael J. Losier , A lei da atração, Editora Sem Fronteiras)
Li a capa, as duas longas orelhas e a contra capa também negra desse livro que ganhei no meu 55º aniversário.
Ganhei também um casaco com o qual me orgulharia de me apresentar a uma Rainha e um outro que não me iria mal ao lado de um príncipe. Das calças com uma até poderia estar vestido para não me comportar indignamente na frente da sábia senhora e uma mais clara, ambas de jeans azul, com a qual muito feliz, solto, bonito e contente eu poderia estar ao lado de meu filho largando numa corrida de kart decidindo campeonato, e mesmo suja estivesse tampouco me faria feio na presença da Sua Majestade.
Não ganhei cuecas, mas sim quatro pares de meias, nenhum calçado, mas me sentiria algo deslocado se as usasse todas numa mesma ocasião, me sentiria desprotegido num dia molhado ou mesmo em lugares como pistas e ruas e mistas, mas plenamente me satisfariam apenas as meias tanto num salão de baile em madeira ou em mármore quanto num escalar de montanha complicado, mas nunca numa oficina cheia de óleo para todo lado.
Enfim, ganhei também a presença de amigos, o baile e o carinho de toda essa gente aqui ao meu lado. A Rainha certamente não veio, apenas sua voz me brindou aos ouvidos.
O segredo, do acredite e receba passa por uma onda, e nasce de mim.
Michael, j losier? Estive pensando. Ao descobrir que o segredo é a lei, e atrai, mudo eu meu conceito de mim. Esse é um livro para se ler com muito cuidado. A lei não fala, ela age. Se não conseguir concluir, ao terminar o livro, a realização de meus desejos, não sei para que mais serviria esse livro para mim.
O que li realmente mexeu comigo. O que sei, e o que saberei, residem, ambos, dentro de mim. Um nascendo, um lutando e um morrendo. Há coisa demais dentro de mim.
Quando terminar minha tarefa, a de ler o livro, volto aqui prá dizer onde foi que cresci.
E o que ganhei.
Por falar em ganhar, ganhei de meu pai o melhor abraço.
Ah, sim, ganhei de um menino, namorado noivo da minha sobrinha primeira filha da primeira irmã caçula que eu tive, um presente que há muito queria. Um bocado de erva suficiente para satisfazer a minha vida.
Ganhei carinho, ganhei beijo, só não margarida, e duas camisetas com as quais eu não me veria certamente em outros lugares que não em lutas à frente de revoluções. Talvez... muito distantemente ... eu pudesse vestí-la na pista de corrida... talvez ... muito distantemente. Camisetas vermelhas? Nem em guerras ou em touradas seria uma boa idéia vestí-las. Melhor mesmo o preto casado ou o cinza prateado, e sem camisa. O problema é que sem camisa falta elegância. Bons tempos eram os antigos, antes da existência dessas tais.
Sangue é bonito, mas rapidinho escurece e fica feio, além de malcheiroso.
Vamos ver o que vai acontecer.
Obrigado.
Engraçados os amores da gente... eles nos mostram seus perfumes e fogem de nós brincando de se esconderem de nós.
Ganhei muitos presentes, faltaram amigos, ouvi muitas vozes queridas e nem sei se mereço, devo merecer, a vida é justa, e como diz o livro, nascem de nossos pensamentos os nossos sentimentos... quer dizer, não sei se diz lá isso, deve dizer, foi a conclusão que cheguei ao pouco que li.
Ganhei palavras. Coleciono palavras. São mais fáceis de serem guardadas que sorrisos, e não ocupam tanto espaço.
Obrigado, aumentei bem minha coleção. O amor continua lindo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Uma nova sociedade

Uma nova sociedade não se fará enquanto perdurarem os valores desencontrados que hoje persistem em mantendo hipócritas e distintas intenções de quem os pratica em relação aos demais, segregados e seletos, em diversas caras em uma mesma casa. Os homens de hoje se suportam uns aos outros, e seguindo aos ricos e desprezando aos pobres sempre encontrará uma brecha para desejar ao rico que fique pobre e ensejar do pobre que enriqueça. Os sentimentos que o movem são apenas o de inveja, invejando dos ricos o poder, e vingança, feita por mãos alheias ou mesmo pelo destino. A bondade nisso aparece numa ironia, pois que é bondade querer que o amigo pobre suba na vida, mas assim que lá ele estiver não nos apercebemos que, por não nos darem o crédito devido, passamos a odiá-los também. É a preguiça que nos causa o indolente da atitude. Talvez nos preservemos, inconscientemente, descansando, para melhor exercitarmos, ao vencermos, nossas luxúrias.

