O grande, pelo pequeno.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.
Mon mond est d'autre. Meu mundo é outro. My world is another. And mine. I follow, shadow of me, myself.
Colaboradores
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Le grand pour le petit
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dois olhos, dois ouvidos, uma boca e um nariz.
Esse sou eu, mas também tenho pernas e dois braços.
À minha mente, cada ponta um planeta, segundo li hoje na Folha.
O sol é o centro de mim. Posso dizer assim o que parecem não compreender mais.
O ser humano é o centro do Universo, é o que Jesus veio aqui dizer.
A Ciência brigou com a igreja, queimou seus livros, matou seus sábios, mas isso não muda o fato de que a inteligência foi feita para ser usada, e se me esmero em lentes para enxergar brilhos, posso também esticar de 10 para 100 o uso de minha capacidade intelectual.
Tenho uma mente, uma só mente, somente, uma mente, e então dois olhos, para compreender que sou um ser, e um ser célula única não é, mas a mistura, a liga, entre duas delas. Possível é a uma célula dividir-se em dois. Possível será um homem dar à luz uma mulher. Adão conseguiu, diz-se de Eva. Possível é a mim, hoje aqui, compreender que a fé de Adão em Deus, que conversava com ele, sempre foi, e sempre será, maior que a minha. Então... seres humanos iguais, falta a mim, para me ver Adão, além de Eva, a cobra e a maçã, Deus e o Paraíso. De resto, somos idênticos. Ou seja, meu mundo é outro.
À minha mente, cada ponta um planeta, segundo li hoje na Folha.
O sol é o centro de mim. Posso dizer assim o que parecem não compreender mais.
O ser humano é o centro do Universo, é o que Jesus veio aqui dizer.
A Ciência brigou com a igreja, queimou seus livros, matou seus sábios, mas isso não muda o fato de que a inteligência foi feita para ser usada, e se me esmero em lentes para enxergar brilhos, posso também esticar de 10 para 100 o uso de minha capacidade intelectual.
Tenho uma mente, uma só mente, somente, uma mente, e então dois olhos, para compreender que sou um ser, e um ser célula única não é, mas a mistura, a liga, entre duas delas. Possível é a uma célula dividir-se em dois. Possível será um homem dar à luz uma mulher. Adão conseguiu, diz-se de Eva. Possível é a mim, hoje aqui, compreender que a fé de Adão em Deus, que conversava com ele, sempre foi, e sempre será, maior que a minha. Então... seres humanos iguais, falta a mim, para me ver Adão, além de Eva, a cobra e a maçã, Deus e o Paraíso. De resto, somos idênticos. Ou seja, meu mundo é outro.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Bolhas e luz
O fóton é uma bolha, admita-se.
É rápido, sabe-se. É instantâneo, percebe-se da luz ao acender-se que ocupa todo o derredor, mensurável entretanto essa instantaneidade, visto que do sol até aqui leva oito minutos, o que não impede que em oito minutos uma chama nos atinja saída de lá.
Não há muito o que fazer se isso acontecer, a não ser ser lançado, em luz esse fóton inflado dentro de mim, ao interior e de volta à minha origem, do que consideramos planeta, essa bola de matéria a nos impedir de realizarmos esse sonho de retorno ao sossego da eternidade.
Pois bem, o fóton cresce, toma a forma que quer, e aceita nomes e denominações, tem regras e leis, e é forte o suficiente para manter um corpo como o nosso aceso por bem mais tempo que imaginamos.
É uma criatura divina, capaz de agrupar-se por si só dentro de um útero e de lá sair um infinito de vezes maior que si próprio infinitamente já ampliado em uma célula com a aparência de uma lua e fecundado por um dinossauro sem pernas e faminto.
Também esse ser fotogênico que me dá vida é capaz de dar toda a vida em volta de mim e assim o faz.
Não sou o que penso ser, não sou o que creio ser, e sei que sou o ser que me deu vida, desde fóton até aqui. Vou me apagar não me é uma questão, é uma resposta, e definitiva apenas quando ocorrer. Considerando que o tempo não existe, apago-me quando alguém outro me matar. A morte não é a incumbência da vida, penso comigo. Não nasci para morrer. Falta-me esse saber e algas já o conhecem, e também árvores vivem milhões de vezes mais que humanos. Possível é e concebível que Deus esteja presente na origem, no momento e no futuro de nossas vidas.
A Ciência, até aqui inapta ao maiúsculo no nome, por incapaz de nos demonstrar de onde saiu essa luz que nos alimenta a todos e a tudo, há de reconhecer que há inteligência na criação.
