Mon mond est d'autre. Meu mundo é outro. My world is another. And mine. I follow, shadow of me, myself.
Colaboradores
Mostrando postagens com marcador ओरिगेम. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ओरिगेम. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
फोरम ऐ dimensõएस दो उनिवेर्सो conhecido
O elétron se une ao átomo para formar o ser, mas une-se sem se tocar. Ele não se funde ao átomo, ele o nutre, com informações, sentimentos, emoções, pensamentos e mesmo parte de nossos sonhos individuais. É ele, o elétron, o ser que se alimenta do núcleo e é ele, o elétron, o ser que dá proteção e calor ao núcleo. Assim a vida é um compromisso, inabalável não, mas compreensível, da necessidade de um para aplacar a solidão do outro, da importância em que um ser, sozinho, e incapaz de produzir ao mesmo tempo a si alimento e proteção. Sem se alimentar de luz nem mesmo o elétron seria capaz de girar em torno de si. O fóton tem essa capacidade, a mesma humana, de se enrolar, tanto em torno de si, que chega a insanidade de não mais se compreender a si. Ainda bem. Um fóton como origem do todo é razoável para que possamos compreender que o Universo é plano e sim, infinitamente grande, mas contido num Infinito, esse sim, imensurável e imponderável entre duas rochas inigualáveis, uma excessivamente quente e outra opostamente fria. Nós, nosso Universo conhecido e imaginado amorfo e circular, é plano e finito. Não completamente plano, um pouco elevado ao centro, como qualquer poça d'água em lâmina já avermelhada. Não tenho a menor dúvida disso. Assim sendo, sou um fóton e meu destino é apagar-me. Como me construí e colossalmente ponderável em relação a minha origem primária, é de se considerar a possibilidade de que eu possa alongar-me nessa estada, mas tenho certeza, absoluta, que vou incomodar muita gente nessa minha pretensão. Provando-se a sapiência da luz, prova-se, a mim ao menos, a existência de Deus, a fonte dessa sapiência. Como provar isso? Medindo, evidentemente, as extremidades mais distantes e as mais próximas e dando forma, a nossos olhos, além de explicar o movimento, ao Universo já conhecido.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
इन्दिविदुअलिस्मो ऐ कोमुनिस्मो
Penso que o saber cresce, que a ignorância é praticamente estagnada, mas cresce também, embora menos acentuadamente, e que por essa falta de equilíbrio, o final que vemos é o da estupidez dar lugar à razão e de tempos em tempos algo na humanidade acaba sendo tão mais importante que os seres humanos que esses se destróem, com alianças, entre si.
Considero que nada no Universo se repete. Absolutamente nada. A posição do objeto é relevante e o objeto que estiver no ponto 1,1 jamais estará no ponto 1,2 nem 2,1, podendo, entretanto, dados nomes aos pontos, estarem em 2,2 da mesma maneira e na exata proporção em que estaria em 1,1.
Pura matemática. Podemos fazer com os números o que quisermos.
Podemos demonstrar que uma possibilidade em infinitas ocorre da mesma maneira que infinitas possibilidades em infinitas possibilidades podem não ocorrer jamais e assim analiso a certeza de que um dia o Universo foi apagado, sem luz. É uma possibilidade, mas essa possibilidade é a mesma de ter sido eternamente iluminado e só agora está escurecendo.
Considero inteligente admitir que houve um começo e considero adequado que esse princípio tenha sido a origem de tudo.
O próprio DNA, uma sequencia mensurável é demonstrável de que na origem de qualquer vida há uma ordem a ser obedecida.
O fato de nada no céu estar onde parece estar também é um indicador de que não estão onde os vemos e cremos estar. Nunca.
Que seguem padrões todos sabemos, e que quase infinitas possibilidades distintas de movimento todas as matérias já evoluíram. É possível, portanto, reconhecermos dados os movimentos anteriores, e aí estampados no céu, nos determinando o que há por vir e se pode-se ler o passado, pode-se prever o futuro, também pode-se mudar o passado e, isso fazendo, podemos trazer ao presente o eldorado sempre buscado.
O tempo, inexistindo como é da matemática, não pode ser maior que o presente tanto que impeça o futuro de chegar ao mesmo tempo em que nos invadirá o passado.