Falo por mim, evidentemente, mas também pelo que sinto e vejo de meus amados ao redor de mim e percebo que vale para qualquer um. A um homem de poder tudo é permitido com sorrisos e a um homem carente todos os olhares lhe são hostis.

Como mudar isso?

Mudando fé e valor. Fé é valor.

Cor é valor. Mudar cor não seria de todo mal, mas não é coisa para a Ciência de agora, que embora já o possa fazer, não encontrará tão cedo plena aceitação popular de que todo mundo é azul... e ainda assim terá que se preocupar com os tons.

Vida é valor. Pode-se mudar a vida, dividir melhor o mundo.

E todo homem tem direito à sua fé, cor e vida.

A guerra não respeita vidas, enegrece cores e se diz, muitas vezes, de ser feita em nome de fé.

Fé em que?, eu pergunto.

No amor?

A que?

A quem?

A um povo?

Há um escolhido?

Não é essa a questão que nos atormenta?

O homem, sendo uma chama de luz que se acende de uma faísca, e curta, apesar de bela e forte, ainda não entendeu quem, ou o que, ele é.

A filosofia existe para definir parametros assim, e a luz, por mais etérea que seja, dá consistência à matéria, afastando-se dela. Não é difícil a gente perceber que é o calor a fonte de toda essa vibração. Um átomo que viaje à velocidade da luz é tão incompreensível à vida que toda ela é capaz de se dividir sem jamais perceber que nada do que existe é real.

O fogo, para ser dominado, precisa de ferramentas capazes de mover o sol e é muita arrogância do homem moderno achar que no passado o homem foi capaz de tal proeza sem nem mesmo aventar a possibilidade de fazê-lo aqui, para nos melhorar o futuro logo ali. Dizer que dominar o fogo é apagar incêndio em floresta é fácil depois que a floresta toda se queimou não há mais o que queimar. Areia não pega fogo, sabemos.

A aceitação, pela Ciência, de que há uma força inteligente no início e propósito da vida, não irá nos diminuir os valores que temos, ao contrário, fará com que passemos a nos enxergar como realmente partícipes e importantes, todos, e integrantes, de um mundo novo, onde cada ser presente na Terra é parte, integrante e inteligente, da vida da Terra.

A Terra sendo vista como uma célula com 6,75 bilhões de DNA's divididos, pela natureza, até aqui, nos permitirá entendermos que nós não estamos na Terra, nós somos individualmente, cada ser vivo, um fragmento, percentual, do seu corpo. Somos, a sociedade, um bicho e cheio de cabeças, em crescimento e em perpétuo movimento de integração.

Nosso objetivo em nos valorarmos, ao Universo, por igual, é que nos enxerguemos como igualmente importantes, cada um, ao bicho que nos permite esse pequeno "estar" humano. Não "somos" humanos. Não somos um ser, somos o mesmo ser, todos nós, em mutação. O que nos separa uns dos outros são os nossos anseios mas principalmente as nossas necessidades.

O rico precisa do helicóptero, o pobre não. Sem hipocrisia, responda-me:
- Qual é a diferença, em valor, da vida de um rico e da de um pobre?
a) aos olhos do Universo.
b) aos olhos de Deus.
c) aos olhos teus.

O pobre, sem helicóptero, morre mais rápido.
O rico, de helicóptero, morre também.

Não sei o que propor mais. Sou um ser evoluído e me chamam de filhote de macaco.

Talvez rachar a Terra no meio seja uma boa idéia. Com a formação de dois novos planetas, menores e mais distantes, talvez fique melhor vivermos. Cada um escolhe o seu, e dividimos a sociedade em dois. Os bons e os maus. Os bons vão para Berra e os maus para a Serra, assim ninguém mais erra e a gente acaba com a guerra.

