quarta-feira, 21 de abril de 2010

Le grand pour le petit

O grande, pelo pequeno.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.

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