quarta-feira, 12 de maio de 2010

A relevância do Ser.

Há relevância no fato de não existir, no Universo inteiro, ser igual a mim.
Deus é um ser único.
Um grão, qualquer um, uma vez compreendido, separado e identificado, é único, no Universo e outro igual a ele não há.
Há relevância nessa consideração.
É relevante ao ser humano compreender a natureza de sua vida pois só assim o ser compreenderá que a vida por mais eterna que possa ser, destrói periodicamente no planeta, e único com vida conhecida - acrescente-se de passagem como a única certeza existente na ciência humana! - não consegue vencer os milênios na pele embora claro esteja a qualquer um que de uma única célula de um Faraó antigo possa se re-'fabricar', senão o próprio Faraó, ao menos um filho dele. Agora... se encontrarem um óvulo da mãe do Faraó e um espermatozóide do pai do Faraó... podem mesmo refazer o próprio Faraó.... mas o Faraó assim nascido JAMAIS se sentirá o Faraó ali falecido.
Até porque para se lembrar dos sentimentos que o Faraó falecido sentiu... só se também se construissem clones de todos os que com o Faraó conviveram... incluindo ali animais, insetos e vírus.
É razoável que compreendamos que o planeta é grande, mas mais razoável e inteligente nos será se compreendermos que a célula é muito ... muito .... infinitamente muito infinitamente menor que Deus ainda que o planeta seja na verdade uma única delas.
Então... se não conseguimos compreender o planeta como sendo um átomo ou uma célula... por gigantismo inadequado às nossas mentes... mais impossível ainda será nos compreender, cada um ser e vivo, Deus à Sua própria semelhança.
Então... se a luz é esférica e com um cilindro ao brilhar vibrando parada em um só lugar parecendo dois ou anel em torno de um eixo jamais estático no seu centro, talvez possamos considerar que a luz também pode se inflar inteligentemente produzindo à mente interna do seu invólucro, a sensação de que dentro de mim alguém responde perguntas que fora de mim não consigo ouvir.
Uma esfera ambulante, só por ter pernas e braços, em nada difere de uma mente. Ao romper-se do elo que ao conjunto externo lhe separa, ambas, esfera e mente, desaparecem... absorvidas pelo exterior.
Se discordam de mim, podem dizer diferente... a vida, uma vez nascida e criada, gerada, não morre.
Isso também é relevante para a eternidade.
Tanto, ou mais, que a luz, que se apaga, e sem aviso.

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