Existe uma solução: cada homem que se sentir filho de Deus, por Sua demora em nos atender, assume aqui na Terra o posto e cuida do que é seu. Filho de peixe nasce peixe e filho de macaco nunca nasceu homem. Não se pode provar tal idiotice sem imaginar que o macaco não nasceu do jacaré sem nem mesmo considerar que ambos e tudo e todos viemos antes de um vegetal comum. Animal é a avó de Darwin, que me perdoe a boa senhora, eu não sou um animal, apesar da alma que tenho, mas seu neto foi longe demais. É muito mais fácil o macaco ter evoluído do homem que o contrário. O macaco é livre, o homem ainda não. Assim funciona a evolução e nunca, jamais, o contrário. O ansiado se conquista e essa é a ordem, primeiro se deseja, depois se realiza a obra. Começar casa pelo telhado nunca foi uma tarefa considerada inteligente, que eu saiba.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Pedro Ferreira e a árvore do bem e do mal

Para quem enxerga através de vidros à luz, esse menino parece que sabe muito bem responder às críticas às suas obras.
Quem olha, com olho de crítico a uma árvore de plástico, vê um horror de atentado à natureza, de desrespeito e mesmo por apenas verde as preservamos nos fundos de nossos baús em casa.
É o cúmulo, para mim, do ridículo uma árvore de plástico, com certeza, mas elas enganam, e não apenas aos nossos olhos, nos trazendo um passado eterno e enraizado dentro de nós, também às nossas mentes que não conseguem com facilidade separar o lúcido do lúdico.
Ao retratar ali, no lugar de Deus e no centro da luz, tal tão inquestionável ridiculice de uma obra humana, Pedro Ferreira conseguiu trazer a mim, que me considero enorme e filho privilegiado de um Pai bondoso e generoso, a compreensão, e toda, do meu ser.
Uma foto assim, a mim, deveria ser mantida para a posteridade. Ela nos traz, ao mais insólito de nossa alma, toda a pequenes do ser humano face à inimitável presença da luz em todo o nosso entorno exterior.
Parabéns, e obrigado. Você realmente é uma pessoa iluminada, Pedro.
Uma rocha, a julgar pelo nome, inteligente, e a julgar pelo olho, iluminado.
Deem uma olhada se estou falando do que não vi:
http://fotografiapf.blogspot.com/

terça-feira, 28 de abril de 2009

Água e vida

http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylc=X3oDMTB1a2x0anY5BF9TAzIxMTU1MDA0NDMEc2VjA3BlZXBfZQRzbGsDcQ--?qid=20090428131831AALKGvB

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11,57407407 crianças morrem, por segundo, no planeta, dizem anualmente os analistas.
De fato, não é essa a verdade.
Entretanto a verdade nos mostra que são
0,03170979 crianças por segundo.... teremos
1,90258752 crianças por minuto, o que ... representa, ao mundo todo,
114,15525114 crianças por hora, e à taxa de 24 horas por dia já serão mais de 2,5 milhões delas por dia.
Ninguém faz nada?
E onde estão? Escondidas de mim?
Porque não lhes assisto os enterros?

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domingo, 26 de abril de 2009

Dad?

