Arnaldo Jabor.
Ar, não caldo, já, e agora.
Perfeito, nem mesmo precisaria ler.
Bom, já embora tendo lido a primeira frase, "Brasileiro é um povo solidário.", repito-a, povo sou, e Dário, ou Dario, é meu amigo. Brasileiros, um conjunto somos. Verdade, e nada babaca.
Peço perdão ao ilustre senhor Jabor para mencionar-lhe que Arnaldo que eu conheço é outro.
Eleito para o cargo mais importante do Estado, o sujeito que não tem escolaridade tem preparo para calar jornais.
Talvez não tenha sido registrado gari, e Barroso, um famoso Ari, tampouco me lembra ciência, história ou sociologia só porque tem uma história de vida sofrida.
Para mim, brasileiro acusador infâme de Lula, e o faço porque acredito que nosso país tem melhor futuro que ser lembrado amigo de ditadores, comunistas, vermelhos e neo-nazistas cujas palavras só o que fazem é dizer do holocausto um nunca existir, o presidente do Brasil representa o meu voto, quer eu lhe ame ou não. E para mim é o melhor Presidente que esse país já teve, tendo tido até agora a coragem de expor aos brasileiros e ao mundo todo a verdadeira cara de cada bandido, cada ladrão, cada pessoa envolvida em corrupção, no mais profundo e limpo mar de lama que eu nem no pior de meus sonhos jamais acreditei poder existir.
Tamanha desfaçatez, por favor, não façamos.
O Presidente do País, qualquer que seja o seu nome ou grau de escolaridade dá as Ordens que irão construir o país onde meu neto vai viver e também os seus.
Pagar 100% da minha renda a traficantes e ainda dou esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; e sim, faço isso antes de ficar sabendo que nisso também pensa o senhor Arnaldo.
Aceito que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade.
Organizações não governamentais, dessas que defendem humanos direitos também representam de mim a legitimidade em saber que quem derruba helicópteros controla o tráfego aéreo sobre nossas mansões.
E esses que protestam com balas de chumbo e aço capazes de controlar o fluxo do dinheiro que o governo usa para comprar colchões, muitas vezes dormem sem eles. E os queimam, sim de propósito, para matar as formigas que os carcereiros alimentam dentro das paredes tão fortificadas.
Isso não é coisa de gente otária. É coisa de gente solidária.
Tão solidária que a qualquer juiz deveria ser como conivente.
Não "É" "coisa de gente otária."
Agora, de fato, faço minhas também essas outras palavras:
"- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão."
Bom... fazer piadinha não é o meu forte.
Imundícies, murros na boca, de quebrar meus dentes, bofetada na cara, e de vários lados, levei... e dou risada.
Mas... piada?
Nâo.... não é piada não.
Em enterro sei que são muito disputadas, mas lá a causa é conhecida.
Há que sabermos que para livrarmo-nos da culpa de termos nos esquecido do morto enquanto vivo, quem nos entretém e faz toda a palhaçada não é exatamente o povo, mas a mídia, e essa não é só em São Paulo, a capital das madrugadas.
Estou em Muzambinho, e leio a Folha, mas também carrego no meu bolso folhas verdes de árvores e essas ... choram mais verde que as demais.
Nâo sou burro e tenho memória.
"Brasileiro tem um sério problema."
Nisso concordamos também.
"Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo."
Mas... convenhamos... há brasileiros que protestam sem rir.
"- Brasileiro é um povo trabalhador" e isso não é "Mentira."
O Brasileiro é um povo trabalhador, acolhedor, amistoso, e amigo.
É vagabundo por excelência, mas trabalha. E o faz para preservar a vida e isso não é tarefa pouca.
Há trabalho numa vida comunitária mesmo indígena, saibamos.
Há trabalho na construção de cada célula de cada corpo, é trabalho o viver lutando para sobreviver.
"Brasileiro é vagabundo por excelência."
O ser humano é vagabundo por natureza.
Perdôe-me aqui discordar mais uma vez, sou, antes de brasileiro, terráqueo e como tal tenho o direito de me defender do que como cidadão me sinto mesmo acusado.
