segunda-feira, 2 de novembro de 2009

देवनेइओस

Se o imprevisível pode ser previsto, é de se premonizar que o previsível termine por deter o improvável antes que se possa realizar. Ou seja, poder-se-ia acabar com as mortes antes de se aprender a não mais envelhecermos. Pensando nisso, melhor desaprendermos o que nunca deixamos de saber para assimilarmos então a fonte da juventude, a longevidade, a nossas células, uma por uma, para que parem de se dividir. Uma maneira boa seria ingerindo algo que elas gostem de comer, como açucar, ou álcool, já marcados com a letra certa. Afinal se o DNA é uma frase comprida, o tecido é um livro de vida, o órgão uma biblioteca maior que a de Constantinopla, e o corpo um Universo tão ou mais rico que o conhecido nosso. Apenas em menor escala. Pode muito bem aprender como ensinavam os antigos, com reflexos de luz ou com sinais de fumaça. Tanto faz, aprendendo a não mais morrer, teremos tempo para experimentar além dessas duas, outras maneiras mais eficientes de chamar a atenção dos extra-terrestres para aparecerem por aqui e nos darem umas aulas de evolução.

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