God?
Why did I kill my son?
...
Son.
Why did you kill me?
...
Did I? Am I not here talking to you?
Dad, why do I die?
...
Son...
I gave you life, so be it.
Can you die without been born?
I gave you life, remember that?
...
Dad, why did you kill Senna?
...
Son...
I've told you... Do not adore anything, anyone, nothing, but me.
...
Dad... you're so selfish...
...
Son, I'm proud of what I've done. You're me.
...
...
...
But... Dad...
Why would I kill Obama? Ain't he the leader of peace, wisdom, hapiness?
...
Son... He's your brother.
Do not kill him. He'll come to me.
Do not question me.
Just do the best you can, I'm doing my job.
Peace is the goal, but fraternity is a must.
We can not achieve peace without ending the needs.
We can not go ahead without following our steps.
Every man has a time to be, and a mission to accomplish.
Just do the best of yours.
There are times that you're laisy...
There are times you feel good.
You have choices. You are free to kill or die.
You are free to choose, to win or loose,
I judge your acts, not the way around.
...
Dad...
You talk too much.
Here I am, your son, a dust made man, daring fantasise been you.
...
Son...
You're me.
I'm the quieter, you're the talker.
I'm the silent, you're the walker.
I live inside of you.
You do not believe yourself.
Everything I gave you is inside your mind.
Where did that come from?
Your outsides?
Well... That's me.
If you do not see what you see... son...
I happen to know a nice fellow down here in Heaven.
Why don't you kill yourself and check him out?
Dr. Jesus, optometrist.
I've promoted Him.
He came to me, one day and said, as just you're doing here:
Dad, humans are blind.
I laughed.
They do believe, thou, they see.
They do not see, they don't listen, they don't talk, son, but they read.
Write them letters.
...
Thanks, Dad. Nice advice.
I'll do my best.
(traduzindo: Pai?)
Deus?
Porque matei meu filho?
...
Filho...
Porque mataste a mim?
...
Matei? Não estou aqui falando com você?
Porque eu morro?
...
Filho...
Eu te dei a vida, pois seja.
Podes morrem sem nascer?
Te dei a vida, lembre-se.
...
Pai, porque você matou Senna?
...
Filho, eu te disse, não adore nada, coisa nenhuma, ninguém, a não ser Eu.
...
Pai, você é tão egoísta.
...
Filho, tenho orgulho do que fiz, você sou eu.
...
...
...
Mas Pai, porque eu mataria Obama? Ele não é o líder da paz, da sabedoria, da felicidade?
...
Filho...
Ele é seu irmão. Não o mate. Ele virá a mim. Não me questione. Apenas faça o seu melhor que pode, eu estou fazendo a meu trabalho. Paz é a meta, mas fraternidade é imperativo. Não podemos conseguir paz sem acabar com as necessidades. Não avançamos sem seguirmos nossos passos. Todo homem tem um tempo de ser, e uma missão a cumprir. Dê o melhor de si. Há momentos em que estás indolente ... Há momentos em que te sentes bem. Você tem escolhas. Você é livre para matar ou morrer. É livre para escolher, vencer ou perder, Eu julgo seus atos, não o inverso.
...
Pai...
Você fala muito. Aqui estou, seu filho, um pó feito homem, ousando fantasiar ser você.
...
Filho...
Você sou Eu.
Sou o calado, você o falante.
Sou o silente, você o andante.
Eu vivo dentro de ti. Você não crê em ti.
Tudo o que lhe dei está dentro de sua mente.
De onde vim?
Do lado de fora?
Bem... Esse sou eu.
Se você não vê o que vê... filho... conheço um bom amigo aqui no Céu.
Porque não se mata e checa por ti mesmo?
Dr. Jesus, oftalmologista. Eu o promovi.
Ele veio a mim um dia e disse:
Pai, humanos são cegos.
Eu ri. Eles creem, entretanto, que veem.
Eles não veem, não ouvem, não falam, filho, mas leem.
Escreva-lhes algumas cartas.
...
Obrigado, papai.
Belo conselho. Farei meu melhor.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Língua extinta

Língua extinta pode ser lida, interpretada, mas é necessário que se conheça a vida de quem a usava. Não se pode compreender um adepto de Amon-Rá tirando do freezer uma cerveja gelada e preocupado em pagar a conta se explodisse a geladeira.
Amon-Rá nunca ouviu falar de explosões, nem de minas nem de dinamites, muito menos de tiros e canhões, torpedos ou motores, turbinas ou reatores e reagentes.
O mundo era outro. Como eles iriam escrever seus dias? Em datas? Como os fazemos nós?
E como era? Algum linguista sabe me dizer quantos anos viviam essas pessoas em média?
As pirâmides, que eu saiba, levaram mais de cem anos para serem construidas. Não se diz que também a Bíblia foi escrita por um homem que viveu ao menos os 600 anos durante os quais ela foi escrita?

domingo, 12 de abril de 2009

O espírito imortal

Dizem os espíritas ser o momento mais belo de nossa vida o desenlace de nosso espírito a nosso corpo. Creio neles. Afinal, sei que aqui vivo, no estupor do fascinar-me por algo, nada mais vejo, ouço ou sinto. Porque seria diferente se apenas minha alma uma hora resolvesse encarar e compreender, de vez, a beleza da natureza morta. Afinal, se de lá ele, o espírito do corpo morto, aqui nos ver os amigos, amados e queridos, todos eles, e juntos chorando a própria morte... é algo prá lá de encantador. Comovente. Desesperador. Desesperador imagino eu. Mas também belo, afinal para isso nascemos, para deixarmos aqui atrás de nós um rastro de dor... e é, ninguém pode negar, de amor.

terça-feira, 31 de março de 2009

Meu amigo ateu é biólogo.