Trabalhei do dia em que furei o óvulo da minha mãe com furadeira elétrica e de muito brilho, e não parei de trabalhar até esse presente momento em que aqui me contraponho a tal magnânima e gigantesca voz, comparada com a minha, discreto e escondido cidadão.
Jabor parece se esquecer que brasileiro também ele é, pois que aqui já o grafa em minúsculo.
"O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo."
Esse Brasileiro eu, não me engano. Sei que a voz do povo é a voz de Deus e que a voz de Deus passa pela voz dos jornais antes de ser esculpida em tão nobres e conhecidas gargantas.
Há vida em Marte e prova disso é que a água lá é mais fria que aqui.
A voz da imprensa é a música que o povo canta, digo eu ao comentarista.
"O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês," fica possuído pela inveja de seus ídolos milionários rindo dele próprio e fazendo piada de suas dores enquanto ele, "para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo."
Aqui sim, o senhor se comporta como gente do povo.
É preciso ser povo para se compreender a si.
O "povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada".... "aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo."
Acho que isso me atingiu como um petardo.
Não sou vagabundo.
Sou filósofo.
E sei que isso quer dizer vagabundo, mas me senti ofendido.
"- Brasileiro é um povo honesto."
Eu sou honesto e isso não é "Mentira.", isso é Verdade.
Me canso, mas não esmoreço:
Hoje, uma qualidade em baixa, sigo tentando nos elevar.
"Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso."
Se qualquer pessoa oferecer 50 Euros a qualquer pessoa para ele não te acusar de algo, provavelmente não será acusado de nada, mas com certeza estará tentando subornar o outro.
Quem oferece o dinheiro do suborno, supostamente está disposto a pagar para esconder seus crimes.
"Não por medo de ser pego, mas porque ele" sabe ser certo que aceitam propinas.
Nisso estou de acordo, me sinto esse brasileiro, indignado, não apenas com o mensalão, mas com toda a corrupção, mas confesso, se "arrumasse uma boquinha dessas," .... isso sequer passaria por minha cabeça.
"- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira."
Bom... se forem 90,0001, é Verdade que seria mentirosa a frase pouco inovadora.
Podem ser 99,1, e ricos mesmos só os que retiram do povo os Bilhões estampados desfolhadas.
"Já foi."
E segue sendo.
Também na favela dançam, logo vivem, famosos e conhecidos midiáticos ídolos do nosso povo.
Historicamente, a arte nasce mesmo é nas favelas e lá se iniciam nos morros não só cariocas com negros e mulatos retornando da
Guerra Judiciário-Legislativa em que o Executivo do Brasil se instalou.
Nessa época quem mora lá é gente. Se não é honesta, que outra alternativa tenho que não concordar com o crime tão organizado?
Não é nossa realidade essa diferente?
"Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal."
Muito nobre tem família e muita família nobre tem como rei o pai.
Se a maioria da favela fosse honesta, não haveria bandidos fazendo leis.
Se a maioria do povo fosse honesta, a maioria dos políticos que o representam seria honesta e não me parece que isso seja o que se espelha nas nossas telas.
"já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas."
O comentarista de novo parece ironizar o que para mim nada tem nem mesmo de satírico. É cruel dizermos que o Brasil não é um país democrático.
Se assim não o fosse, eu jamais poderia estar na internet dispondo ao mundo minhas poucas palavras.
"- O Brasil é um pais democrático." Dos mais democráticos pois que apoia a União da Repúblicas Socialistas Sul Americanas, a URSSA e a controla como qualquer executivo no comércio mundial controlaria a URS S.A., uma empresa nem tão conhecida assim como se fosse a Exxon se escondendo de ESSO, dos consumidores da Texaco, que sequer compreeenderiam, em inglês, o que a Texas Co. significa no mundo petrolífero mundial.
Me canso, mas aceito que "num país democrático a vontade da maioria é Lei."
Sou minoria de um, e sempre fui. Aprendi a conviver como vencido.
Como a minoria do povo acho que bandido bom é bandido vivo, mas sucumbo à maioria barulhenta que se expressa "em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente."
Assistindo na televisão o drama dos outros, finjo que não são pessoas, nem realidades, mas apenas personagens de uma vida distante.
