Acabei de retwittar um tweet no Twitter e antes tinha pensado em vir aqui blogá-lo, para depois fazer propaganda de mim para que viessem aqui no meu blog ler o que eu penso. Mas aí reconsiderei... se posso falar pouco, e falar certo, penso até que seria falso modesto se dissesse que não é tão certo assim, porque é, e reconsiderando admiti que primeiro deveria mesmo dizer lá o que ainda não disse aqui, porque considero chato, e até aborrecido, que alguém me critique por não saber o que digo.
Ora... se escrevo, insisto e persisto, é porque sei que o que digo é bom de ser sabido, lido, ouvido, repetido.
Então lá vai:
A primeira certeza que tenho é que a vida, como um todo, começou antes de mim.
A segunda, é que a minha vida começou apenas comigo, quando nasci.
E a terceira, que me é uma informação e não um saber, é que saí do útero da minha mãe.
A quarta certeza já me é uma dúvida... meu pai... será que saí mesmo dele?
Posso saber, claro, mas não será, nem mesmo medindo o DNA, uma certeza 100% certa.
E uma certeza, cem por cento certa, é que a vida começou antes de todos os seres hoje vivos. Menos a minha. Que começou comigo.
Mon mond est d'autre. Meu mundo é outro. My world is another. And mine. I follow, shadow of me, myself.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
O ser e eu, um ser fora de mim.
Estive pensando nisso.
Um ser.
Sou um ser.
Sei que sou um.
Um algo. Um corpo. Um algo dentro de um corpo.
Um ser... algo dentro de um corpo que lhe dá unicidade, que o faz único.
Uma caneta é um ser, e uma pedra outro.
A pedra, se for grande, se dividida, se transforma em mais de um ser.
A caneta, se dividida, não.
O macaco, se dividido, passa a ser duas metades de corpo. Deixa de ser um ser o ser então.
O macaco, se compartilhado com a macaca, produz um outro ser macaco igual ao ser macaco original. O ser se multiplica, posso deduzir.
Há seres que se movem por vontade própria e seres que são movidos independente de vontade própria. Entretanto o planeta, como um ser muito grande, move todos os seres nele habitantes sem que esses saibam que são movidos.
O sol é um ser e não se sabe se se move ou se se é movido, embora ele se mova e cause o movimento dos seres que se movem em torno de si, mas é movido dentro de uma galáxia que se move, movida, pelo ser conjunto espacial. Infinito, que seja, e desconhecido, mas certamente causa do movimento das galáxias dentro de si. Como o sangue no meu corpo por mim é movido, ainda que eu não tenha que lhe dar ordens a todo instante.
Então há mais que saber sobre o ser. O ser movido é distinto do ser que move mas não há um ser se não existe fora dele um invólucro isolando-o do 'ser tudo' à sua individual externidade.
Um ser sou eu, outro ser meu pai e ser outro meu irmão, dois deles mais velhos que eu. Um ser é a formiga, um ser não é bem uma flor, já que despida do caule que a contém, não nos parece, embora seja, um ser inteiro. Um ser inteiro eu sou, enquanto vivo.
Saberei?
Nasci para aprender, é o que penso. E ainda não aprendi o que há para aprender sobre a eternidade de uma vida que só tenha começo e meio, muito menos sobre uma perenidade só de meio, mas sei que posso vir a compreender que o presente só é presente, e sempre presente, no momento, no hoje, no aqui, no agora, no instante e presente. O presente é um esticar de passado eternamente tocando um futuro intangível e inocorrível.
Há seres que se movem por vontade própria, como eu, e seres há que são movidos, como uma caneta, ou uma pedra. Mas montanhas se movem e delas saem as pedras, logo o ser pedra, assim como o ser flor, mexe também. É da flor a vontade de envelhecer, de secar, de cair? É da árvore a intenção, já que foi feita para servir, serviu, e agora é descartada para nutrir, e nutre, a raiz? Somos pré-programados para nos alimentarmos antes de servirmos de alimento? O alimento, move-se até nossa boca ou é movido por nosso desejo? Sou uma célula, um ser, esse corpo, feito de células, e seres, desse corpo, para trocarem de lugar umas com as outras até que a única que lhes dá ordens aprenda que para deixar de morrer precisa compreender mais que apenas o seu ser. Precisa compreender a causa dos movimentos, controlar e parar no corpo o envelhecimento.
O movimento da luz, antes de ocorrer, precisou da existência da luz para vir a acontecer. A luz, para ser acesa, precisa antes ser imaginada, imagino eu, e ... na ausência de algo, não seria difícil a um ser vivo porém etéreo e completo, além de perfeito e único, pensar apenas, ao invés de dizer: "Faça-se luz!" para que a luz se fizesse. É hipotético demais imaginarmos por premissa que um ser pensante não precise de matéria para fazê-lo? Seria o mesmo que considerarmos que a água, por ser transparente, não existe, mas sempre poderemos argumentar que o átomo, por mais sólido que pareça, é apenas luz condensada. E luz ... não é matéria, da mesma maneira, e provavelmente nas mesmas proporções, que gelo, por mais fino que seja, não é água e é tão ou mais transparente que a própria água.
Porque a Ciência tem tanto medo de demonstrar, ou aceitar, a existência de inteligência no princípio dos princípios?
Porque não tem capacidade de demonstrar que o Universo é estático?
Porque realmente crê que o acaso, ao ter descoberto que a vida tinha uma fórmula, resolveu escrevê-la em todas as células existentes uma a uma?
Porque crê que o caos é desorganizado?
Ou porque não o compreende caótico? Nada há mais organizado que o caos. Nada, no Universo, se repete, e isso, ao contrário de indicar desorganização, demonstra ordem, e em pleno irrepreensível cumprimento: nada - no Universo! - se repete.
Deus é um ser.
Imaginário, dizem.
Antigo, dizem também.
Primeiro... eu diria.
Único? Não... único também sou e único é o macaco que caiu do galho.
Deus é o ser primeiro.
Então concordo em que tenha dito: "Luz! Faça-se." E admito que a luz obedeceu.
Aí compreendo que a vida começou, nesse Universo material.
Deus era um homem? Não.... um homem nem mesmo eu sou.
Deus era, foi, um ser.
E como mesmo dito na Bíblia (onde tudo está à espera de compreensão), depois de finda a Sua obra, descansa eternamente pairando sobre as águas.
E nós, aqui na superfície, o que estamos fazendo para diminuir-lhe a ira?
Praticando amor? Distribuindo riquezas?
Cuidando do ar?
O que paira sobre as águas, caso não saibam, é ar.
Não me importa que nome lhe deem, ar sujo pesa.... e não se sustenta em ar quente, ao contrário, cai mais rápido.
Ainda não aprendemos a respirar fora do planeta e não penso que aprenderemos a respirar de novo dentro d'água, embora tenha consciência de que por nove meses de minha vida era só o que eu fazia. Mas... penso que no útero eu não era bem um ser humano.