Biólogo fala de Deus mais do que eu.
Eu falo de luz, e faz fóton, que brilha, gira, e torce o rabo.
Ele fala de macaco, de cachorro, de formiga e tem que vive embaixo d'água.
Falo de água. Falo de cor. De temperatura, e de amor.
A única referência que há na vida da existência de Deus é a Bíblia e o topo de algumas pirâmides, além de tótens e outras maravilhas, de vaca a boi de ouro.
Vaca veio do cachorro?
O cachorro veio da água ou da luz?
Quem inventou toda essa porcariada?
Foi o macaco, o dinossauro, o urso ou a onça?
Meu amigo ficou louco, carrega no carro uma agenda e chama de Bíblia.
Eu lhe disse que era um fruto da mente de sua mãe.
E ele me respondeu que a mãe era uma fruta do cérebro de uma montanha, um morro, um mundo, e que esse mundo veio de uma explosão no céu.
A luz da faísca pesava quanto?
Alguém sabe me dizer?

terça-feira, 24 de março de 2009

Brilhos e átomos, erros e datas

Amon-Rá errou. Ele não era Deus.
Os gregos erraram, em 776 a.C. Olimpo não era Deus.
Buda errou, em 550 a.C. Não somos, a Deus, iguais às formigas.
Sócrates errou, em 450. a.C. O ser humano não é Deus, mas pode voar.
Jesus errou, em 4 a.C. Deveria ter nascido no ano Zero.
Maomé errou, em 571 D.C. O Reino de Deus não é do lado de lá.
Os chineses erraram, em 1.000 D.C. A pólvora não foi inventada. Foi descoberta.
Os italianos acertaram, em 1.088 D.C. Criaram a Universidade.
Deus errou, em 1.348 D.C. Não devia ter mandado pragas para matar Seus filhos.
Os árabes erraram, em 1.450 D.C. Não deviam produzir droga como o café.
Copérnico errou, em 1540 D.C. A Terra é o centro do Universo ainda conhecido.
Nostradamus acertou, em 1.547 D.C. Dois mil não passou. Está.
Galileu errou em 1.613 D.C. A Terra não gira em torno do sol. Gira em torno de si.
Newton errou em 1.666 D.C. A força da gravidade é a resultante de duas outras por ele não percebidas.
Mozart acertou, em 1.756 D.C. A música é divina e maravilhosamente arrebatadora.
Darwin errou, em 1.809 D.C. O ser humano é um pirilampo, uma libélula, uma borboleta, de asas grandes e corpo pequeno.
Nobel errou, em 1.867 D.C. A dinamite já havia sido inventada.
Einstein errou, em 1.879 D.C. Não deveria ter nascido.
Einstein errou, em 1.945 D.C. Não deveria ter dito que explosões geravam vida.
Alguém tem alguma dúvida de que é difícil ao ser humano estar certo e seguro por qualquer coisa que diga?
A luz ao girar brilhando deixa rastros, como hélices que em pares de quatro se dividem em dois e são chamados por homens de fótons.
Esses fótons, uma energia apenas e desprendida de uma fonte única, seguindo única e exclusivamente o ato que a gerou, se tornam átomos.
Se agregam em células. Formam corpos, e estes, nós todos, capazes de compreendermos isso.
Jesus Cristo acertou, ao ter dito que somos cegos.
Também acertou ao ter dito que o Reino de Deus é aqui, dentro do homem.
Por anos passei acreditando ser um animal. Não sou.
Os humanos não sabem o que são.
São prepotentes. Arrogantes, presunçosos, e ignorantes.
Pouco pensam. Muito negam e a tudo questionam.
Deus, lhes pergunto, é luz?
Ou nem um nem outro existem?
Eu existo. E sei que há outros, no mundo, como eu.
Uma referência, comum a todos esses erros e acertos é a data. Evidente que o zero não coincide com o calendário chinês, mas lhes pergunto, dá para traçar uma reta? Se dá... O tempo, pode-se não saber o que é, mas sabe-se que tem direção.
Que quero dizer com isso? Deus existe, e pode ser compreendido. Sempre foi assim. Não enxerga quem não quer ver, não ouve quem não quer escutar, não fala quem não quer falar.
Aos matemáticos... Provar Deus é fácil.... Basta somar todas as células vivas, acrescer às mortas e terão ali o número, peso, volume, o que quiserem de provas a respeito do Todo.