Assim, sabendo que de cada mente cada vida depende, podemos compreender, finalmente, que a vida é um pensamento, e colorido, além de que em assim sendo, todo o Universo, e com ele nossos sonhos mais ... amalucados, é individualmente o mesmo para todo mundo, embora não seja possa ser único para cada ser, é único, e individual, a cada ser da mesma maneira que é único, e o todo, no Todo Ser.
E esse ou admitimos que é Deus, ou chamamos de Luz inteligente, o que, a mim, dá no mesmo, com a diferença que em nomeando essa inteligência superior, mostramos a ela mais respeito que banalizando-a como se nada fosse.
Compartilhamos o sonho coletivo e dele somos a parte única a nos permitir vê-lo.
Não sei se me entenderam, mas ... o Universo sendo fruto do meu pensamento, Deus me torno, a mim.
E somos todos assim.
Não sou louco sozinho, tenho certeza disso.
A insanidade coletiva é a origem da minha, assim somos.
Quanto mais se aprende, mais se sabe ...
Infalível.
Quanto menos se aprende, menos se sabe.
Matemático.
Como se aprende? Acreditando no que se lê.
Quando? Séculos depois de escrito.
Porque séculos?
Porque o ser humano não consegue admitir, cara a cara, que o outro está lhe ensinando algo que ele nunca soube.
Considero que nada no Universo se repete. Absolutamente nada. A posição do objeto é relevante e o objeto que estiver no ponto 1,1 jamais estará no ponto 1,2 nem 2,1, podendo, entretanto, dados nomes aos pontos, estarem em 2,2 da mesma maneira e na exata proporção em que estaria em 1,1.
Pura matemática. Podemos fazer com os números o que quisermos.
Podemos demonstrar que uma possibilidade em infinitas ocorre da mesma maneira que infinitas possibilidades em infinitas possibilidades podem não ocorrer jamais e assim analiso a certeza de que um dia o Universo foi apagado, sem luz. É uma possibilidade, mas essa possibilidade é a mesma de ter sido eternamente iluminado e só agora está escurecendo.
Considero inteligente admitir que houve um começo e considero adequado que esse princípio tenha sido a origem de tudo.
O próprio DNA, uma sequencia mensurável é demonstrável de que na origem de qualquer vida há uma ordem a ser obedecida.
O fato de nada no céu estar onde parece estar também é um indicador de que não estão onde os vemos e cremos estar. Nunca.
Que seguem padrões todos sabemos, e que quase infinitas possibilidades distintas de movimento todas as matérias já evoluíram. É possível, portanto, reconhecermos dados os movimentos anteriores, e aí estampados no céu, nos determinando o que há por vir e se pode-se ler o passado, pode-se prever o futuro, também pode-se mudar o passado e, isso fazendo, podemos trazer ao presente o eldorado sempre buscado.
O tempo, inexistindo como é da matemática, não pode ser maior que o presente tanto que impeça o futuro de chegar ao mesmo tempo em que nos invadirá o passado.
Assim, sabendo que de cada mente cada vida depende, podemos compreender, finalmente, que a vida é um pensamento, e colorido, além de que em assim sendo, todo o Universo, e com ele nossos sonhos mais ... amalucados, é individualmente o mesmo para todo mundo, embora não seja possa ser único para cada ser, é único, e individual, a cada ser da mesma maneira que é único, e o todo, no Todo Ser.
E esse ou admitimos que é Deus, ou chamamos de Luz inteligente, o que, a mim, dá no mesmo, com a diferença que em nomeando essa inteligência superior, mostramos a ela mais respeito que banalizando-a como se nada fosse.
Compartilhamos o sonho coletivo e dele somos a parte única a nos permitir vê-lo.
Não sei se me entenderam, mas ... o Universo sendo fruto do meu pensamento, Deus me torno, a mim.
E somos todos assim.
Não sou louco sozinho, tenho certeza disso.
A insanidade coletiva é a origem da minha, assim somos.
Quanto mais se aprende, mais se sabe ...
Infalível.
Quanto menos se aprende, menos se sabe.
Matemático.
Como se aprende? Acreditando no que se lê.
Quando? Séculos depois de escrito.
Porque séculos?
Porque o ser humano não consegue admitir, cara a cara, que o outro está lhe ensinando algo que ele nunca soube.
Assinar:
Postagens (Atom)
