Arnaldo Jabor.
Ar, não caldo, já, e agora.
Perfeito, nem mesmo precisaria ler.
Bom, já embora tendo lido a primeira frase, "Brasileiro é um povo solidário.", repito-a, povo sou, e Dário, ou Dario, é meu amigo. Brasileiros, um conjunto somos. Verdade, e nada babaca.
Peço perdão ao ilustre senhor Jabor para mencionar-lhe que Arnaldo que eu conheço é outro.
Eleito para o cargo mais importante do Estado, o sujeito que não tem escolaridade tem preparo para calar jornais.
Talvez não tenha sido registrado gari, e Barroso, um famoso Ari, tampouco me lembra ciência, história ou sociologia só porque tem uma história de vida sofrida.
Para mim, brasileiro acusador infâme de Lula, e o faço porque acredito que nosso país tem melhor futuro que ser lembrado amigo de ditadores, comunistas, vermelhos e neo-nazistas cujas palavras só o que fazem é dizer do holocausto um nunca existir, o presidente do Brasil representa o meu voto, quer eu lhe ame ou não. E para mim é o melhor Presidente que esse país já teve, tendo tido até agora a coragem de expor aos brasileiros e ao mundo todo a verdadeira cara de cada bandido, cada ladrão, cada pessoa envolvida em corrupção, no mais profundo e limpo mar de lama que eu nem no pior de meus sonhos jamais acreditei poder existir.
Tamanha desfaçatez, por favor, não façamos.
O Presidente do País, qualquer que seja o seu nome ou grau de escolaridade dá as Ordens que irão construir o país onde meu neto vai viver e também os seus.
Pagar 100% da minha renda a traficantes e ainda dou esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; e sim, faço isso antes de ficar sabendo que nisso também pensa o senhor Arnaldo.
Aceito que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade.
Organizações não governamentais, dessas que defendem humanos direitos também representam de mim a legitimidade em saber que quem derruba helicópteros controla o tráfego aéreo sobre nossas mansões.
E esses que protestam com balas de chumbo e aço capazes de controlar o fluxo do dinheiro que o governo usa para comprar colchões, muitas vezes dormem sem eles. E os queimam, sim de propósito, para matar as formigas que os carcereiros alimentam dentro das paredes tão fortificadas.
Isso não é coisa de gente otária. É coisa de gente solidária.
Tão solidária que a qualquer juiz deveria ser como conivente.
Não "É" "coisa de gente otária."
Agora, de fato, faço minhas também essas outras palavras:
"- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão."
Bom... fazer piadinha não é o meu forte.
Imundícies, murros na boca, de quebrar meus dentes, bofetada na cara, e de vários lados, levei... e dou risada.
Mas... piada?
Nâo.... não é piada não.
Em enterro sei que são muito disputadas, mas lá a causa é conhecida.
Há que sabermos que para livrarmo-nos da culpa de termos nos esquecido do morto enquanto vivo, quem nos entretém e faz toda a palhaçada não é exatamente o povo, mas a mídia, e essa não é só em São Paulo, a capital das madrugadas.
Estou em Muzambinho, e leio a Folha, mas também carrego no meu bolso folhas verdes de árvores e essas ... choram mais verde que as demais.
Nâo sou burro e tenho memória.
"Brasileiro tem um sério problema."
Nisso concordamos também.
"Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo."
Mas... convenhamos... há brasileiros que protestam sem rir.
"- Brasileiro é um povo trabalhador" e isso não é "Mentira."
O Brasileiro é um povo trabalhador, acolhedor, amistoso, e amigo.
É vagabundo por excelência, mas trabalha. E o faz para preservar a vida e isso não é tarefa pouca.
Há trabalho numa vida comunitária mesmo indígena, saibamos.
Há trabalho na construção de cada célula de cada corpo, é trabalho o viver lutando para sobreviver.
"Brasileiro é vagabundo por excelência."