Nasceu a folha

- Não é um brotinho lindo?
- Que florzinha maravilhosa...
- Ela encanta...
- Mas é um broto ...
- Que lindo brotinho ...
- Tem espinho ...
- E parece chorar.
- É uma frutinha.
- Tem semente!
- Ah, é só uma folha.
- Ela é linda.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Como você muda o mundo

Como você muda o mundo?
Mudando a você em primeiro lugar.
Mudando ao mundo e ao Universo em primeiro lugar.
Qual é mais fácil, do ponto de vista de quem quer mesmo ver o mundo mudado?
Então assumo que mudar a mim é enxergar que cegos enxergam, que paralíticos andam, mudos falam, se expressam e muito bem.
Ué... o mundo já mudou.
Eu apenas não consigo ainda me dar conta disso.
Porque não?
Porque não sei quem sou? Como sou? De onde vim?
Bom. Sei quem sou. Sei como sou. Sei de onde vim.
E vim, sou e sei.
Sou um filho de Deus tão filho de Deus quanto a montanha onde nasci.
Sou uma bolha de luz que só consegue se ver iluminada pela luz de onde saí.
De onde saímos todos.
A luz é uma só, ainda que pisque.
A Ciência sabe disso?
Admitir não admite.
Admitirá?
É inteligente a origem que nos permite vida?
É uma boa questão essa.
Óbvia, como todas as demais é a resposta.
Não há par sem ímpar.
Alargar, na mente, o horizonte, é ampliar, ao infinito, a nossa fronte.
Reconheçamos que asas temos e aprendamos a voar.
O ar parece que vai esquentar e a água parece que não vai baixar.

terça-feira, 17 de março de 2009

O nascer, o viver e o morrer

O lúdico, de calças marinho e camisa branca, dizia ser amor, fruto de amor, nasceu de amor, feito para amar e amando morreria para amar a Deus sobre todas as coisas da vida, esquecidas ao longo do caminho.
O lúcido, de camisa azul marinho e calça branca, impecável e de linho, disse-se ele mesmo o ser humano e filosófico incriado, nascido e crescido para apenas aprender a viver.
Acrescentou, com o olhar, que gostaria de saber viver mais rápido e mais feliz.
O louco riu. Ninguém sabe de nada, resmungou ao sair.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ciência

Astronomia é o estudo do gigantismo.
Não há, no Universo, nada maior onde ele possa caber.
É incoerente essa afirmação.
Há, no Universo, um lado exterior.
Desconhecido, sim, podemos dizer, a ponto de nem aceitarmos essa hipótese como teoria.
Um Universo em pulsação faz mais sentido se considerarmos que tudo que conhecemos pulsa, ou vibra, de uma padronizada maneira.
Tudo, no Universo, se repete.
Nada, no Universo, é repetido.
Que podemos concluir daí?
Que nada existe e tudo é?
Que tudo existe e nada é?
Que tudo é nada apenas brilhando?
Que nada reflete?
Que tudo brilha?
Há direção?
Do brilho ao reflexo.
Indubitável.
Tudo deu origem ao nada, que se transformou, tudo se transforma, em tudo.
Palavras?
Ordenadas, ao menos, compreensivelmente.
Somos, cada um, um reflexo de um brilho só.
É Ciência isso?
É filosofia?
Pode-se provar?
Eu existo, e afirmo que existem ramos de mim que perdurarão depois mesmo de mim.
Sou, em essência, maior que o corpo que tenho.
Por isso sou espírita.
E acredito na criação da luz. Ela é a única explicação que faz sentido ao mesmo tempo que explica e derruba por terra todos os outros argumentos, desde que se sabe de Rá até hoje.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Porque me nascem em francês certas coisas?