O que posso fazer contra a bala que me atinge, tenha ela vindo de cima, de baixo ou de um lado ou de outro senão cair morto e torcer para que tenha um enterro digno e feliz?
Num mundo onde todos têm direitos a uma fé e muitos são os que matam em nome dessa fé, e tem obrigações, não existe democracia e sim anarquia. Diz a ONU que todo ser humano tem direito à vida.
Países matam cidadãos de outras nações, não nos façamos de cegos aos Palestinos, Afegãos, Chineses, Pasquitaneses ou europeus.
Gente morre por todo lado e isso é contra a primeira lei de Deus.
Não dá para amar a Deus estando morto. Todo ser que nasce, se for inteligente, perceberá que tem direito a não morrer.
Não ia comentar o parágrafo seguinte, chamar humanos e brasileiro de bovino para mim é algo que não merece comentários, mas... concordo e reproduzo aqui as palavras, porque são brilhantes e até a última, do moço jornalista:
"Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
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Mon mond est d'autre. Meu mundo é outro. My world is another. And mine. I follow, shadow of me, myself.
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terça-feira, 4 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Le grand pour le petit
O grande, pelo pequeno.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dois olhos, dois ouvidos, uma boca e um nariz.
Esse sou eu, mas também tenho pernas e dois braços.
À minha mente, cada ponta um planeta, segundo li hoje na Folha.
O sol é o centro de mim. Posso dizer assim o que parecem não compreender mais.
O ser humano é o centro do Universo, é o que Jesus veio aqui dizer.
A Ciência brigou com a igreja, queimou seus livros, matou seus sábios, mas isso não muda o fato de que a inteligência foi feita para ser usada, e se me esmero em lentes para enxergar brilhos, posso também esticar de 10 para 100 o uso de minha capacidade intelectual.
Tenho uma mente, uma só mente, somente, uma mente, e então dois olhos, para compreender que sou um ser, e um ser célula única não é, mas a mistura, a liga, entre duas delas. Possível é a uma célula dividir-se em dois. Possível será um homem dar à luz uma mulher. Adão conseguiu, diz-se de Eva. Possível é a mim, hoje aqui, compreender que a fé de Adão em Deus, que conversava com ele, sempre foi, e sempre será, maior que a minha. Então... seres humanos iguais, falta a mim, para me ver Adão, além de Eva, a cobra e a maçã, Deus e o Paraíso. De resto, somos idênticos. Ou seja, meu mundo é outro.
À minha mente, cada ponta um planeta, segundo li hoje na Folha.
O sol é o centro de mim. Posso dizer assim o que parecem não compreender mais.
O ser humano é o centro do Universo, é o que Jesus veio aqui dizer.
A Ciência brigou com a igreja, queimou seus livros, matou seus sábios, mas isso não muda o fato de que a inteligência foi feita para ser usada, e se me esmero em lentes para enxergar brilhos, posso também esticar de 10 para 100 o uso de minha capacidade intelectual.
Tenho uma mente, uma só mente, somente, uma mente, e então dois olhos, para compreender que sou um ser, e um ser célula única não é, mas a mistura, a liga, entre duas delas. Possível é a uma célula dividir-se em dois. Possível será um homem dar à luz uma mulher. Adão conseguiu, diz-se de Eva. Possível é a mim, hoje aqui, compreender que a fé de Adão em Deus, que conversava com ele, sempre foi, e sempre será, maior que a minha. Então... seres humanos iguais, falta a mim, para me ver Adão, além de Eva, a cobra e a maçã, Deus e o Paraíso. De resto, somos idênticos. Ou seja, meu mundo é outro.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
ओ वाई ऐ वेम दा vida
Há no mundo dominadores, dominantes, que determinam os eventos antes que eles ocorram. Aliás escrevem leis para tal. Há eventos inesperados, indesejados e fortuitos, não nos negamos a essa evidência. Minha proposta é um debate onde possamos determinar, a partir de nossos pensamentos, um ideal que pudesse por fim (utopicamente) às mazelas de nossa sociedade.
Já publiquei antes algo falando disso, em francês.