O ser humano é vagabundo por natureza.
Perdôe-me aqui discordar mais uma vez, sou, antes de brasileiro, terráqueo e como tal tenho o direito de me defender do que como cidadão me sinto mesmo acusado.
Trabalhei do dia em que furei o óvulo da minha mãe com furadeira elétrica e de muito brilho, e não parei de trabalhar até esse presente momento em que aqui me contraponho a tal magnânima e gigantesca voz, comparada com a minha, discreto e escondido cidadão.
Jabor parece se esquecer que brasileiro também ele é, pois que aqui já o grafa em minúsculo.
"O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo."
Esse Brasileiro eu, não me engano. Sei que a voz do povo é a voz de Deus e que a voz de Deus passa pela voz dos jornais antes de ser esculpida em tão nobres e conhecidas gargantas.
Há vida em Marte e prova disso é que a água lá é mais fria que aqui.
A voz da imprensa é a música que o povo canta, digo eu ao comentarista.
"O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês," fica possuído pela inveja de seus ídolos milionários rindo dele próprio e fazendo piada de suas dores enquanto ele, "para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo."
Aqui sim, o senhor se comporta como gente do povo.
É preciso ser povo para se compreender a si.
O "povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada".... "aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo."
Acho que isso me atingiu como um petardo.
Não sou vagabundo.
Sou filósofo.
E sei que isso quer dizer vagabundo, mas me senti ofendido.
"- Brasileiro é um povo honesto."
Eu sou honesto e isso não é "Mentira.", isso é Verdade.
Me canso, mas não esmoreço:
Hoje, uma qualidade em baixa, sigo tentando nos elevar.
"Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso."
Se qualquer pessoa oferecer 50 Euros a qualquer pessoa para ele não te acusar de algo, provavelmente não será acusado de nada, mas com certeza estará tentando subornar o outro.
Quem oferece o dinheiro do suborno, supostamente está disposto a pagar para esconder seus crimes.
"Não por medo de ser pego, mas porque ele" sabe ser certo que aceitam propinas.
Nisso estou de acordo, me sinto esse brasileiro, indignado, não apenas com o mensalão, mas com toda a corrupção, mas confesso, se "arrumasse uma boquinha dessas," .... isso sequer passaria por minha cabeça.
"- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira."
Bom... se forem 90,0001, é Verdade que seria mentirosa a frase pouco inovadora.
Podem ser 99,1, e ricos mesmos só os que retiram do povo os Bilhões estampados desfolhadas.
"Já foi."
E segue sendo.
Também na favela dançam, logo vivem, famosos e conhecidos midiáticos ídolos do nosso povo.
Historicamente, a arte nasce mesmo é nas favelas e lá se iniciam nos morros não só cariocas com negros e mulatos retornando da
Guerra Judiciário-Legislativa em que o Executivo do Brasil se instalou.
Nessa época quem mora lá é gente. Se não é honesta, que outra alternativa tenho que não concordar com o crime tão organizado?
Não é nossa realidade essa diferente?
"Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal."
Muito nobre tem família e muita família nobre tem como rei o pai.
Se a maioria da favela fosse honesta, não haveria bandidos fazendo leis.
Se a maioria do povo fosse honesta, a maioria dos políticos que o representam seria honesta e não me parece que isso seja o que se espelha nas nossas telas.
"já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas."
O comentarista de novo parece ironizar o que para mim nada tem nem mesmo de satírico. É cruel dizermos que o Brasil não é um país democrático.
Se assim não o fosse, eu jamais poderia estar na internet dispondo ao mundo minhas poucas palavras.
"- O Brasil é um pais democrático." Dos mais democráticos pois que apoia a União da Repúblicas Socialistas Sul Americanas, a URSSA e a controla como qualquer executivo no comércio mundial controlaria a URS S.A., uma empresa nem tão conhecida assim como se fosse a Exxon se escondendo de ESSO, dos consumidores da Texaco, que sequer compreeenderiam, em inglês, o que a Texas Co. significa no mundo petrolífero mundial.