Seres humanos respiram. Eu não respirava.
Aprendi depois.
É o mesmo que o macaco, no dia que aprender a falar, começar a reclamar de direitos macaquícios nas Universidades. Se o macaco aprender a falar e argumentar, acaso ser-lhe-á negado o título de humano só porque é mais peludo? Ou porque tem rabo?
Tem gente que não tem cabelo, e não deixa de ser humano por isso.
Tem gente, metade mais ou menos do planeta, que não tem pênis assim como metade há sem vagina e é também enorme a proporção entre os com seios e os sem seios.
Há gente sem pelo no corpo. Gente sem dedo. Porque não poderia haver gente com rabo?
Não disse Darwin que esses senhores eram nossos longevos tataravós?
Então.... eu imagino que se o macaco até hoje não aprendeu a falar, deviamos respeitar a sua natureza e não ensiná-lo. Porque se ensinarmos, ele aprende, ainda mais com toda essa tecnologia a nosso dispor, como leitores de mentes. Até robô, que é aço e mineral em sua maioria, aprende... porque a formiga não aprenderia? Basta colocarmos à sua frente microfones adequados, tradutores eficientes e cá estaremos nós conversando com todos os seres.
Agora... quando é que poderemos esperar dos seres não humanos que coloquem em nossas bocas tais equipamentos?
Ora... se só o humano é capaz de tais proezas.... o humano não é animal. Nem vegetal, nem pedra.
O humano, diga-se dele as maldades que fizer, é divino e as faz porque simplesmente nega a sua própria divindade.
Sócrates errou.
Mas foi humilde, e reconheceu que nada sabia. Por isso, por sua humildade, ensinou.
Sabe-se, imagino, que quem nada sabe não ensina.
Um ser.
Sou um ser.
Sei que sou um.
Um algo. Um corpo. Um algo dentro de um corpo.
Um ser... algo dentro de um corpo que lhe dá unicidade, que o faz único.
Uma caneta é um ser, e uma pedra outro.
A pedra, se for grande, se dividida, se transforma em mais de um ser.
A caneta, se dividida, não.
O macaco, se dividido, passa a ser duas metades de corpo. Deixa de ser um ser o ser então.
O macaco, se compartilhado com a macaca, produz um outro ser macaco igual ao ser macaco original. O ser se multiplica, posso deduzir.
Há seres que se movem por vontade própria e seres que são movidos independente de vontade própria. Entretanto o planeta, como um ser muito grande, move todos os seres nele habitantes sem que esses saibam que são movidos.
O sol é um ser e não se sabe se se move ou se se é movido, embora ele se mova e cause o movimento dos seres que se movem em torno de si, mas é movido dentro de uma galáxia que se move, movida, pelo ser conjunto espacial. Infinito, que seja, e desconhecido, mas certamente causa do movimento das galáxias dentro de si. Como o sangue no meu corpo por mim é movido, ainda que eu não tenha que lhe dar ordens a todo instante.
Então há mais que saber sobre o ser. O ser movido é distinto do ser que move mas não há um ser se não existe fora dele um invólucro isolando-o do 'ser tudo' à sua individual externidade.
Um ser sou eu, outro ser meu pai e ser outro meu irmão, dois deles mais velhos que eu. Um ser é a formiga, um ser não é bem uma flor, já que despida do caule que a contém, não nos parece, embora seja, um ser inteiro. Um ser inteiro eu sou, enquanto vivo.
Saberei?
Nasci para aprender, é o que penso. E ainda não aprendi o que há para aprender sobre a eternidade de uma vida que só tenha começo e meio, muito menos sobre uma perenidade só de meio, mas sei que posso vir a compreender que o presente só é presente, e sempre presente, no momento, no hoje, no aqui, no agora, no instante e presente. O presente é um esticar de passado eternamente tocando um futuro intangível e inocorrível.
Há seres que se movem por vontade própria, como eu, e seres há que são movidos, como uma caneta, ou uma pedra. Mas montanhas se movem e delas saem as pedras, logo o ser pedra, assim como o ser flor, mexe também. É da flor a vontade de envelhecer, de secar, de cair? É da árvore a intenção, já que foi feita para servir, serviu, e agora é descartada para nutrir, e nutre, a raiz? Somos pré-programados para nos alimentarmos antes de servirmos de alimento? O alimento, move-se até nossa boca ou é movido por nosso desejo? Sou uma célula, um ser, esse corpo, feito de células, e seres, desse corpo, para trocarem de lugar umas com as outras até que a única que lhes dá ordens aprenda que para deixar de morrer precisa compreender mais que apenas o seu ser. Precisa compreender a causa dos movimentos, controlar e parar no corpo o envelhecimento.
O movimento da luz, antes de ocorrer, precisou da existência da luz para vir a acontecer. A luz, para ser acesa, precisa antes ser imaginada, imagino eu, e ... na ausência de algo, não seria difícil a um ser vivo porém etéreo e completo, além de perfeito e único, pensar apenas, ao invés de dizer: "Faça-se luz!" para que a luz se fizesse. É hipotético demais imaginarmos por premissa que um ser pensante não precise de matéria para fazê-lo? Seria o mesmo que considerarmos que a água, por ser transparente, não existe, mas sempre poderemos argumentar que o átomo, por mais sólido que pareça, é apenas luz condensada. E luz ... não é matéria, da mesma maneira, e provavelmente nas mesmas proporções, que gelo, por mais fino que seja, não é água e é tão ou mais transparente que a própria água.
Porque a Ciência tem tanto medo de demonstrar, ou aceitar, a existência de inteligência no princípio dos princípios?
Porque não tem capacidade de demonstrar que o Universo é estático?
Porque realmente crê que o acaso, ao ter descoberto que a vida tinha uma fórmula, resolveu escrevê-la em todas as células existentes uma a uma?
Porque crê que o caos é desorganizado?
Ou porque não o compreende caótico? Nada há mais organizado que o caos. Nada, no Universo, se repete, e isso, ao contrário de indicar desorganização, demonstra ordem, e em pleno irrepreensível cumprimento: nada - no Universo! - se repete.
Deus é um ser.
Imaginário, dizem.
Antigo, dizem também.
Primeiro... eu diria.
Único? Não... único também sou e único é o macaco que caiu do galho.
Deus é o ser primeiro.
Então concordo em que tenha dito: "Luz! Faça-se." E admito que a luz obedeceu.
Aí compreendo que a vida começou, nesse Universo material.
Deus era um homem? Não.... um homem nem mesmo eu sou.
Deus era, foi, um ser.
E como mesmo dito na Bíblia (onde tudo está à espera de compreensão), depois de finda a Sua obra, descansa eternamente pairando sobre as águas.
E nós, aqui na superfície, o que estamos fazendo para diminuir-lhe a ira?
Praticando amor? Distribuindo riquezas?
Cuidando do ar?
O que paira sobre as águas, caso não saibam, é ar.