Eu penso, e a idéia aqui é reunir idéias, que há todos os tempos se busca uma verdade, e que se essa Verdade puder ser escrita em maiúsculos e confrontar todas as teorias até hoje em nível de igualdade de argumentos, ou em superação... (sim, porque há teorias que são a expressão da verdade, mas não são mais teorias, são verdades, equacionadas) ... poderemos compreender quem nós somos, porque nascemos e morremos sem sabermos se morrer é mesmo necessário. Eu tenho para mim, e com argumentos convincentes a um cético dos mais céticos, que Deus existe, e pode, dentro da razão humana, ser compreendido. Se isso conseguirmos provar com não mais hipotética teoria, mas com equações e regras estabelecidas (só que agora conhecidas) ... tenho para mim que resolvemos o problema da fome e das guerras. Também imagino que poderemos solucionar uma pá de outros custosos materiais que consumimos ... Vamos passar, penso eu, finalmente, à era do uso da inteligência humana. Saber que existe, sabemos, mas não sabemos quanto ainda pode brilhar.
Quem sou, senão uma pessoa, e errada, como tantas quaisquer?
Que importa isso a quem não é uma pessoa como eu?
Nada. Se eu morro, passam comigo essas informações para o outro lado.
Na fase seguinte, a da troca da minha energia vital para energia alimentar do meu outro ser que é o planeta, como um todo e ser vivo, apenas o mundo de lá poderá avançar mais que o daqui, afastando ainda mais a minha vida de mim.
Não há lógica que não me compreendam. Filosofia, me dizem, não leva a lugar algum.
Uma luz, que se repete, sem jamais se repetir, vive dentro de mim. Ela escapará, se eu não a conseguir compreender e ela se negará a sair, contra todas as forças do universo, se eu aprender a parar de morrer.
A morte é uma doença que mata quem desconhece, na natureza, o seu predador.
O predador de homens é homem, e não há nada mais inequívoco à inteligência individual que isso. Se os outros animais sabem disso ou não, é apenas uma questão de observação: eles se aproximam, expontaneamente da gente em que situações? Quando lhes demonstramos amor?
Então que sentimento é esse, de que tanto se fala?
Veja bem:
Não posso amar a alguém outro mais que a mim, conscientemente, se não souber o tamanho do amor que tenho por mim. Nâo posso e não devo adorar a nada nem a ninguém, mas sou obrigado a reconhecer que não sou uma célula, não sou um fóton, não sou uma coisa. Sou parte de algo e não fui eu, por mais que tenha me apegado ao óvulo, o esperma que tanto lutou para construir todo esse Universo que é a mim o meu corpo. E é evidente que, se não fui eu, ninguém outro, que não Deus foi.
Paremos com essa conversa de que só um é filho d’Ele.
Somos frutos, pronto, e acaba a conversa. Mas... pelo amor de algo, da vida, vamos cuidar melhor de nosso planeta, ué.
Todos nós, humanos, temos o direito de saber que eu sujando ele, morro eu.
Posso compreender-me como um esperma comendo óvulo, mas não consigo entender porque os humanos têm tamanha voracidade em comer a Terra.
A gente é luz, esperma e óvulo são amor, semente que se faz, célula também, e o ser que vive em nós nos unindo, o amor, não pode acabar.
Não podemos seguir nos desunindo. Nosso objetivo é cada um cuidar do planeta como se fosse um bebê. É esse o espírito do ser, da humanidade, de se entender, cada um, um tipo diferente de luz. O capim não pode, nós sim. Célula o capim é. Quando pequeno eu pensava que era cabelo. Acreditava que vivia na cabeça de Deus, porque não posso seguir pensando assim:
eu sou um neurônio do cérebro de Deus e fico do lado de fora para vigiar que não o matem, mas... não posso lutar contra os outros todos contra mim.
A vida não é um vai e vai e vai e vai e segue indo. A vida vai e volta. Se a gente não encontrar o lugar certo para entrar, não entra, morre.
O tempo não existe, nós é que nos balançamos ao longo da ignorância, por puro prazer.