Me canso, mas aceito que "num país democrático a vontade da maioria é Lei."
Sou minoria de um, e sempre fui. Aprendi a conviver como vencido.
Como a minoria do povo acho que bandido bom é bandido vivo, mas sucumbo à maioria barulhenta que se expressa "em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente."
Assistindo na televisão o drama dos outros, finjo que não são pessoas, nem realidades, mas apenas personagens de uma vida distante.
O que posso fazer contra a bala que me atinge, tenha ela vindo de cima, de baixo ou de um lado ou de outro senão cair morto e torcer para que tenha um enterro digno e feliz?
Num mundo onde todos têm direitos a uma fé e muitos são os que matam em nome dessa fé, e tem obrigações, não existe democracia e sim anarquia. Diz a ONU que todo ser humano tem direito à vida.
Países matam cidadãos de outras nações, não nos façamos de cegos aos Palestinos, Afegãos, Chineses, Pasquitaneses ou europeus.
Gente morre por todo lado e isso é contra a primeira lei de Deus.
Não dá para amar a Deus estando morto. Todo ser que nasce, se for inteligente, perceberá que tem direito a não morrer.
Não ia comentar o parágrafo seguinte, chamar humanos e brasileiro de bovino para mim é algo que não merece comentários, mas... concordo e reproduzo aqui as palavras, porque são brilhantes e até a última, do moço jornalista:
"Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
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REPASSE
Mon mond est d'autre. Meu mundo é outro. My world is another. And mine. I follow, shadow of me, myself.
Colaboradores
terça-feira, 4 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Visão, imagem e mente
Acredito que antes da vida existir a matéria já existia.
Acredito. Digo isso porque pode não ser verdade.
Acredito que a primeira célula que se dividiu teve repetida nas suas duas divisões, o seu ato.
Digo que acredito porque é lógico que para a vida ter evoluído ao menos uma das divisões aprendeu da original como se dividir e só evoluiu porque assim passou a agir. Ou seja, não apenas acreditou que seguir à risca as instruções era bom negócio como as seguiu e possivelmente nem todas exatamente à risca. Caso contrário seria obrigado a crer que a vida teve múltiplas células e não seria lógico eu admitir que a primeira célula foi mais de uma.
Eu não era luz, não era nada. Quero dizer, eu era nada e nada era. Não havia era, não havia nada e meu avô então nascia, o pai do meu pai. O pai da minha mãe e a mãe da minha mãe não existiam ainda nem em planos nem em namoros. De lá para cá eu sei o que sou, mas ninguém acredita em mim. Sou luz, e me fiz. Me chamam de arrogante, de prepotente, mas não ... sou mesmo é poderoso e se de uma unica célula tudo à minha volta (e dentro de mim) eu mesmo construí, evidentemente que poder ilimitado me foi concedido.
Há limites? Sim. Não me sinto capaz de poder voar até o fim do Universo e voltar mas posso fazê-lo na imaginação e para tal não preciso mais que uma mente para executá-lo. Vou e volto quantas vezes quiser. Posso mover na Terra montanhas? Claro, dêem-me as ferramentas e as moverei. Colocarei o Himalaia de cabeça para baixo represando no oceano índico as águas que tanto assolam a Indonésia, por exemplo. Mas... seria inteligente represar o mar movendo as montanhas sem pensar nas pessoas e vida que nelas vivem? Somos um grupo, heterogêneo aos extremos e toda a diversidade é necessária à vida. Não podemos simplesmente mudar o planeta à nossa revelia.
Não deve nos ser difícil compreendermos que cem anos antes de nosso pai nascer nós não existíamos e que isso vale tanto para ele quanto para toda a espiral ascendente de seus ancestrais até a primeira célula que nesse planeta ousou dividir-se pela primeira vez. Ou seja, o que estou sugerindo é que à imagem e semelhança mesmo minha, todo ser vivo é.