Não me importa que nome lhe deem, ar sujo pesa.... e não se sustenta em ar quente, ao contrário, cai mais rápido.
Ainda não aprendemos a respirar fora do planeta e não penso que aprenderemos a respirar de novo dentro d'água, embora tenha consciência de que por nove meses de minha vida era só o que eu fazia. Mas... penso que no útero eu não era bem um ser humano.
Seres humanos respiram. Eu não respirava.
Aprendi depois.
É o mesmo que o macaco, no dia que aprender a falar, começar a reclamar de direitos macaquícios nas Universidades. Se o macaco aprender a falar e argumentar, acaso ser-lhe-á negado o título de humano só porque é mais peludo? Ou porque tem rabo?
Tem gente que não tem cabelo, e não deixa de ser humano por isso.
Tem gente, metade mais ou menos do planeta, que não tem pênis assim como metade há sem vagina e é também enorme a proporção entre os com seios e os sem seios.
Há gente sem pelo no corpo. Gente sem dedo. Porque não poderia haver gente com rabo?
Não disse Darwin que esses senhores eram nossos longevos tataravós?
Então.... eu imagino que se o macaco até hoje não aprendeu a falar, deviamos respeitar a sua natureza e não ensiná-lo. Porque se ensinarmos, ele aprende, ainda mais com toda essa tecnologia a nosso dispor, como leitores de mentes. Até robô, que é aço e mineral em sua maioria, aprende... porque a formiga não aprenderia? Basta colocarmos à sua frente microfones adequados, tradutores eficientes e cá estaremos nós conversando com todos os seres.
Agora... quando é que poderemos esperar dos seres não humanos que coloquem em nossas bocas tais equipamentos?
Ora... se só o humano é capaz de tais proezas.... o humano não é animal. Nem vegetal, nem pedra.
O humano, diga-se dele as maldades que fizer, é divino e as faz porque simplesmente nega a sua própria divindade.
Sócrates errou.
Mas foi humilde, e reconheceu que nada sabia. Por isso, por sua humildade, ensinou.
Sabe-se, imagino, que quem nada sabe não ensina.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Igualdade de desiguais
"Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente". - Frase de Claude Lèvi-Strauss, aos 97 anos, em 2005, quando recebeu o 17º Prêmio Internacional Catalunha, na Espanha. (Wikipédia, http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss#Cita.C3.A7.C3.B5es).
A comentar sobre o tema, gostaria de primeiro alavancar no ser humano a me ler algumas particularidades sobre si que talvez ainda lhe falte considerar:
- Não há, no Universo, algo que se repita.
- Não há, no Planeta, ser idêntico a outro.
- Nâo há, no humano, semelhança alguma que ser diferente do outro cada um.
Isso posto, posso dizer tranquilamente que o alardear de que somos, humanos, iguais, ou idênticos, é pura bobagem da crença humana.
Qualquer cachorro, ao aproximar-se de um desconhecido, nele já sente se é bom ou não.
Qualquer passarinho, ao sentar-se num dedo humano, dele já sabe se vai ou não virar o almoço.
Posso afirmar o que pensa um cachorro, o que sente um passarinho? Certamente que não, mas peço-lhes que considerem que se o passarinho me beija os lábios, com certeza não está se oferecendo para ser comido e se o cão me ladra raivoso, e demonstra intenção de me morder... com certeza não me tem como seu melhor amigo.
Não somos iguais.
Não somos idênticos.
Lèvi-Strauss mostra saber que falta ao mundo respeito.
Respeito a que, gostaria de perguntar-lhe. À verdade?
Que verdade?
Qual delas, entre todas as teorias, é a única desde sempre imutável?
A de que há um Deus, e único e distinto entre todos nós outros?
Bem... distinto e único entre todos vós outros, Universo e todo inclusive, sou eu.
Somos, acaso, imagem e semelhança de qualquer outro?
Se você acha, crê, ou pensa que podemos ser, em algum ponto, parecidos, por favor, junte-se a mim.
Sou único, sou Deus, e ignoro essa verdade.
Sou também luz, sou ser, e me apagar é o destino desde que aceso fui do amor.
Sim... acendi-me, eu esperma entre um planeta repleto de iguais, face a um planeta, repleto de outros a mim parecidos, e não tenho intenção alguma de apagar-me.
Alguém poderá me ajudar?
Se do amor nasci... se amar não sei... alguém há, nessa Galáxia, capaz de, estando a me ouvir, me ensinar?
Agora... se não houver... estarei eu destinado a viver só? A morrer só?
Será meu destino o mesmo de Deus?
Ser esquecido, questionado, negado e ... desprezado ... apenas porque de mim adubo fiz?
Ao menos isso farei, e sei. Nasci. Cresci.
Não...
Papai amou mamãe. Mamãe amou papai.
Então fui gerado.
Uma faísca, uma semente, uma nova mente. Somente.
E nasci.
Mas antes cresci.
E antes, me dividi.
Me dividindo, multipliquei. Multiplicando, somei e somando, cresci.
Cresci. Cresci, cresço e não sei como parar de crescer... mas não quero morrer, e posso, sei que posso, aprender a parar de envelhecer.
Basta para isso que eu compreenda que o tempo não existe.
E ... se minhas células se recusarem a me obedecer... deixo de fabricá-las.
Nâo é uma boa idéia?
....
Será que me obedecerão?
A comentar sobre o tema, gostaria de primeiro alavancar no ser humano a me ler algumas particularidades sobre si que talvez ainda lhe falte considerar:
- Não há, no Universo, algo que se repita.
- Não há, no Planeta, ser idêntico a outro.
- Nâo há, no humano, semelhança alguma que ser diferente do outro cada um.
Isso posto, posso dizer tranquilamente que o alardear de que somos, humanos, iguais, ou idênticos, é pura bobagem da crença humana.
Qualquer cachorro, ao aproximar-se de um desconhecido, nele já sente se é bom ou não.
Qualquer passarinho, ao sentar-se num dedo humano, dele já sabe se vai ou não virar o almoço.
Posso afirmar o que pensa um cachorro, o que sente um passarinho? Certamente que não, mas peço-lhes que considerem que se o passarinho me beija os lábios, com certeza não está se oferecendo para ser comido e se o cão me ladra raivoso, e demonstra intenção de me morder... com certeza não me tem como seu melhor amigo.
Não somos iguais.
Não somos idênticos.
Lèvi-Strauss mostra saber que falta ao mundo respeito.
Respeito a que, gostaria de perguntar-lhe. À verdade?
Que verdade?
Qual delas, entre todas as teorias, é a única desde sempre imutável?
A de que há um Deus, e único e distinto entre todos nós outros?
Bem... distinto e único entre todos vós outros, Universo e todo inclusive, sou eu.
Somos, acaso, imagem e semelhança de qualquer outro?
Se você acha, crê, ou pensa que podemos ser, em algum ponto, parecidos, por favor, junte-se a mim.
Sou único, sou Deus, e ignoro essa verdade.