Somos todos luxuriosos, todos, sem exceção. O Papa que não seja na cama, mas na glória, os presidentes, que não sejam nos seus excessos, mas no carinho pelo povo podem ser, e há entre nós gente que sabe ensinar. A boa vontade, lá venho eu de pregador, está dentro de nós. O olho está fora da gente, mas inteiramente afeito pelo Universo todo aí afora. Não nos adianta buscarmos vida lá fora. Temos que encontrar o nosso planeta onde ele está. Aqui.
Alguém acaso já explorou o centro dele?
Sabe mesmo se tem um diamante lá ou um fogão apenas de uma inacreditável explosão?
Um buracão, por exemplo, redondo e perfeito, único, capaz de tamanha perfeição que toda a vida, jamais conhecida no Universo, nada é que apenas a nossa, cá embaixo, a se refletir por todos os céus acima de nós?
Bom... que reflita mais.
Já publiquei antes algo falando disso, em francês.
Eu penso, e a idéia aqui é reunir idéias, que há todos os tempos se busca uma verdade, e que se essa Verdade puder ser escrita em maiúsculos e confrontar todas as teorias até hoje em nível de igualdade de argumentos, ou em superação... (sim, porque há teorias que são a expressão da verdade, mas não são mais teorias, são verdades, equacionadas) ... poderemos compreender quem nós somos, porque nascemos e morremos sem sabermos se morrer é mesmo necessário. Eu tenho para mim, e com argumentos convincentes a um cético dos mais céticos, que Deus existe, e pode, dentro da razão humana, ser compreendido. Se isso conseguirmos provar com não mais hipotética teoria, mas com equações e regras estabelecidas (só que agora conhecidas) ... tenho para mim que resolvemos o problema da fome e das guerras. Também imagino que poderemos solucionar uma pá de outros custosos materiais que consumimos ... Vamos passar, penso eu, finalmente, à era do uso da inteligência humana. Saber que existe, sabemos, mas não sabemos quanto ainda pode brilhar.
Quem sou, senão uma pessoa, e errada, como tantas quaisquer?
Que importa isso a quem não é uma pessoa como eu?
Nada. Se eu morro, passam comigo essas informações para o outro lado.
Na fase seguinte, a da troca da minha energia vital para energia alimentar do meu outro ser que é o planeta, como um todo e ser vivo, apenas o mundo de lá poderá avançar mais que o daqui, afastando ainda mais a minha vida de mim.
Não há lógica que não me compreendam. Filosofia, me dizem, não leva a lugar algum.
Uma luz, que se repete, sem jamais se repetir, vive dentro de mim. Ela escapará, se eu não a conseguir compreender e ela se negará a sair, contra todas as forças do universo, se eu aprender a parar de morrer.
A morte é uma doença que mata quem desconhece, na natureza, o seu predador.
O predador de homens é homem, e não há nada mais inequívoco à inteligência individual que isso. Se os outros animais sabem disso ou não, é apenas uma questão de observação: eles se aproximam, expontaneamente da gente em que situações? Quando lhes demonstramos amor?
Então que sentimento é esse, de que tanto se fala?
Veja bem:
Não posso amar a alguém outro mais que a mim, conscientemente, se não souber o tamanho do amor que tenho por mim. Nâo posso e não devo adorar a nada nem a ninguém, mas sou obrigado a reconhecer que não sou uma célula, não sou um fóton, não sou uma coisa. Sou parte de algo e não fui eu, por mais que tenha me apegado ao óvulo, o esperma que tanto lutou para construir todo esse Universo que é a mim o meu corpo. E é evidente que, se não fui eu, ninguém outro, que não Deus foi.
Paremos com essa conversa de que só um é filho d’Ele.
Somos frutos, pronto, e acaba a conversa. Mas... pelo amor de algo, da vida, vamos cuidar melhor de nosso planeta, ué.
Todos nós, humanos, temos o direito de saber que eu sujando ele, morro eu.
Posso compreender-me como um esperma comendo óvulo, mas não consigo entender porque os humanos têm tamanha voracidade em comer a Terra.
A gente é luz, esperma e óvulo são amor, semente que se faz, célula também, e o ser que vive em nós nos unindo, o amor, não pode acabar.