Assim pensando, sou capaz de admitir que a primeira vez que a vida se fez foi quando um ser antes inerte ao invés de se mover (animar), dividiu-se. A divisão, por si só, é um movimento e não é diferente o quebrar-se de uma pedra em duas. A simples trinca num rochedo imenso (sem que se afaste um bloco do outro mais que imperceptíveis microns) por si só provoca ao Universo exterior uma diminuição de seu espaço na mesma e exata proporção. Lembremo-nos que dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo da mesma forma que tudo aquilo que se move move também o espaço ao seu entorno.
Tudo aquilo que eu vejo na minha mente é fruto da minha própria mente, e não tenho dúvidas do que me é real, entretanto, se a imagem formada na minha mente não existir de fato no meu exterior, sou obrigado a crer que essa imagem me foi reproduzida pela mente a partir de dados que dentro de minha mente estão. De outra forma não poderia nem visualizando interpretar o que pareço 'enxegar'. Aspei a palavra porque ao 'ver' uma imagem mentalmente na verdade apenas eu, dentro de minha mente, consigo fazê-lo e se disser a alguém que estou vendo Jesus Cristo, estou vendo Jesus Cristo, mas não estou afirmando que Jesus Cristo está na minha frente.
Ou seja... a imagem é dependente única e exclusivamente da própria mente.
Ora, outro dia tive uma visão assim e enxerguei um monte arredondado e o associei a Deus. Simplesmente estava tentando imaginar o Universo como um todo e preocupado em entender o que significaria Deus pairando sobre as águas e que diabo de abismo era aquele que se menciona na Bíblia e ao conseguir diminuir mentalmente o espaço todo que conhecemos esse monte se formou no meio e eu ainda distinguia sóis e estrelas, sabia onde estavam os planetas, mas não conseguia compreender que monte escuro era aquele. Então... dado à proporção do inusitado do monte infinitamente maior que o Universo (e o monte no meio do Universo), associei o monte a Deus. Nesse momento, numa rápida fração de segundo, vi Jesus Cristo naquele cenário e passava girando em torno do monte, e no mesmo instante compreendi porque Ele disse que estaria à direita de Deus. Isso era algo que me deixava extremamente desconfortável, porque não conseguia imaginar porque alguém tão brilhante quanto Jesus iria dizer um algo assim. 'Vendo' a cena, consegui perceber que não apenas Ele como qualquer um de nós está à direita de Deus simplesmente porque todo o Universo gira no sentido horário em volta de um mesmo imaginário ponto e em qualquer lugar que você esteja, esse ponto estará à sua esquerda. Não é um ponto, entretanto, mas um monte, como mesmo o Pão de Açucar, só que na visão a baía da Guanabara era todo o planeta à sua volta, e diminuto, se comparado com o que teríamos na realidade imaginando plano o esférico-ovalado planeta em que vivemos.
A cena me comoveu, confesso, e compreendi entre o monte e a área de giro (onde estavam todos os seres vivos - a superfície e apenas) o imenso mar, cercado de terras, um mar de águas e verde, sobre o qual a Bíblia menciona o Espírito de Deus pairado.
Meses se passaram e eu tentando compreender e fazer funcionar de novo essa 'micro-telasinha' imaginativa na minha cabeça. Por mais que me esforçasse não conseguia conduzir-lhe a imagem, mas fui seguindo teimoso e devagar fui aprendendo a 'mexer nos botões'. Um dia, numa imagem já do túnel sequencial por onde passam os espíritos dos vivos, consegui nitidamente uma fileira imensurável de almas seguindo ao Mestre e ainda com o Seu capuz.
Nessa noite consegui uma visão do monte mais de perto e vi, claramente, por duas vezes, a imagem de Deus de pé sobre ele com um cajado na mão direita. Porque na direita? Isso não ousei perguntar, mas imagino que poderia estar à esquerda e não faria muita diferença, a não ser que eu considerasse que é o peso do cajado o que provoca à vastidão universal o horário desequilíbrio causador do movimento inicial e mantenedor da harmonia na movimentação.
