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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Enquanto isso, no Jardim do Néden

Fora do Jardim do Éden, o Néden, que acabou resumido no Nada, os descendentes de Adão, que diga-se de passagem veio mesmo de lá para cá expulso, os cientistas seguem com suas biologices, e publica-se agora que ao fecundar uma maçã com uma cobra verde, obtiveram recentemente um homem verde.

O espanto foi grande, mas a experiência não poderia parar por aí.

Então fecundaram uma cobra verde com uma maçã madura e vermelha, e o resultado foi uma mulher amarela.

Alucinados no mesmo dia fecundaram ao mesmo tempo uma maçã verde madura, e verde de casca, com a cobra verde e uma maçã verde verde mesmo com uma cobra verde e qual não foi a surpresa aos rebentos praticamente idênticos e ambos brancos.

Tentaram com todos os tipos de maçã com a cobra verde e não conseguiram resultados outros que não a repetição desses aí.

Tentaram com a cobra coral e não funcionou com nenhuma das maçãs e esperam conseguir a cobra certa para então provarem à humanidade que o homem negro também é oriundo da fecundação de um animal por um vegetal e acabar de vez com as dúvidas sobre nossas origens.

Concluíram, e parece lógico, que o homem nascido verde possivelmente mudará de cor e poderá então se tornar negro, mas para isso terão que esperar que o bebê nascido (não nascem grandes os homens e mulheres) atinja a maturidade e isso levará mais tempo que o previsto para o 21/12/2.012.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Twitter na minha vida

Acabei de retwittar um tweet no Twitter e antes tinha pensado em vir aqui blogá-lo, para depois fazer propaganda de mim para que viessem aqui no meu blog ler o que eu penso. Mas aí reconsiderei... se posso falar pouco, e falar certo, penso até que seria falso modesto se dissesse que não é tão certo assim, porque é, e reconsiderando admiti que primeiro deveria mesmo dizer lá o que ainda não disse aqui, porque considero chato, e até aborrecido, que alguém me critique por não saber o que digo.
Ora... se escrevo, insisto e persisto, é porque sei que o que digo é bom de ser sabido, lido, ouvido, repetido.
Então lá vai:
A primeira certeza que tenho é que a vida, como um todo, começou antes de mim.
A segunda, é que a minha vida começou apenas comigo, quando nasci.
E a terceira, que me é uma informação e não um saber, é que saí do útero da minha mãe.
A quarta certeza já me é uma dúvida... meu pai... será que saí mesmo dele?
Posso saber, claro, mas não será, nem mesmo medindo o DNA, uma certeza 100% certa.
E uma certeza, cem por cento certa, é que a vida começou antes de todos os seres hoje vivos. Menos a minha. Que começou comigo.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Língua extinta

Língua extinta pode ser lida, interpretada, mas é necessário que se conheça a vida de quem a usava. Não se pode compreender um adepto de Amon-Rá tirando do freezer uma cerveja gelada e preocupado em pagar a conta se explodisse a geladeira.
Amon-Rá nunca ouviu falar de explosões, nem de minas nem de dinamites, muito menos de tiros e canhões, torpedos ou motores, turbinas ou reatores e reagentes.
O mundo era outro. Como eles iriam escrever seus dias? Em datas? Como os fazemos nós?
E como era? Algum linguista sabe me dizer quantos anos viviam essas pessoas em média?
As pirâmides, que eu saiba, levaram mais de cem anos para serem construidas. Não se diz que também a Bíblia foi escrita por um homem que viveu ao menos os 600 anos durante os quais ela foi escrita?