Não podemos seguir nos desunindo. Nosso objetivo é cada um cuidar do planeta como se fosse um bebê. É esse o espírito do ser, da humanidade, de se entender, cada um, um tipo diferente de luz. O capim não pode, nós sim. Célula o capim é. Quando pequeno eu pensava que era cabelo. Acreditava que vivia na cabeça de Deus, porque não posso seguir pensando assim:
eu sou um neurônio do cérebro de Deus e fico do lado de fora para vigiar que não o matem, mas... não posso lutar contra os outros todos contra mim.
A vida não é um vai e vai e vai e vai e segue indo. A vida vai e volta. Se a gente não encontrar o lugar certo para entrar, não entra, morre.
O tempo não existe, nós é que nos balançamos ao longo da ignorância, por puro prazer.
Somos todos luxuriosos, todos, sem exceção. O Papa que não seja na cama, mas na glória, os presidentes, que não sejam nos seus excessos, mas no carinho pelo povo podem ser, e há entre nós gente que sabe ensinar. A boa vontade, lá venho eu de pregador, está dentro de nós. O olho está fora da gente, mas inteiramente afeito pelo Universo todo aí afora. Não nos adianta buscarmos vida lá fora. Temos que encontrar o nosso planeta onde ele está. Aqui.
Alguém acaso já explorou o centro dele?
Sabe mesmo se tem um diamante lá ou um fogão apenas de uma inacreditável explosão?
Um buracão, por exemplo, redondo e perfeito, único, capaz de tamanha perfeição que toda a vida, jamais conhecida no Universo, nada é que apenas a nossa, cá embaixo, a se refletir por todos os céus acima de nós?
Bom... que reflita mais.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Porque me nascem em francês certas coisas?
moi et mon être
pas un jour, mais prés que tous...
une fois, ou d'autre, moi reste, plus que mon être
une fois, ou d'autre, mon être se perdre, moi je vivre
j'entendre, moi a moi memme mon être, dans moi d'autre être
je lui parte, il m'attend, me dit ce que je veut savoir
parfois je ne sais pas que sui je
parfois je croix que Dieu vivre dans mois
parfois je ne croix pas qu'Il existé
Il me pardonne?
Oui, je Lui remerci.
moi...j'exist.
le reste... Aussi.
Nous sommes deux, moi et le reste. Le reste et moi.
Tout le mond, tout les êtres que comprenne eux memme comme être sont comme moi, je pense, je croieux, je le sais.
Il 'y a une response, dans moi, a mes questions...
Il'y a une response, dans chaque vivant, le memme.
Donc... On ne peut pas dire que nous sommes un chaqu'un.
Nous sommes deux, chaqu'un, moi et le reste.
Tous nous comme ça. Et je ne vois pas la Terra comme un planet. Mais mieux une fruit, une orange, bleu. Le vert tout en bas.
Tous nous savons que le rouge, avant le enrougessement, peut paraitre jeune.
C'est noveaux cette idée? Qui peut ça dire? Personne.
La Terre, une fruit? Que sommes nous plus que leur DNA?
La Terre peut aussi être une seul celule... Comme on vas savoir?
Agriculture. Il fault inverser en agriculture... Pas en tourisme... Pas en guerres. Energie, oui, mas puissante e prope, quand non plus pas de tout chére. Gratuit. Un deveur de l'Etat aux citoyens, pas un coste. Une obligation.
...
Falando em obrigação, tenho amigos que não falam essa língua estranha com a qual minha mente fala comigo. Traduzindo aqui para eles:
Eu e meu ser
não um dia, mas quase todos
uma vez, ou outra, eu descanso, mais que meu ser
uma vez, ou d'outra, meu ser se perde, eu vivo
eu me ouço, eu a mim mesmo meu ser, dentro de mim outro ser
eu lhe falo, ele me atende, me diz o que quero saber
por vezes não sei o que sou
por vezes creio que Deus vive dentro de mim
por vezes não creio que exista
Ele me perdoa?
Sim, eu Lhe agradeço.
Eu ... existo.
O resto ... também.
Nós somos dois, eu e o resto, o resto e eu.
Todo mundo... todos os seres que se compreendem a si próprios como seres, são como eu, penso, creio, e sei.
Há uma resposta, dentro de mim, a minhas questões.