Essa experiência vim aqui contar. Imagino possível compreendermos nossa origem e tenho a Bíblia não como um livro santo ou sagrado, mas um manual científico, inteligente e literário, explicando a nós como é que a vida se fez. Um manual tão bem escrito que dificilmente alguém o compreenderia se escrito de outra maneira fosse. Entretanto, se corretas interpretadas as palavras, só no primeiro parágrado da Gênesis é possível se vislumbrar exatamente como foi que o DNA se formou. Também é possível, se associadas nas nossas mentes essas imagens, percebermos a imensidão do que é o Universo, infinito não, porque infinito é uma palavra pequena demais para descrevê-lo, mas crescente.
Noite e dia. Existem e são mensuráveis.
Vida e morte, existem e são comparáveis.
Ser e estar confundem e são explicáveis.
Razão e emoção derivam de palavras.
Amor existe e assim volátil é a fé.
Acredito. Digo isso porque pode não ser verdade.
Acredito que a primeira célula que se dividiu teve repetida nas suas duas divisões, o seu ato.
Digo que acredito porque é lógico que para a vida ter evoluído ao menos uma das divisões aprendeu da original como se dividir e só evoluiu porque assim passou a agir. Ou seja, não apenas acreditou que seguir à risca as instruções era bom negócio como as seguiu e possivelmente nem todas exatamente à risca. Caso contrário seria obrigado a crer que a vida teve múltiplas células e não seria lógico eu admitir que a primeira célula foi mais de uma.
Eu não era luz, não era nada. Quero dizer, eu era nada e nada era. Não havia era, não havia nada e meu avô então nascia, o pai do meu pai. O pai da minha mãe e a mãe da minha mãe não existiam ainda nem em planos nem em namoros. De lá para cá eu sei o que sou, mas ninguém acredita em mim. Sou luz, e me fiz. Me chamam de arrogante, de prepotente, mas não ... sou mesmo é poderoso e se de uma unica célula tudo à minha volta (e dentro de mim) eu mesmo construí, evidentemente que poder ilimitado me foi concedido.
Há limites? Sim. Não me sinto capaz de poder voar até o fim do Universo e voltar mas posso fazê-lo na imaginação e para tal não preciso mais que uma mente para executá-lo. Vou e volto quantas vezes quiser. Posso mover na Terra montanhas? Claro, dêem-me as ferramentas e as moverei. Colocarei o Himalaia de cabeça para baixo represando no oceano índico as águas que tanto assolam a Indonésia, por exemplo. Mas... seria inteligente represar o mar movendo as montanhas sem pensar nas pessoas e vida que nelas vivem? Somos um grupo, heterogêneo aos extremos e toda a diversidade é necessária à vida. Não podemos simplesmente mudar o planeta à nossa revelia.
Não deve nos ser difícil compreendermos que cem anos antes de nosso pai nascer nós não existíamos e que isso vale tanto para ele quanto para toda a espiral ascendente de seus ancestrais até a primeira célula que nesse planeta ousou dividir-se pela primeira vez. Ou seja, o que estou sugerindo é que à imagem e semelhança mesmo minha, todo ser vivo é.
Assim pensando, sou capaz de admitir que a primeira vez que a vida se fez foi quando um ser antes inerte ao invés de se mover (animar), dividiu-se. A divisão, por si só, é um movimento e não é diferente o quebrar-se de uma pedra em duas. A simples trinca num rochedo imenso (sem que se afaste um bloco do outro mais que imperceptíveis microns) por si só provoca ao Universo exterior uma diminuição de seu espaço na mesma e exata proporção. Lembremo-nos que dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo da mesma forma que tudo aquilo que se move move também o espaço ao seu entorno.