Sou também luz, sou ser, e me apagar é o destino desde que aceso fui do amor.
Sim... acendi-me, eu esperma entre um planeta repleto de iguais, face a um planeta, repleto de outros a mim parecidos, e não tenho intenção alguma de apagar-me.
Alguém poderá me ajudar?
Se do amor nasci... se amar não sei... alguém há, nessa Galáxia, capaz de, estando a me ouvir, me ensinar?
Agora... se não houver... estarei eu destinado a viver só? A morrer só?
Será meu destino o mesmo de Deus?
Ser esquecido, questionado, negado e ... desprezado ... apenas porque de mim adubo fiz?
Ao menos isso farei, e sei. Nasci. Cresci.
Não...
Papai amou mamãe. Mamãe amou papai.
Então fui gerado.
Uma faísca, uma semente, uma nova mente. Somente.
E nasci.
Mas antes cresci.
E antes, me dividi.
Me dividindo, multipliquei. Multiplicando, somei e somando, cresci.
Cresci. Cresci, cresço e não sei como parar de crescer... mas não quero morrer, e posso, sei que posso, aprender a parar de envelhecer.
Basta para isso que eu compreenda que o tempo não existe.
E ... se minhas células se recusarem a me obedecer... deixo de fabricá-las.
Nâo é uma boa idéia?
....
Será que me obedecerão?
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
100 postar
Há praticamente um mes sem postar...
Que posso dizer aos meus amigos?
Que falo pouco.
Ao menos comigo mesmo.
Quero dizer, quando venho aqui blogar o que na verdade faço é lembrar-me de meus amigos e por saudades deles venho aqui desabafar.
Acho que é isso, afinal... que outro motivo poderia levar alguém a escrever senão para outra pessoa, e com certeza uma pessoa conhecida e querida.
Não me imagino escrevendo para multidões.
Me sinto falando comigo, e de mim.
Pode parecer egoísmo, pode parecer que estamos sós...
Antes de amar ao outro, temos que ter amado a nós.
Aliás, esse amor, como disse Jesus, é o que nos dá vida.
Ah sim... posso falar de minhas andanças e agora já estou pensando de novo nos amigos coletivamente.
Se fosse escrever a um só, citemos um exemplo: Rá.
Eu poderíamos escrever, como penso que fazem os poetas, louvar a Deus, idolatrando o amor que lhe deu na Terra... na forma de uma mulher. Imagem e semelhança. Homem é mais igual a homem e mais semelhante à imagem da mulher. E mulher a mesma coisa, é muito mais igual a mulher que a homem, convenhamos.
O amor é universal, e o universo ainda pouquíssimo compreendido.
Pouquíssimo é bondade minha, devo sugerir.
Acredito ... olhem só que prepotência ... que ninguém mais no Universo sabe o que eu sei ... e tenho absoluta certeza disso.
Quem sabe de mim sou eu, e Deus. Mais ninguém.
Claro que todo mundo é assim, mas acredito, olhem a arrogância, que sou o único ser no Universo diferente dos outros.
Mas... enfim, não é nem ao menos presunçoso, ou digno de ser chamado assim. Somos todos iguais. Sei tudo de mim (quase, ou deveria) e nada, absolutamente nada (quase, porque algo sei) dos outros.
E acredito que vai continuar assim sendo apenas pelo resto da eternidade.
Mas... é possível que eu esteja errado, afinal... Compreender Deus não me dá o poder de ... xingar o Lula.
Que posso dizer aos meus amigos?
Que falo pouco.
Ao menos comigo mesmo.
Quero dizer, quando venho aqui blogar o que na verdade faço é lembrar-me de meus amigos e por saudades deles venho aqui desabafar.
Acho que é isso, afinal... que outro motivo poderia levar alguém a escrever senão para outra pessoa, e com certeza uma pessoa conhecida e querida.
Não me imagino escrevendo para multidões.
Me sinto falando comigo, e de mim.
Pode parecer egoísmo, pode parecer que estamos sós...
Antes de amar ao outro, temos que ter amado a nós.
Aliás, esse amor, como disse Jesus, é o que nos dá vida.
Ah sim... posso falar de minhas andanças e agora já estou pensando de novo nos amigos coletivamente.
Se fosse escrever a um só, citemos um exemplo: Rá.
Eu poderíamos escrever, como penso que fazem os poetas, louvar a Deus, idolatrando o amor que lhe deu na Terra... na forma de uma mulher. Imagem e semelhança. Homem é mais igual a homem e mais semelhante à imagem da mulher. E mulher a mesma coisa, é muito mais igual a mulher que a homem, convenhamos.
O amor é universal, e o universo ainda pouquíssimo compreendido.
Pouquíssimo é bondade minha, devo sugerir.
Acredito ... olhem só que prepotência ... que ninguém mais no Universo sabe o que eu sei ... e tenho absoluta certeza disso.
Quem sabe de mim sou eu, e Deus. Mais ninguém.
Claro que todo mundo é assim, mas acredito, olhem a arrogância, que sou o único ser no Universo diferente dos outros.
Mas... enfim, não é nem ao menos presunçoso, ou digno de ser chamado assim. Somos todos iguais. Sei tudo de mim (quase, ou deveria) e nada, absolutamente nada (quase, porque algo sei) dos outros.
E acredito que vai continuar assim sendo apenas pelo resto da eternidade.
Mas... é possível que eu esteja errado, afinal... Compreender Deus não me dá o poder de ... xingar o Lula.
sábado, 6 de junho de 2009
अ fé, सेम ओ होमेम, nãओ एक्सिस्ते
Eu diria que é preciso um ser para ter fé e é preciso um ser para crer. Aí vou pensar que um ser vive, e nasceu, e não deve ter sido para morrer. Então eu diria que para ter um corpo é preciso uma célula e dento da célula uma luz, um fogo, uma vida, inteligente, para ser capaz de me fazer.
Uma fé é um fogo, uma vida, é inteligenre, capaz, pode gerar luz, luz gera célula... então uma fé é capaz de me fazer.
Estou certo disso?
Claro que não, mas não fui eu quem fiz o Universo para mim.
E nasci de algo pequeno, muito pequeno, e dentro da minha mãe.
Que já estava aqui antes de mim.
Assim como meu pai e todo o resto.
Logo, eu... não criei o Universo. Sou parte dele.
Importante, porque sem eu, eu não sei dele.
Sem mim, eu sei que ele sabe de mim.
Para que me fez? Para brigar com o mundo?
Não é o que penso.
Uma fé é um fogo, uma vida, é inteligenre, capaz, pode gerar luz, luz gera célula... então uma fé é capaz de me fazer.
Estou certo disso?
Claro que não, mas não fui eu quem fiz o Universo para mim.
E nasci de algo pequeno, muito pequeno, e dentro da minha mãe.
Que já estava aqui antes de mim.
Assim como meu pai e todo o resto.
Logo, eu... não criei o Universo. Sou parte dele.
Importante, porque sem eu, eu não sei dele.