Há uma resposta, dentro de cada ser vivo, o mesmo.
Logo ... não podemos dizer que somos um, cada um.
Somos dois, cada um, eu e o resto.
Todos nós somos assim, e não vejo a Terra como um planeta. Antes uma fruta, uma laranja, azul. O verde todo embaixo.
Todos sabemos que o vermelho, antes de envermelhamento, pode parecer amarelo.
É nova essa idéia? Quem pode dizer isso? Ninguém.
A Terra, uma fruta? Que somos nós mais que seu DNA?
A Terra pode também ser uma só célula. Como vamos saber?
Agricultura. Deve-se investir em agricultura. Não em turismo. Não em guerras. Energia, sim, mas limpa e potente, quando não de modo algum cara. Gratuita. Um dever do Estado aos cidadãos, um custo. Uma obrigação.
pas un jour, mais prés que tous...
une fois, ou d'autre, moi reste, plus que mon être
une fois, ou d'autre, mon être se perdre, moi je vivre
j'entendre, moi a moi memme mon être, dans moi d'autre être
je lui parte, il m'attend, me dit ce que je veut savoir
parfois je ne sais pas que sui je
parfois je croix que Dieu vivre dans mois
parfois je ne croix pas qu'Il existé
Il me pardonne?
Oui, je Lui remerci.
moi...j'exist.
le reste... Aussi.
Nous sommes deux, moi et le reste. Le reste et moi.
Tout le mond, tout les êtres que comprenne eux memme comme être sont comme moi, je pense, je croieux, je le sais.
Il 'y a une response, dans moi, a mes questions...
Il'y a une response, dans chaque vivant, le memme.
Donc... On ne peut pas dire que nous sommes un chaqu'un.
Nous sommes deux, chaqu'un, moi et le reste.
Tous nous comme ça. Et je ne vois pas la Terra comme un planet. Mais mieux une fruit, une orange, bleu. Le vert tout en bas.
Tous nous savons que le rouge, avant le enrougessement, peut paraitre jeune.
C'est noveaux cette idée? Qui peut ça dire? Personne.
La Terre, une fruit? Que sommes nous plus que leur DNA?
La Terre peut aussi être une seul celule... Comme on vas savoir?
Agriculture. Il fault inverser en agriculture... Pas en tourisme... Pas en guerres. Energie, oui, mas puissante e prope, quand non plus pas de tout chére. Gratuit. Un deveur de l'Etat aux citoyens, pas un coste. Une obligation.
...
Falando em obrigação, tenho amigos que não falam essa língua estranha com a qual minha mente fala comigo. Traduzindo aqui para eles:
Eu e meu ser
não um dia, mas quase todos
uma vez, ou outra, eu descanso, mais que meu ser
uma vez, ou d'outra, meu ser se perde, eu vivo
eu me ouço, eu a mim mesmo meu ser, dentro de mim outro ser
eu lhe falo, ele me atende, me diz o que quero saber
por vezes não sei o que sou
por vezes creio que Deus vive dentro de mim
por vezes não creio que exista
Ele me perdoa?
Sim, eu Lhe agradeço.
Eu ... existo.
O resto ... também.
Nós somos dois, eu e o resto, o resto e eu.
Todo mundo... todos os seres que se compreendem a si próprios como seres, são como eu, penso, creio, e sei.
Há uma resposta, dentro de mim, a minhas questões.
Há uma resposta, dentro de cada ser vivo, o mesmo.
Logo ... não podemos dizer que somos um, cada um.
Somos dois, cada um, eu e o resto.
Todos nós somos assim, e não vejo a Terra como um planeta. Antes uma fruta, uma laranja, azul. O verde todo embaixo.
Todos sabemos que o vermelho, antes de envermelhamento, pode parecer amarelo.
É nova essa idéia? Quem pode dizer isso? Ninguém.
A Terra, uma fruta? Que somos nós mais que seu DNA?
A Terra pode também ser uma só célula. Como vamos saber?
Agricultura. Deve-se investir em agricultura. Não em turismo. Não em guerras. Energia, sim, mas limpa e potente, quando não de modo algum cara. Gratuita. Um dever do Estado aos cidadãos, um custo. Uma obrigação.
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