Tudo aquilo que eu vejo na minha mente é fruto da minha própria mente, e não tenho dúvidas do que me é real, entretanto, se a imagem formada na minha mente não existir de fato no meu exterior, sou obrigado a crer que essa imagem me foi reproduzida pela mente a partir de dados que dentro de minha mente estão. De outra forma não poderia nem visualizando interpretar o que pareço 'enxegar'. Aspei a palavra porque ao 'ver' uma imagem mentalmente na verdade apenas eu, dentro de minha mente, consigo fazê-lo e se disser a alguém que estou vendo Jesus Cristo, estou vendo Jesus Cristo, mas não estou afirmando que Jesus Cristo está na minha frente.
Ou seja... a imagem é dependente única e exclusivamente da própria mente.
Ora, outro dia tive uma visão assim e enxerguei um monte arredondado e o associei a Deus. Simplesmente estava tentando imaginar o Universo como um todo e preocupado em entender o que significaria Deus pairando sobre as águas e que diabo de abismo era aquele que se menciona na Bíblia e ao conseguir diminuir mentalmente o espaço todo que conhecemos esse monte se formou no meio e eu ainda distinguia sóis e estrelas, sabia onde estavam os planetas, mas não conseguia compreender que monte escuro era aquele. Então... dado à proporção do inusitado do monte infinitamente maior que o Universo (e o monte no meio do Universo), associei o monte a Deus. Nesse momento, numa rápida fração de segundo, vi Jesus Cristo naquele cenário e passava girando em torno do monte, e no mesmo instante compreendi porque Ele disse que estaria à direita de Deus. Isso era algo que me deixava extremamente desconfortável, porque não conseguia imaginar porque alguém tão brilhante quanto Jesus iria dizer um algo assim. 'Vendo' a cena, consegui perceber que não apenas Ele como qualquer um de nós está à direita de Deus simplesmente porque todo o Universo gira no sentido horário em volta de um mesmo imaginário ponto e em qualquer lugar que você esteja, esse ponto estará à sua esquerda. Não é um ponto, entretanto, mas um monte, como mesmo o Pão de Açucar, só que na visão a baía da Guanabara era todo o planeta à sua volta, e diminuto, se comparado com o que teríamos na realidade imaginando plano o esférico-ovalado planeta em que vivemos.
A cena me comoveu, confesso, e compreendi entre o monte e a área de giro (onde estavam todos os seres vivos - a superfície e apenas) o imenso mar, cercado de terras, um mar de águas e verde, sobre o qual a Bíblia menciona o Espírito de Deus pairado.
Meses se passaram e eu tentando compreender e fazer funcionar de novo essa 'micro-telasinha' imaginativa na minha cabeça. Por mais que me esforçasse não conseguia conduzir-lhe a imagem, mas fui seguindo teimoso e devagar fui aprendendo a 'mexer nos botões'. Um dia, numa imagem já do túnel sequencial por onde passam os espíritos dos vivos, consegui nitidamente uma fileira imensurável de almas seguindo ao Mestre e ainda com o Seu capuz.
Nessa noite consegui uma visão do monte mais de perto e vi, claramente, por duas vezes, a imagem de Deus de pé sobre ele com um cajado na mão direita. Porque na direita? Isso não ousei perguntar, mas imagino que poderia estar à esquerda e não faria muita diferença, a não ser que eu considerasse que é o peso do cajado o que provoca à vastidão universal o horário desequilíbrio causador do movimento inicial e mantenedor da harmonia na movimentação.
Essa experiência vim aqui contar. Imagino possível compreendermos nossa origem e tenho a Bíblia não como um livro santo ou sagrado, mas um manual científico, inteligente e literário, explicando a nós como é que a vida se fez. Um manual tão bem escrito que dificilmente alguém o compreenderia se escrito de outra maneira fosse. Entretanto, se corretas interpretadas as palavras, só no primeiro parágrado da Gênesis é possível se vislumbrar exatamente como foi que o DNA se formou. Também é possível, se associadas nas nossas mentes essas imagens, percebermos a imensidão do que é o Universo, infinito não, porque infinito é uma palavra pequena demais para descrevê-lo, mas crescente.