Sem mim, eu sei que ele sabe de mim.
Para que me fez? Para brigar com o mundo?
Não é o que penso.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Uma nova sociedade
Uma nova sociedade não se fará enquanto perdurarem os valores desencontrados que hoje persistem em mantendo hipócritas e distintas intenções de quem os pratica em relação aos demais, segregados e seletos, em diversas caras em uma mesma casa. Os homens de hoje se suportam uns aos outros, e seguindo aos ricos e desprezando aos pobres sempre encontrará uma brecha para desejar ao rico que fique pobre e ensejar do pobre que enriqueça. Os sentimentos que o movem são apenas o de inveja, invejando dos ricos o poder, e vingança, feita por mãos alheias ou mesmo pelo destino. A bondade nisso aparece numa ironia, pois que é bondade querer que o amigo pobre suba na vida, mas assim que lá ele estiver não nos apercebemos que, por não nos darem o crédito devido, passamos a odiá-los também. É a preguiça que nos causa o indolente da atitude. Talvez nos preservemos, inconscientemente, descansando, para melhor exercitarmos, ao vencermos, nossas luxúrias.
Falo por mim, evidentemente, mas também pelo que sinto e vejo de meus amados ao redor de mim e percebo que vale para qualquer um. A um homem de poder tudo é permitido com sorrisos e a um homem carente todos os olhares lhe são hostis.
Como mudar isso?
Mudando fé e valor. Fé é valor.
Cor é valor. Mudar cor não seria de todo mal, mas não é coisa para a Ciência de agora, que embora já o possa fazer, não encontrará tão cedo plena aceitação popular de que todo mundo é azul... e ainda assim terá que se preocupar com os tons.
Vida é valor. Pode-se mudar a vida, dividir melhor o mundo.
E todo homem tem direito à sua fé, cor e vida.
A guerra não respeita vidas, enegrece cores e se diz, muitas vezes, de ser feita em nome de fé.
Fé em que?, eu pergunto.
No amor?
A que?
A quem?
A um povo?
Há um escolhido?
Não é essa a questão que nos atormenta?
O homem, sendo uma chama de luz que se acende de uma faísca, e curta, apesar de bela e forte, ainda não entendeu quem, ou o que, ele é.
A filosofia existe para definir parametros assim, e a luz, por mais etérea que seja, dá consistência à matéria, afastando-se dela. Não é difícil a gente perceber que é o calor a fonte de toda essa vibração. Um átomo que viaje à velocidade da luz é tão incompreensível à vida que toda ela é capaz de se dividir sem jamais perceber que nada do que existe é real.
O fogo, para ser dominado, precisa de ferramentas capazes de mover o sol e é muita arrogância do homem moderno achar que no passado o homem foi capaz de tal proeza sem nem mesmo aventar a possibilidade de fazê-lo aqui, para nos melhorar o futuro logo ali. Dizer que dominar o fogo é apagar incêndio em floresta é fácil depois que a floresta toda se queimou não há mais o que queimar. Areia não pega fogo, sabemos.
A aceitação, pela Ciência, de que há uma força inteligente no início e propósito da vida, não irá nos diminuir os valores que temos, ao contrário, fará com que passemos a nos enxergar como realmente partícipes e importantes, todos, e integrantes, de um mundo novo, onde cada ser presente na Terra é parte, integrante e inteligente, da vida da Terra.
A Terra sendo vista como uma célula com 6,75 bilhões de DNA's divididos, pela natureza, até aqui, nos permitirá entendermos que nós não estamos na Terra, nós somos individualmente, cada ser vivo, um fragmento, percentual, do seu corpo. Somos, a sociedade, um bicho e cheio de cabeças, em crescimento e em perpétuo movimento de integração.
Nosso objetivo em nos valorarmos, ao Universo, por igual, é que nos enxerguemos como igualmente importantes, cada um, ao bicho que nos permite esse pequeno "estar" humano. Não "somos" humanos. Não somos um ser, somos o mesmo ser, todos nós, em mutação. O que nos separa uns dos outros são os nossos anseios mas principalmente as nossas necessidades.
O rico precisa do helicóptero, o pobre não. Sem hipocrisia, responda-me:
- Qual é a diferença, em valor, da vida de um rico e da de um pobre?
a) aos olhos do Universo.
b) aos olhos de Deus.
c) aos olhos teus.
O pobre, sem helicóptero, morre mais rápido.
O rico, de helicóptero, morre também.
Não sei o que propor mais. Sou um ser evoluído e me chamam de filhote de macaco.
Talvez rachar a Terra no meio seja uma boa idéia. Com a formação de dois novos planetas, menores e mais distantes, talvez fique melhor vivermos. Cada um escolhe o seu, e dividimos a sociedade em dois. Os bons e os maus. Os bons vão para Berra e os maus para a Serra, assim ninguém mais erra e a gente acaba com a guerra.
Existe uma solução: cada homem que se sentir filho de Deus, por Sua demora em nos atender, assume aqui na Terra o posto e cuida do que é seu. Filho de peixe nasce peixe e filho de macaco nunca nasceu homem. Não se pode provar tal idiotice sem imaginar que o macaco não nasceu do jacaré sem nem mesmo considerar que ambos e tudo e todos viemos antes de um vegetal comum. Animal é a avó de Darwin, que me perdoe a boa senhora, eu não sou um animal, apesar da alma que tenho, mas seu neto foi longe demais. É muito mais fácil o macaco ter evoluído do homem que o contrário. O macaco é livre, o homem ainda não. Assim funciona a evolução e nunca, jamais, o contrário. O ansiado se conquista e essa é a ordem, primeiro se deseja, depois se realiza a obra. Começar casa pelo telhado nunca foi uma tarefa considerada inteligente, que eu saiba.
Falo por mim, evidentemente, mas também pelo que sinto e vejo de meus amados ao redor de mim e percebo que vale para qualquer um. A um homem de poder tudo é permitido com sorrisos e a um homem carente todos os olhares lhe são hostis.
Como mudar isso?
Mudando fé e valor. Fé é valor.
Cor é valor. Mudar cor não seria de todo mal, mas não é coisa para a Ciência de agora, que embora já o possa fazer, não encontrará tão cedo plena aceitação popular de que todo mundo é azul... e ainda assim terá que se preocupar com os tons.
Vida é valor. Pode-se mudar a vida, dividir melhor o mundo.
E todo homem tem direito à sua fé, cor e vida.
A guerra não respeita vidas, enegrece cores e se diz, muitas vezes, de ser feita em nome de fé.
Fé em que?, eu pergunto.
No amor?
A que?
A quem?
A um povo?
Há um escolhido?
Não é essa a questão que nos atormenta?
O homem, sendo uma chama de luz que se acende de uma faísca, e curta, apesar de bela e forte, ainda não entendeu quem, ou o que, ele é.
