terça-feira, 21 de abril de 2009

Língua extinta

Língua extinta pode ser lida, interpretada, mas é necessário que se conheça a vida de quem a usava. Não se pode compreender um adepto de Amon-Rá tirando do freezer uma cerveja gelada e preocupado em pagar a conta se explodisse a geladeira.
Amon-Rá nunca ouviu falar de explosões, nem de minas nem de dinamites, muito menos de tiros e canhões, torpedos ou motores, turbinas ou reatores e reagentes.
O mundo era outro. Como eles iriam escrever seus dias? Em datas? Como os fazemos nós?
E como era? Algum linguista sabe me dizer quantos anos viviam essas pessoas em média?
As pirâmides, que eu saiba, levaram mais de cem anos para serem construidas. Não se diz que também a Bíblia foi escrita por um homem que viveu ao menos os 600 anos durante os quais ela foi escrita?

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