Noite e dia. Existem e são mensuráveis.
Vida e morte, existem e são comparáveis.
Ser e estar confundem e são explicáveis.
Razão e emoção derivam de palavras.
Amor existe e assim volátil é a fé.
Le grand pour le petit
O grande, pelo pequeno.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.
Seria uma tradução para a frase título.
Nâo a única, evidentemente, porque tudo o que se pode ler pode-se interpretar e em assim sendo nada é o que apenas parece, embora seja o que de origem se propos a ser.
Enfim...
Einstein, ao propor que a energia era pura e simplesmente a direta relação multiplicativa entre a massa do objeto e a velocidade da luz, ao quadrado, parece desconsiderar, mesmo a dizer que tudo é relativo, embora sem mencionar sequer em relação a que ou a quem, que o nada, multiplicado pela inexistência da massa, mas ao quadrá-la, poderia gerar uma força tão assombrosa e aterradora que todo o Universo, de medo, talvez, dela, pudesse surgir. Ao considerar que a energia nula em toda se transforma (e=mc²) pela simples multiplicação de uma massa total nula pela velocidade quadrada de uma luz inexistente, Einstein nos revela o truque da mágica. Confundindo, Deus se explica.
E não se explica a mim, para mim Deus é claro, explica-se às células, a cada uma e nem todas capazes, individualmente, de compreeenderem-se a si.
Existem muitas, como as minhas, que precisaram de infinitas menos uma para chegar a tanto. Essa uma, que consegui em meu ser separar, me diz de mim muito mais verdades que todos os nossos cientistas, desde 40 mil anos antes de Cristo até hoje.
Como convencer eu a toda essa gente que um cachorro não é exatamente um cachorro como nós o vemos, mas na verdade uma borboleta de quem cujas asas somos nós?
Sou um simples mortal e antes de mim a luz ... não existia.
Penso que antes de me tornar um esperma, eu nem luz era, mas vivia já dentro de um ser que nem esperma tinha, e estava ainda dentro de meu avô, que já casado era, e pai de duas filhas e um filho, e lá estava eu, insignificante.
Aí nasci. Aprendi, cresci, casei tive filho, e então filho meu assim me fiz.
Me criei. Apaixonei-me pela minha mãe, com ela me casei, tive um filho e o fiz famoso e só então ousei revelar ao mundo minha cara. Antes enganei meu pai, enganei minha mãe e todo mundo me chamava de Walquíria.
Foi só eu apontar aqui na Terra que me chamaram de Marcos, tamanha a voracidade com que me apresentei.
Um Marco... Esse menino, essa Walquíria já em processo de esquecimento, tem que se chamar Marcos. Foi logo uma das primeiras coisas que aqui ouvi.
Depois aprendi muita coisa.
Aprendi que Deus era mau e que minha mãe era um doce.
Aprendi que meu pai era bravo e que a sociedade não me era tão amiga.
Que cachorros são amigos e do homem entre os melhores.
Que o sol brilha em cima e que a lua nasce de baixo.
Então ... me puz a pensar.... Se nessa época, ainda na próstata de meu avô, há coisa de 100 anos atrás, eu já podia pensar... ora... meu pai ainda não era sequer uma próstata quando meu avô nasceu.
A vida é evolutiva, sim que sei.
Mas... Darwin não sabia do que sei eu. Einstein nunca sonhou o que sonho eu.
Jesus Cristo sim, que uma vez vi. Estava ao lado de Deus, que por duas vezes a mim Se mostrou.
Átomo? Elétron? Fóton?
Sol? Planeta?
Tudo isso é dependente de uma força só.
E nada há, na minha vida, que a sugira outra coisa que não mental.
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