A filosofia existe para definir parametros assim, e a luz, por mais etérea que seja, dá consistência à matéria, afastando-se dela. Não é difícil a gente perceber que é o calor a fonte de toda essa vibração. Um átomo que viaje à velocidade da luz é tão incompreensível à vida que toda ela é capaz de se dividir sem jamais perceber que nada do que existe é real.
O fogo, para ser dominado, precisa de ferramentas capazes de mover o sol e é muita arrogância do homem moderno achar que no passado o homem foi capaz de tal proeza sem nem mesmo aventar a possibilidade de fazê-lo aqui, para nos melhorar o futuro logo ali. Dizer que dominar o fogo é apagar incêndio em floresta é fácil depois que a floresta toda se queimou não há mais o que queimar. Areia não pega fogo, sabemos.
A aceitação, pela Ciência, de que há uma força inteligente no início e propósito da vida, não irá nos diminuir os valores que temos, ao contrário, fará com que passemos a nos enxergar como realmente partícipes e importantes, todos, e integrantes, de um mundo novo, onde cada ser presente na Terra é parte, integrante e inteligente, da vida da Terra.
A Terra sendo vista como uma célula com 6,75 bilhões de DNA's divididos, pela natureza, até aqui, nos permitirá entendermos que nós não estamos na Terra, nós somos individualmente, cada ser vivo, um fragmento, percentual, do seu corpo. Somos, a sociedade, um bicho e cheio de cabeças, em crescimento e em perpétuo movimento de integração.
Nosso objetivo em nos valorarmos, ao Universo, por igual, é que nos enxerguemos como igualmente importantes, cada um, ao bicho que nos permite esse pequeno "estar" humano. Não "somos" humanos. Não somos um ser, somos o mesmo ser, todos nós, em mutação. O que nos separa uns dos outros são os nossos anseios mas principalmente as nossas necessidades.
O rico precisa do helicóptero, o pobre não. Sem hipocrisia, responda-me:
- Qual é a diferença, em valor, da vida de um rico e da de um pobre?
a) aos olhos do Universo.
b) aos olhos de Deus.
c) aos olhos teus.
O pobre, sem helicóptero, morre mais rápido.
O rico, de helicóptero, morre também.
Não sei o que propor mais. Sou um ser evoluído e me chamam de filhote de macaco.
Talvez rachar a Terra no meio seja uma boa idéia. Com a formação de dois novos planetas, menores e mais distantes, talvez fique melhor vivermos. Cada um escolhe o seu, e dividimos a sociedade em dois. Os bons e os maus. Os bons vão para Berra e os maus para a Serra, assim ninguém mais erra e a gente acaba com a guerra.
Existe uma solução: cada homem que se sentir filho de Deus, por Sua demora em nos atender, assume aqui na Terra o posto e cuida do que é seu. Filho de peixe nasce peixe e filho de macaco nunca nasceu homem. Não se pode provar tal idiotice sem imaginar que o macaco não nasceu do jacaré sem nem mesmo considerar que ambos e tudo e todos viemos antes de um vegetal comum. Animal é a avó de Darwin, que me perdoe a boa senhora, eu não sou um animal, apesar da alma que tenho, mas seu neto foi longe demais. É muito mais fácil o macaco ter evoluído do homem que o contrário. O macaco é livre, o homem ainda não. Assim funciona a evolução e nunca, jamais, o contrário. O ansiado se conquista e essa é a ordem, primeiro se deseja, depois se realiza a obra. Começar casa pelo telhado nunca foi uma tarefa considerada inteligente, que eu saiba.
domingo, 26 de abril de 2009
Dad?
God?
Why did I kill my son?
...
Son.
Why did you kill me?
...
Did I? Am I not here talking to you?
Dad, why do I die?
...
Son...
I gave you life, so be it.
Can you die without been born?
I gave you life, remember that?
...
Dad, why did you kill Senna?
...
Son...
I've told you... Do not adore anything, anyone, nothing, but me.
...
Dad... you're so selfish...
...
Son, I'm proud of what I've done. You're me.
...
...
...
But... Dad...
Why would I kill Obama? Ain't he the leader of peace, wisdom, hapiness?
...
Son... He's your brother.
Do not kill him. He'll come to me.
Do not question me.
Just do the best you can, I'm doing my job.
Peace is the goal, but fraternity is a must.
We can not achieve peace without ending the needs.
We can not go ahead without following our steps.
Every man has a time to be, and a mission to accomplish.
Just do the best of yours.
There are times that you're laisy...
There are times you feel good.
You have choices. You are free to kill or die.
You are free to choose, to win or loose,
I judge your acts, not the way around.
...
Dad...
You talk too much.
Here I am, your son, a dust made man, daring fantasise been you.
...
Son...
You're me.
I'm the quieter, you're the talker.
I'm the silent, you're the walker.
I live inside of you.
You do not believe yourself.
Everything I gave you is inside your mind.
Where did that come from?
Your outsides?
Well... That's me.
If you do not see what you see... son...
I happen to know a nice fellow down here in Heaven.
Why don't you kill yourself and check him out?
Dr. Jesus, optometrist.
I've promoted Him.
He came to me, one day and said, as just you're doing here:
Dad, humans are blind.
I laughed.
They do believe, thou, they see.
They do not see, they don't listen, they don't talk, son, but they read.
Write them letters.
...
Thanks, Dad. Nice advice.
I'll do my best.
(traduzindo: Pai?)
Deus?
Porque matei meu filho?
...
Filho...
Porque mataste a mim?
...
Matei? Não estou aqui falando com você?
Porque eu morro?
...
Filho...
Eu te dei a vida, pois seja.
Podes morrem sem nascer?
Te dei a vida, lembre-se.
...
Pai, porque você matou Senna?
...
Filho, eu te disse, não adore nada, coisa nenhuma, ninguém, a não ser Eu.
...
Pai, você é tão egoísta.
...
Filho, tenho orgulho do que fiz, você sou eu.
...
...
...
Mas Pai, porque eu mataria Obama? Ele não é o líder da paz, da sabedoria, da felicidade?
...
Filho...
Ele é seu irmão. Não o mate. Ele virá a mim. Não me questione. Apenas faça o seu melhor que pode, eu estou fazendo a meu trabalho. Paz é a meta, mas fraternidade é imperativo. Não podemos conseguir paz sem acabar com as necessidades. Não avançamos sem seguirmos nossos passos. Todo homem tem um tempo de ser, e uma missão a cumprir. Dê o melhor de si. Há momentos em que estás indolente ... Há momentos em que te sentes bem. Você tem escolhas. Você é livre para matar ou morrer. É livre para escolher, vencer ou perder, Eu julgo seus atos, não o inverso.
...
Pai...
Você fala muito. Aqui estou, seu filho, um pó feito homem, ousando fantasiar ser você.
...
Filho...
Você sou Eu.
Sou o calado, você o falante.
Sou o silente, você o andante.
Eu vivo dentro de ti. Você não crê em ti.
Tudo o que lhe dei está dentro de sua mente.
De onde vim?
Do lado de fora?
Bem... Esse sou eu.