moi et mon être
pas un jour, mais prés que tous...
une fois, ou d'autre, moi reste, plus que mon être
une fois, ou d'autre, mon être se perdre, moi je vivre
j'entendre, moi a moi memme mon être, dans moi d'autre être
je lui parte, il m'attend, me dit ce que je veut savoir
parfois je ne sais pas que sui je
parfois je croix que Dieu vivre dans mois
parfois je ne croix pas qu'Il existé
Il me pardonne?
Oui, je Lui remerci.
moi...j'exist.
le reste... Aussi.
Nous sommes deux, moi et le reste. Le reste et moi.
Tout le mond, tout les êtres que comprenne eux memme comme être sont comme moi, je pense, je croieux, je le sais.
Il 'y a une response, dans moi, a mes questions...
Il'y a une response, dans chaque vivant, le memme.
Donc... On ne peut pas dire que nous sommes un chaqu'un.
Nous sommes deux, chaqu'un, moi et le reste.
Tous nous comme ça. Et je ne vois pas la Terra comme un planet. Mais mieux une fruit, une orange, bleu. Le vert tout en bas.
Tous nous savons que le rouge, avant le enrougessement, peut paraitre jeune.
C'est noveaux cette idée? Qui peut ça dire? Personne.
La Terre, une fruit? Que sommes nous plus que leur DNA?
La Terre peut aussi être une seul celule... Comme on vas savoir?
Agriculture. Il fault inverser en agriculture... Pas en tourisme... Pas en guerres. Energie, oui, mas puissante e prope, quand non plus pas de tout chére. Gratuit. Un deveur de l'Etat aux citoyens, pas un coste. Une obligation.

...
Falando em obrigação, tenho amigos que não falam essa língua estranha com a qual minha mente fala comigo. Traduzindo aqui para eles:
Eu e meu ser
não um dia, mas quase todos
uma vez, ou outra, eu descanso, mais que meu ser
uma vez, ou d'outra, meu ser se perde, eu vivo
eu me ouço, eu a mim mesmo meu ser, dentro de mim outro ser
eu lhe falo, ele me atende, me diz o que quero saber
por vezes não sei o que sou
por vezes creio que Deus vive dentro de mim
por vezes não creio que exista
Ele me perdoa?
Sim, eu Lhe agradeço.
Eu ... existo.
O resto ... também.
Nós somos dois, eu e o resto, o resto e eu.
Todo mundo... todos os seres que se compreendem a si próprios como seres, são como eu, penso, creio, e sei.
Há uma resposta, dentro de mim, a minhas questões.
Há uma resposta, dentro de cada ser vivo, o mesmo.
Logo ... não podemos dizer que somos um, cada um.
Somos dois, cada um, eu e o resto.
Todos nós somos assim, e não vejo a Terra como um planeta. Antes uma fruta, uma laranja, azul. O verde todo embaixo.
Todos sabemos que o vermelho, antes de envermelhamento, pode parecer amarelo.
É nova essa idéia? Quem pode dizer isso? Ninguém.
A Terra, uma fruta? Que somos nós mais que seu DNA?
A Terra pode também ser uma só célula. Como vamos saber?
Agricultura. Deve-se investir em agricultura. Não em turismo. Não em guerras. Energia, sim, mas limpa e potente, quando não de modo algum cara. Gratuita. Um dever do Estado aos cidadãos, um custo. Uma obrigação.

quarta-feira, 4 de março de 2009

A agulha dourada

Atalhos sempre facilitam a vida da gente, e assim seguirá sendo.
Não é o saber que Deus é luz que vai impedir o povo questionar porque não pára de brilhar.
E não deve parar tão cedo, imagino eu.
http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/voce-acredita-em-mediunidade/artigo/the-golden-niddle-jesus-was-telling-about/13132

terça-feira, 3 de março de 2009

domingo, 1 de março de 2009

O assassino e o assassinado

CARTA DE UMA MÃE PARA OUTRA MÃE
INVERSÃO DE VALORES-(CASO VERÍDICO)
*Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na tv.