É rápido, sabe-se. É instantâneo, percebe-se da luz ao acender-se que ocupa todo o derredor, mensurável entretanto essa instantaneidade, visto que do sol até aqui leva oito minutos, o que não impede que em oito minutos uma chama nos atinja saída de lá.
Não há muito o que fazer se isso acontecer, a não ser ser lançado, em luz esse fóton inflado dentro de mim, ao interior e de volta à minha origem, do que consideramos planeta, essa bola de matéria a nos impedir de realizarmos esse sonho de retorno ao sossego da eternidade.
Pois bem, o fóton cresce, toma a forma que quer, e aceita nomes e denominações, tem regras e leis, e é forte o suficiente para manter um corpo como o nosso aceso por bem mais tempo que imaginamos.
É uma criatura divina, capaz de agrupar-se por si só dentro de um útero e de lá sair um infinito de vezes maior que si próprio infinitamente já ampliado em uma célula com a aparência de uma lua e fecundado por um dinossauro sem pernas e faminto.
Também esse ser fotogênico que me dá vida é capaz de dar toda a vida em volta de mim e assim o faz.
Não sou o que penso ser, não sou o que creio ser, e sei que sou o ser que me deu vida, desde fóton até aqui. Vou me apagar não me é uma questão, é uma resposta, e definitiva apenas quando ocorrer. Considerando que o tempo não existe, apago-me quando alguém outro me matar. A morte não é a incumbência da vida, penso comigo. Não nasci para morrer. Falta-me esse saber e algas já o conhecem, e também árvores vivem milhões de vezes mais que humanos. Possível é e concebível que Deus esteja presente na origem, no momento e no futuro de nossas vidas.
A Ciência, até aqui inapta ao maiúsculo no nome, por incapaz de nos demonstrar de onde saiu essa luz que nos alimenta a todos e a tudo, há de reconhecer que há inteligência na criação.
terça-feira, 31 de março de 2009
Meu amigo ateu é biólogo.
Biólogo fala de Deus mais do que eu.
Eu falo de luz, e faz fóton, que brilha, gira, e torce o rabo.
Ele fala de macaco, de cachorro, de formiga e tem que vive embaixo d'água.
Falo de água. Falo de cor. De temperatura, e de amor.
A única referência que há na vida da existência de Deus é a Bíblia e o topo de algumas pirâmides, além de tótens e outras maravilhas, de vaca a boi de ouro.
Vaca veio do cachorro?
O cachorro veio da água ou da luz?
Quem inventou toda essa porcariada?
Foi o macaco, o dinossauro, o urso ou a onça?
Meu amigo ficou louco, carrega no carro uma agenda e chama de Bíblia.
Eu lhe disse que era um fruto da mente de sua mãe.
E ele me respondeu que a mãe era uma fruta do cérebro de uma montanha, um morro, um mundo, e que esse mundo veio de uma explosão no céu.
A luz da faísca pesava quanto?
Alguém sabe me dizer?
Eu falo de luz, e faz fóton, que brilha, gira, e torce o rabo.
Ele fala de macaco, de cachorro, de formiga e tem que vive embaixo d'água.
Falo de água. Falo de cor. De temperatura, e de amor.
A única referência que há na vida da existência de Deus é a Bíblia e o topo de algumas pirâmides, além de tótens e outras maravilhas, de vaca a boi de ouro.
Vaca veio do cachorro?
O cachorro veio da água ou da luz?
Quem inventou toda essa porcariada?
Foi o macaco, o dinossauro, o urso ou a onça?
Meu amigo ficou louco, carrega no carro uma agenda e chama de Bíblia.
Eu lhe disse que era um fruto da mente de sua mãe.
E ele me respondeu que a mãe era uma fruta do cérebro de uma montanha, um morro, um mundo, e que esse mundo veio de uma explosão no céu.
A luz da faísca pesava quanto?
Alguém sabe me dizer?
quarta-feira, 4 de março de 2009
A agulha dourada
Atalhos sempre facilitam a vida da gente, e assim seguirá sendo.
Não é o saber que Deus é luz que vai impedir o povo questionar porque não pára de brilhar.
E não deve parar tão cedo, imagino eu.
http://www.jornaldedebates.ig.com.br/debate/voce-acredita-em-mediunidade/artigo/the-golden-niddle-jesus-was-telling-about/13132
Não é o saber que Deus é luz que vai impedir o povo questionar porque não pára de brilhar.
E não deve parar tão cedo, imagino eu.
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