Se você não vê o que vê... filho... conheço um bom amigo aqui no Céu.
Porque não se mata e checa por ti mesmo?
Dr. Jesus, oftalmologista. Eu o promovi.
Ele veio a mim um dia e disse:
Pai, humanos são cegos.
Eu ri. Eles creem, entretanto, que veem.
Eles não veem, não ouvem, não falam, filho, mas leem.
Escreva-lhes algumas cartas.
...
Obrigado, papai.
Belo conselho. Farei meu melhor.
Why did I kill my son?
...
Son.
Why did you kill me?
...
Did I? Am I not here talking to you?
Dad, why do I die?
...
Son...
I gave you life, so be it.
Can you die without been born?
I gave you life, remember that?
...
Dad, why did you kill Senna?
...
Son...
I've told you... Do not adore anything, anyone, nothing, but me.
...
Dad... you're so selfish...
...
Son, I'm proud of what I've done. You're me.
...
...
...
But... Dad...
Why would I kill Obama? Ain't he the leader of peace, wisdom, hapiness?
...
Son... He's your brother.
Do not kill him. He'll come to me.
Do not question me.
Just do the best you can, I'm doing my job.
Peace is the goal, but fraternity is a must.
We can not achieve peace without ending the needs.
We can not go ahead without following our steps.
Every man has a time to be, and a mission to accomplish.
Just do the best of yours.
There are times that you're laisy...
There are times you feel good.
You have choices. You are free to kill or die.
You are free to choose, to win or loose,
I judge your acts, not the way around.
...
Dad...
You talk too much.
Here I am, your son, a dust made man, daring fantasise been you.
...
Son...
You're me.
I'm the quieter, you're the talker.
I'm the silent, you're the walker.
I live inside of you.
You do not believe yourself.
Everything I gave you is inside your mind.
Where did that come from?
Your outsides?
Well... That's me.
If you do not see what you see... son...
I happen to know a nice fellow down here in Heaven.
Why don't you kill yourself and check him out?
Dr. Jesus, optometrist.
I've promoted Him.
He came to me, one day and said, as just you're doing here:
Dad, humans are blind.
I laughed.
They do believe, thou, they see.
They do not see, they don't listen, they don't talk, son, but they read.
Write them letters.
...
Thanks, Dad. Nice advice.
I'll do my best.
(traduzindo: Pai?)
Deus?
Porque matei meu filho?
...
Filho...
Porque mataste a mim?
...
Matei? Não estou aqui falando com você?
Porque eu morro?
...
Filho...
Eu te dei a vida, pois seja.
Podes morrem sem nascer?
Te dei a vida, lembre-se.
...
Pai, porque você matou Senna?
...
Filho, eu te disse, não adore nada, coisa nenhuma, ninguém, a não ser Eu.
...
Pai, você é tão egoísta.
...
Filho, tenho orgulho do que fiz, você sou eu.
...
...
...
Mas Pai, porque eu mataria Obama? Ele não é o líder da paz, da sabedoria, da felicidade?
...
Filho...
Ele é seu irmão. Não o mate. Ele virá a mim. Não me questione. Apenas faça o seu melhor que pode, eu estou fazendo a meu trabalho. Paz é a meta, mas fraternidade é imperativo. Não podemos conseguir paz sem acabar com as necessidades. Não avançamos sem seguirmos nossos passos. Todo homem tem um tempo de ser, e uma missão a cumprir. Dê o melhor de si. Há momentos em que estás indolente ... Há momentos em que te sentes bem. Você tem escolhas. Você é livre para matar ou morrer. É livre para escolher, vencer ou perder, Eu julgo seus atos, não o inverso.
...
Pai...
Você fala muito. Aqui estou, seu filho, um pó feito homem, ousando fantasiar ser você.
...
Filho...
Você sou Eu.
Sou o calado, você o falante.
Sou o silente, você o andante.
Eu vivo dentro de ti. Você não crê em ti.
Tudo o que lhe dei está dentro de sua mente.
De onde vim?
Do lado de fora?
Bem... Esse sou eu.
Se você não vê o que vê... filho... conheço um bom amigo aqui no Céu.
Porque não se mata e checa por ti mesmo?
Dr. Jesus, oftalmologista. Eu o promovi.
Ele veio a mim um dia e disse:
Pai, humanos são cegos.
Eu ri. Eles creem, entretanto, que veem.
Eles não veem, não ouvem, não falam, filho, mas leem.
Escreva-lhes algumas cartas.
...
Obrigado, papai.
Belo conselho. Farei meu melhor.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Ciência
Astronomia é o estudo do gigantismo.
Não há, no Universo, nada maior onde ele possa caber.
É incoerente essa afirmação.
Há, no Universo, um lado exterior.
Desconhecido, sim, podemos dizer, a ponto de nem aceitarmos essa hipótese como teoria.
Um Universo em pulsação faz mais sentido se considerarmos que tudo que conhecemos pulsa, ou vibra, de uma padronizada maneira.
Tudo, no Universo, se repete.
Nada, no Universo, é repetido.
Que podemos concluir daí?
Que nada existe e tudo é?
Que tudo existe e nada é?
Que tudo é nada apenas brilhando?
Que nada reflete?
Que tudo brilha?
Há direção?
Do brilho ao reflexo.
Indubitável.
Tudo deu origem ao nada, que se transformou, tudo se transforma, em tudo.
Palavras?
Ordenadas, ao menos, compreensivelmente.
Somos, cada um, um reflexo de um brilho só.
É Ciência isso?
É filosofia?
Pode-se provar?
Eu existo, e afirmo que existem ramos de mim que perdurarão depois mesmo de mim.
Sou, em essência, maior que o corpo que tenho.
Por isso sou espírita.
E acredito na criação da luz. Ela é a única explicação que faz sentido ao mesmo tempo que explica e derruba por terra todos os outros argumentos, desde que se sabe de Rá até hoje.
Não há, no Universo, nada maior onde ele possa caber.
É incoerente essa afirmação.
Há, no Universo, um lado exterior.
Desconhecido, sim, podemos dizer, a ponto de nem aceitarmos essa hipótese como teoria.
Um Universo em pulsação faz mais sentido se considerarmos que tudo que conhecemos pulsa, ou vibra, de uma padronizada maneira.
Tudo, no Universo, se repete.
Nada, no Universo, é repetido.
Que podemos concluir daí?
Que nada existe e tudo é?
Que tudo existe e nada é?
Que tudo é nada apenas brilhando?
Que nada reflete?
Que tudo brilha?
Há direção?
Do brilho ao reflexo.
Indubitável.
Tudo deu origem ao nada, que se transformou, tudo se transforma, em tudo.
Palavras?
Ordenadas, ao menos, compreensivelmente.
Somos, cada um, um reflexo de um brilho só.
É Ciência isso?
É filosofia?
Pode-se provar?
Eu existo, e afirmo que existem ramos de mim que perdurarão depois mesmo de mim.
Sou, em essência, maior que o corpo que tenho.