De mãe para mãe.
'Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc... Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto.Quero com ele fazer coro.Enorme é a distância que me separa do meu filho.Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar 'Os meus direitos' !' Faça circular este manifesto! Talvez a gente consiga acabar com esta (falta de vergonha na cara)inversão de valores que assola o Brasil. Direitos humanos deveria ser para
HUMANOS DIREITOS.
(e-mail recebido de uma amiga que imagino saiba ser mãe)

Constituição de Ars Anji

Declaração de direitos de cidadã.

Esse é o meu país, os estrangeiros são convidados e os brasileiros bem-vindos. Nele reina, mas não impera, a paz; luta-se por respeito e ensina-se a igual fraternidade entre as pessoas.
Meu país sou eu, e nele todos de quem já ouvi falar, imigrados.

Nasci em um casarão de Muzambinho, Minas Gerais, e fui registrado propriedade do Brasil. Conhecendo do mundo gente de todas as raças, revoltei-me. O mundo não é nada disso do que se diz. Não é redondo, nunca foi cercado de cachoeiras e nem mesmo é um globo girante ou um átomo ou uma célula como mesmo eu disse tempos atrás. Aprendi, e sei agora que fui enganado durante toda minha vida, ser o maior sábio o que nada sabia. O maior sábio é o que tudo sabe e costuma responder por diversos nomes, entre eles Deus. O mundo é pura luz, suja – por nós! – mas pura.

Declarei então minha independência. No meu país reino eu. Em pleno gozo de meus direitos de cidadão, declarei-me desobediente civil ao Brasil e não mais reconheci qualquer autoridade estrangeira. Para efeitos de referência, país tem que ter nome e o meu reino não é diferente, e nomino-o, a partir de hoje, nove de janeiro de 2006, Ars Anji. Nossa moeda: amor. Divide-se e vale muito, ao par do Real, brasileiro.

São direitos individuais da cidadã, a pessoa humana:

A fé, a paz, a vida, a terra e seus frutos, as idéias, a verdade e o respeito.

Define a filosofia dos deveres:

Toda cidadã é igual a outra perante a lei.

Lei primeira: é proibido proibir e fica desde já revogada.

Lei segunda: em caso de dúvida, vale a opinião do mais convincente.

Lei terceira: valoriza-se a vida.

Artigo primeiro: o ser humano tem primazia sobre os demais.
Parágrafo único: intervenções naturais e divinas têm primazia sobre todos os seres.
Artigo segundo: todo ser vivo tem direito à vida.
Parágrafo único: tudo o que dá vida tem vida.

Lei quarta: todo cidadão tem o dever de abrigar, em regime de albergue, a outro.

Lei quinta: o inferno não prevalece.

Arsanjiano e arsanjinês

"Une papillon avec sept ailles peut ne pas compreendre elle memme sans l'aide des ailles, que n'ont peuvront compreendre d'elles memme sans l'aide des deux autres, deux hommes, et pas deux femmes, la femme, comme je l'a voit, c'est la mére aussi des sept chiens, necessaires por completer la triade.... Il est incroyable, mas peut être vrai, se compreendris."
Arsanjiano, puro.
Também pode ser assim:
"Uma borboleta com sete asas pode não se compreender a si mesma sem ajuda das asas, que não poderão se compreender a elas mesmas sem ajuda de duas outras, dois homens, e não duas mulheres... a mulher, como a vejo borboleta, é a mãe também de sete cães, necessários para completar a tríade... É incrícel, mas pode ser verdadeiro, se compreendido."
Isso já seria mais parecido com arsanjinês.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

De uma ou de outra questão

Quando traduzo algo, às vezes invento. Não vejo outra saída. Há palavras, e muitas, e regras, e muitas, e mutantes, todas ... então que me perdoem não poder chamar essa minha maneira de escrever como sendo arsanjiana, uma língua que só eu mesmo falo.
Easy. Fácil, facile, facille, como poderiam dizer os franceses... (o que disse ali atrás em inglês, português antigo (não sei se ainda usam acento), espanhol (que imagino ser assim, mas posso estar enganado, sou obrigado aqui a mencionar origens, e desconhecimentos meus)...
Quem souber que me ensine.
Fico grato. Gosto de aprender.
A idéia do blog é essa... inventar, descobrir o certo e corrigir...
Ou seja, aprendermos, uns com os outros, o que não sabemos.
Não é sábio nada saber.
Isso é coisa antiga.