Por isso sou espírita.
E acredito na criação da luz. Ela é a única explicação que faz sentido ao mesmo tempo que explica e derruba por terra todos os outros argumentos, desde que se sabe de Rá até hoje.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Porque me nascem em francês certas coisas?
moi et mon être
pas un jour, mais prés que tous...
une fois, ou d'autre, moi reste, plus que mon être
une fois, ou d'autre, mon être se perdre, moi je vivre
j'entendre, moi a moi memme mon être, dans moi d'autre être
je lui parte, il m'attend, me dit ce que je veut savoir
parfois je ne sais pas que sui je
parfois je croix que Dieu vivre dans mois
parfois je ne croix pas qu'Il existé
Il me pardonne?
Oui, je Lui remerci.
moi...j'exist.
le reste... Aussi.
Nous sommes deux, moi et le reste. Le reste et moi.
Tout le mond, tout les êtres que comprenne eux memme comme être sont comme moi, je pense, je croieux, je le sais.
Il 'y a une response, dans moi, a mes questions...
Il'y a une response, dans chaque vivant, le memme.
Donc... On ne peut pas dire que nous sommes un chaqu'un.
Nous sommes deux, chaqu'un, moi et le reste.
Tous nous comme ça. Et je ne vois pas la Terra comme un planet. Mais mieux une fruit, une orange, bleu. Le vert tout en bas.
Tous nous savons que le rouge, avant le enrougessement, peut paraitre jeune.
C'est noveaux cette idée? Qui peut ça dire? Personne.
La Terre, une fruit? Que sommes nous plus que leur DNA?
La Terre peut aussi être une seul celule... Comme on vas savoir?
Agriculture. Il fault inverser en agriculture... Pas en tourisme... Pas en guerres. Energie, oui, mas puissante e prope, quand non plus pas de tout chére. Gratuit. Un deveur de l'Etat aux citoyens, pas un coste. Une obligation.
...
Falando em obrigação, tenho amigos que não falam essa língua estranha com a qual minha mente fala comigo. Traduzindo aqui para eles:
Eu e meu ser
não um dia, mas quase todos
uma vez, ou outra, eu descanso, mais que meu ser
uma vez, ou d'outra, meu ser se perde, eu vivo
eu me ouço, eu a mim mesmo meu ser, dentro de mim outro ser
eu lhe falo, ele me atende, me diz o que quero saber
por vezes não sei o que sou
por vezes creio que Deus vive dentro de mim
por vezes não creio que exista
Ele me perdoa?
Sim, eu Lhe agradeço.
Eu ... existo.
O resto ... também.
Nós somos dois, eu e o resto, o resto e eu.
Todo mundo... todos os seres que se compreendem a si próprios como seres, são como eu, penso, creio, e sei.
Há uma resposta, dentro de mim, a minhas questões.
Há uma resposta, dentro de cada ser vivo, o mesmo.
Logo ... não podemos dizer que somos um, cada um.
Somos dois, cada um, eu e o resto.
Todos nós somos assim, e não vejo a Terra como um planeta. Antes uma fruta, uma laranja, azul. O verde todo embaixo.
Todos sabemos que o vermelho, antes de envermelhamento, pode parecer amarelo.
É nova essa idéia? Quem pode dizer isso? Ninguém.
A Terra, uma fruta? Que somos nós mais que seu DNA?
A Terra pode também ser uma só célula. Como vamos saber?
Agricultura. Deve-se investir em agricultura. Não em turismo. Não em guerras. Energia, sim, mas limpa e potente, quando não de modo algum cara. Gratuita. Um dever do Estado aos cidadãos, um custo. Uma obrigação.
pas un jour, mais prés que tous...
une fois, ou d'autre, moi reste, plus que mon être
une fois, ou d'autre, mon être se perdre, moi je vivre
j'entendre, moi a moi memme mon être, dans moi d'autre être
je lui parte, il m'attend, me dit ce que je veut savoir
parfois je ne sais pas que sui je
parfois je croix que Dieu vivre dans mois
parfois je ne croix pas qu'Il existé
Il me pardonne?
Oui, je Lui remerci.
moi...j'exist.
le reste... Aussi.
Nous sommes deux, moi et le reste. Le reste et moi.
Tout le mond, tout les êtres que comprenne eux memme comme être sont comme moi, je pense, je croieux, je le sais.
Il 'y a une response, dans moi, a mes questions...
Il'y a une response, dans chaque vivant, le memme.
Donc... On ne peut pas dire que nous sommes un chaqu'un.
Nous sommes deux, chaqu'un, moi et le reste.
Tous nous comme ça. Et je ne vois pas la Terra comme un planet. Mais mieux une fruit, une orange, bleu. Le vert tout en bas.
Tous nous savons que le rouge, avant le enrougessement, peut paraitre jeune.
C'est noveaux cette idée? Qui peut ça dire? Personne.
La Terre, une fruit? Que sommes nous plus que leur DNA?
La Terre peut aussi être une seul celule... Comme on vas savoir?
Agriculture. Il fault inverser en agriculture... Pas en tourisme... Pas en guerres. Energie, oui, mas puissante e prope, quand non plus pas de tout chére. Gratuit. Un deveur de l'Etat aux citoyens, pas un coste. Une obligation.
...
Falando em obrigação, tenho amigos que não falam essa língua estranha com a qual minha mente fala comigo. Traduzindo aqui para eles:
Eu e meu ser
não um dia, mas quase todos
uma vez, ou outra, eu descanso, mais que meu ser
uma vez, ou d'outra, meu ser se perde, eu vivo
eu me ouço, eu a mim mesmo meu ser, dentro de mim outro ser
eu lhe falo, ele me atende, me diz o que quero saber
por vezes não sei o que sou
por vezes creio que Deus vive dentro de mim
por vezes não creio que exista
Ele me perdoa?
Sim, eu Lhe agradeço.
Eu ... existo.
O resto ... também.
Nós somos dois, eu e o resto, o resto e eu.
Todo mundo... todos os seres que se compreendem a si próprios como seres, são como eu, penso, creio, e sei.
Há uma resposta, dentro de mim, a minhas questões.
Há uma resposta, dentro de cada ser vivo, o mesmo.
Logo ... não podemos dizer que somos um, cada um.
Somos dois, cada um, eu e o resto.
Todos nós somos assim, e não vejo a Terra como um planeta. Antes uma fruta, uma laranja, azul. O verde todo embaixo.
Todos sabemos que o vermelho, antes de envermelhamento, pode parecer amarelo.
É nova essa idéia? Quem pode dizer isso? Ninguém.
A Terra, uma fruta? Que somos nós mais que seu DNA?
A Terra pode também ser uma só célula. Como vamos saber?
Agricultura. Deve-se investir em agricultura. Não em turismo. Não em guerras. Energia, sim, mas limpa e potente, quando não de modo algum cara. Gratuita. Um dever do Estado aos cidadãos, um custo. Uma obrigação.
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